[[legacy_image_290079]] A aldeia Em 27 de julho, postei em uma agência dos Correios localizada em Santos uma correspondência registrada, destinada ao Rio de Janeiro. Até a última quinta-feira, ela ainda não tinha sido entregue. Não se sabe se o portador segue a pé, se teve alguma dificuldade para locomoção, se esse atraso de mais de 20 dias se deve ao fato de haver mais caciques que índios na aldeia ou se estaremos sentindo os efeitos antecipados do PACP (Plano de Assalto aos Cofres Públicos). Dias piores virão, diz a experiência.Carlos D. N. Da Gama Neto - Santos Argentina Javier Milei é um fanático que trará só desgraça aos hermanos, igual ao que inelegível e sua quadrilha de ladrões de joias nos trouxeram na estadia de quatro anos no Planalto. Esse maluco argentino disse que acabará com a saúde e a educação, fechará o banco central, irá liberar armas para todos e, o mais absurdo, qualquer cidadão poderá vender seus órgãos. Pasmem, ele está superando o inelegível daqui. Alguns leitores do jornal e principalmente desta coluna, como eu, estão se perguntando: para onde caminha a humanidade com tamanha imbecilização de alguns que não conseguem enxergar um palmo diante do nariz? As soluções que apresentam são as mais ridículas e sem noção de nada.Antonio Sergio de Jesus - São Vicente Corrupção sem cura Vejam só como são as coisas deste mundo. Nos anos 1950 e 1960, o Estado de São Paulo viveu uns governos que, parece-me, foram iguais ao “governo do inelegível”. Foi então que apareceu o mato-grossense Jânio da Silva Quadros. Durante sua gestão, fez o que nenhum político fazia: passou a vassourada na corrupção. Com o apelido de Vassourinha, Jânio foi eleito presidente do Brasil. Chegou em Brasília com a missão de varrer toda sujeira que os políticos da direita vinham fazendo. No ano de 1961, eu morava com meus pais em Brasília e fomos na posse de Jânio, na Praça dos Três Poderes. Com poucos meses no poder, o presidente ia pessoalmente verificar as coisas erradas e limpava a corrupção que havia. Contudo, falam que, certo dia, colocaram a primeira-dama, dona Eloá, dentro do Congresso e disseram para Jânio que ele tinha duas opções: renunciar ou vê-la sumir. Não deu outra, ele renunciou. Moral da história: desde aqueles tempos, a corrupção mora na Capital Federal.Josemilton de S. e Silva - Guarujá Insosso A Lei Federal 11.343/06, em seu Artigo 28, nada mais fez que descriminalizar o porte de drogas, no caso a maconha. Quando um pequeno processo (pequeno para quem vê de fora, gigante para o envolvido) chega ao Supremo Tribunal Federal (STF), por meio de recurso extraordinário (RE) imagina-se que houve no decorrer do caso nas duas instâncias inferiores uma violação a algum princípio constitucional. Existem filtros muito severos para se chegar ao STF, bem como ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). Mas, pelo que se depreende da RE 635.659, houve condenação de um sentenciado com fulcro no Artigo 28 da Lei 11.343/06, ao ser surpreendido no interior de uma unidade prisional do Estado de São Paulo com três gramas de maconha. Resumidamente, o ministro Gilmar Mendes determinou que o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) refizesse a dosimetria da pena do condenado, evitando a imposição de reincidência. A partir daí, todo esse blablablá, já esgotado, infrutífero e insosso, não cola mais.Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Justiça Ser justo é o que há de mais difícil na Terra, porque a propensão da pessoa é julgar o semelhante de acordo com seu modo de ser e sentir e, certas vezes, esse modo de ser e sentir não é correto. O julgamento feito pelo ser humano é quase sempre falho. Raro é aquele que sabe julgar com imparcialidade, pois julga de acordo com seus interesses ou suas inclinações. No entanto, a Justiça é cega, sendo por isso representada de olhos vendados. O julgamento é feito de acordo com as provas e não deve contar com a simpatia nem a antipatia de quem julga. Ainda que neste mundo ninguém deva julgar o semelhante, pois todos são imperfeitos, há gente que só faz mal juízo dos outros, que só leva em consideração as aparências, muitas vezes difamando sem justificativa. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania