[[legacy_image_270297]] AberraçõesNovamente o governo pratica aberração! Suavizar os impostos para as montadoras somente aumentará os lucros delas e a remessa para suas matrizes no exterior - os brasileiros que comprarem não terão meios de pagar as prestações. O que o governo deve fazer é colocar o dinheiro do povo na rua. Isto é fácil, colocar os justos dinheiros do pagar o que deve, como precatórios em todos os níveis; INSS, colocar em dia os deveres e haveres; acabar com os marajás em todos os níveis; enfim, praticar a justiça em benefício da Nação. Além disso, acabar com a ditadura dos bancos: as ações de cobrança dos expurgos da poupança têm processos suspensos desde 2010 (absurdo é muito pouco); os juros são criminosos; só fazem empréstimos para quem quer; os bancos têm lucros bilionários e, ao que se sabe, alguns anos atrás a filial brasileira salvou todo o banco Santander, daí se conclui: os lucros oriundos dos juros exorbitantes e ocasionadores dos 70 milhões de brasileiros inadimplentes (supondo uma família de 3 pessoas, teremos 210 milhões de brasileiros, quase toda a população), ressuscitam bancos estrangeiros falidos etc. José Antonio Almeida OHL - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! CarrosA mais recente do presidente Lula é a isenção de impostos para a indústria automobilística, visando “baratear” carros. Outra vez? Ele fez isso no passado e nada do preço dos veículos baixar. Será que há algum combinado ou alguma vantagem escusa? Quando se fala em um “governo para minorias”, carro a R\$ 60 mil está fora dessa curva. Ademais, os remédios continuam caros, insumos hospitalares também e a saúde no SUS está indo para a UTI. Só falta agora zerar o imposto da cerveja, da picanha e do cigarro. Evandro Duarte - Santos A mentiraComo se perde tempo, até se você desmascarar e punir um mentiroso e/ou uma mentira. Convivemos diariamente com espetáculos deprimentes de cinismo de boa parte dos nossos políticos, governantes, empresários e outros segmentos sociais. Mesmo quando são pegos em gravações e mentiras, sempre negam e se confessam inocentes e injustiçados. É uma ofensa à inteligência de quem procura viver com decência e respeito às leis. As relações sociais se baseiam na confiança de acreditar no que nos dizem. Sem confiança, tudo se transforma em faz de conta, cercado de suspeitas e incertezas, que fingimos acreditar. Em uma sociedade avançada, não cabem hipocrisia e meias verdades, mas se tudo começou com Adão e Eva, será difícil erradicar essa “virtude” tão antiga. A mensagem que a sociedade recebe é a de que o crime compensa, que mentir faz parte do jogo e que quem é diferente é um otário. Se quisermos construir uma sociedade mais justa e decente, o caminho é ir desmontando os mecanismos da mentira, da ocultação, da dissimulação e trocá-los pelos da coerência, confiança e respeito, começando por nós mesmos. Sérgio da Rocha Soares Filho - Santos Prefeitura respondeEm atenção à carta “Linha 80”, publicada ontem, a CET-Santos esclarece que os ônibus do transporte coletivo municipal passam por inspeções para a verificação dos equipamentos dos veículos, feitas por equipe especializada. A permissionária também realiza manutenções preventivas, corretivas e periódicas em toda frota, atendendo sempre as especificações do fabricante. O coletivo em questão foi retirado de operação para a correção do problema. Quanto à ocupação, o sistema é dimensionado em função da demanda (número de passageiros a serem transportados) e da capacidade máxima, que é a soma do número de assentos/lugares, mais uma quantidade pré-definida de passageiros em pé (por metro quadrado de área livre no interior do carro), dados que variam conforme o tipo do veículo. É a análise da quantidade de passageiros que utiliza as linhas por dia (útil, sábado e domingos) e por faixa horária de picos e entrepicos que permite a definição do número de viagens e a consequente quantidade de veículos a operar em cada linha. Diretoria de Comunicação da Prefeitura de Santos Arcabouço fiscalOs leitores Marcus Aurelio de Carvalho e Pedro dos Santos abraçaram o arcabouço fiscal do governo e os deputados federais locais que avalizaram este plano. Eu fico com a deputada Rosana Valle, a única da região que contestou o Governo Federal. Também acredito que o arcabouço fiscal é um talão de cheque em branco nas mãos de um gastador compulsivo. E sem punição para quem gastar além da conta. Deus nos livre e guarde! Nilo Alberto - São Vicente