<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-end="25" data-start="0" dir="auto"><strong data-end="25" data-start="0">Tecnologia disruptiva</strong></p> <p data-end="778" data-start="27" dir="auto">Surgem, com velocidade indescritível, novas tecnologias capazes de alterar profundamente as forças de mercado. Elas nem bem aparecem e eliminam as existentes. As novas técnicas melhoram e muito a vida na Terra, ampliando possibilidades. Assim ocorreu com a informática, que repaginou todo o sistema bancário em passado não muito distante, além de outros setores das relações humanas. Hoje, órgãos de governo fazem atendimento virtual, o que, se por um lado facilitou a vida das pessoas, por outro eliminou postos de trabalho, tidos até então como necessários. Não se sabe onde isso tudo vai parar. As relações de emprego e trabalho estão se modificando rapidamente. O futuro é inimaginável, imprevisível e improvável. Nada deterá as novas tecnologias.</p> <p data-end="816" data-start="780" dir="auto"><em data-end="816" data-start="780">Odair Ferreira Ramos - São Vicente</em></p> <p data-end="835" data-start="818" dir="auto"><strong data-end="835" data-start="818">Ernani Franco</strong></p> <p data-end="1503" data-start="837" dir="auto">Uma das vozes mais marcantes do rádio da Baixada Santista foi a de Ernani Franco (1918–1974). Em 14 de novembro de 1955, ele encerrou a edição de seu programa esportivo com um tom melancólico, pois seu amado Santos havia sido goleado pela Portuguesa de Desportos no Pacaembu no dia anterior. Mas o futebol sempre dá voltas e o próprio Ernani transmitiu, com pura euforia, a histórica vitória que garantiu o segundo título paulista do Peixe, em 15 de janeiro de 1956. Ernani Franco era o verdadeiro porta-voz dos fanáticos torcedores santistas e sempre fechava o microfone com seu clássico bordão: “E a você que nos ouviu no rádio do seu carro, obrigado pela carona!”</p> <p data-end="1539" data-start="1505" dir="auto"><em data-end="1539" data-start="1505">Guilherme Gomez Guarche - Santos</em></p> <p data-end="1560" data-start="1541" dir="auto"><strong data-end="1560" data-start="1541">Justo Veríssimo</strong></p> <p data-end="1984" data-start="1562" dir="auto">Lula não se importa com o controle fiscal no País. O impostômetro marca R\$ 2,8 trilhões e até o final de 2026 atingirá R\$ 4 trilhões, enquanto a dívida pública supera a casa dos 80% do PIB. Porém, de posse do cartão corporativo, o presidente vai continuar gastando à revelia. Para Lula, “não importa que a mula manca, o que ele quer é rosetar”. Que “se exploda o Brasil”, diria Justo Veríssimo, personagem de Chico Anysio.</p> <p data-end="2031" data-start="1986" dir="auto"><em data-end="2031" data-start="1986">Humberto Schuwartz Soares - Vila Velha (ES)</em></p> <p data-end="2043" data-start="2033" dir="auto"><strong data-end="2043" data-start="2033">Kassab</strong></p> <p data-end="2291" data-start="2045" dir="auto">Perfeitas as colocações de Gilberto Kassab, expostas neste jornal, durante sabatina na ACS. Embora criticado por alguns, ele é um político que inegavelmente conhece a fundo os problemas deste país e, a meu ver, merece ser ouvido e levado a sério.</p> <p data-end="2321" data-start="2293" dir="auto"><em data-end="2321" data-start="2293">Luiz Alberto Reis - Santos</em></p> <p data-end="2346" data-start="2323" dir="auto"><strong data-end="2346" data-start="2323">Negacionismo mortal</strong></p> <p data-end="3053" data-start="2348" dir="auto">Eduardo Bolsonaro, foragido da Justiça brasileira, aparece em vídeo declarando, em cartório nos EUA, que a decisão de vacinar os filhos era de sua inteira responsabilidade. Já Donald Trump decidiu reduzir para 11 o número de vacinas recomendadas no calendário infantil e alterar a forma de aplicação de algumas delas. Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência pelo PL e aliado de Trump, tem Eduardo como principal cabo eleitoral. Enquanto os aliados celebram, o sarampo volta a dar as caras: os EUA ultrapassam 2.300 casos, algo não visto desde os anos 1990. No Brasil, são 37 casos. Vírus importado, baixa cobertura vacinal e muita ideologia. A receita é conhecida. Só falta combinar quem pagará a conta.</p> <p data-end="3092" data-start="3055" dir="auto"><em data-end="3092" data-start="3055">Marcus Aurelio de Carvalho - Santos</em></p> <p data-end="3106" data-start="3094" dir="auto"><strong data-end="3106" data-start="3094">Imprensa</strong></p> <p data-end="3701" data-start="3108" dir="auto">É preocupante ver parte da imprensa tratando fatos e notícias de maneira claramente favorável à direita. A imprensa deve informar, investigar e mostrar os fatos. Opiniões são legítimas, mas não deveriam ser apresentadas como se fossem fatos, muito menos usadas para manipular a população. Quando a informação é distorcida ou parcial, quem paga a conta é o cidadão e, no fim, toda a sociedade. Precisamos de uma imprensa livre, mas também responsável, independente e comprometida com a verdade. Afinal, uma população mal informada pode tomar decisões no voto que terão consequências para todos.</p> <p data-end="3734" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3703" dir="auto"><em data-end="3734" data-is-last-node="" data-start="3703">Edison Oliveira - São Vicente</em></p>