(Pixabay) Otero e o Prêmio Puskas O golaço de falta marcado pelo venezuelano Otero, que no último dia 9 completou 32 anos, na partida que reconduziu o Santos de volta à série A do Campeonato Brasileiro do próximo ano, foi uma obra de arte merecedora do prêmio Puskas, que lembra os gols de falta marcados por Didi, Zico, Roberto Dinamite, Pepe, Marcos Assunção, Jair Rosa Pinto, Aílton Lira, Neto, Marcelinho e outros craques do futebol brasileiro. Essa obra prima de Otero diante do Coritiba foi o centésimo gol de falta marcado pelo time do Peixe no século 21, e foi também o terceiro gol de falta dele com a camisa santista. Neste século, os principais artilheiros do Peixe com gols de falta são: Ricardinho, Kléber Correia, Elano e Alex, todos com seis marcados. Espero que no ano vindouro na série A, Otero nos brinde com esses lances de rara feitura ajudando o Santos na conquista de resultados positivos que façam a torcida esquecer o que foi a penosa e dolorida participação na série B. Guilherme Gomez Guarche - Santos Clique aqui para seguir o canal de A Tribuna no WhatsApp! Livreiro Luiza Schiff, jornalista, traçou com maestria e segurança a importância do livreiro, das livrarias e, consequentemente, dos livros, em seu artigo recente, a iluminar todos nós com boas lembranças, inclusive da tradicional Livraria Iporanga, que tanto frequentei, enquanto existiu. Síntese de coisas da vida, vida nossa e de tantos outros, que nos faz bem e, sem exagero, alivia a alma. Parabéns a ela, também! Paulo R. Santana - Santos Festivais santistas Os grandes festivais de Cultura e Arte são, de fato, aqueles que vão além da qualidade de programação: eles conseguem atrair um público diverso, promovem inclusão e diversidade e ocupam diversos espaços da Cidade. Em Santos, eventos como o Mirada, do Sesc Santos, o Fescete - Festival de Cinemas Teatrais, do Tescom, o Santos Film Fest - Festival de Cinema de Santos, do Instituto CineZen Cultural, e o Festival Som das Palafitas, do Instituto Arte no Dique, são exemplos dessa força cultural. Esses festivais levam arte e cultura aos bairros e comunidades, destacando-se não apenas pela relevância em seus setores, mas principalmente pelo compromisso de levar a arte onde ela é mais necessária. Em uma cidade com a maior favela sobre palafitas do Brasil e profundas desigualdades sociais, iniciativas que garantem o acesso à cultura onde o estado nem sempre chega são essenciais. Parabéns a esses festivais, que hoje representam o melhor da cultura santista! Manuel Rodrigues - Santos Flávio Viegas Amoreira Cumprimentos pela elevada qualidade do texto de Flávio Viegas Amoreira. Para eleitores que votam na esquerda, a opção de votar em Rogério Santos no 2º turno tornou-se mandatória, tanto pelos méritos do prefeito, bem apontados na matéria, quanto, e principalmente, como uma forma de impedir que a onda obscurantista do Bolsonarismo chegasse ao Poder Executivo desta linda Cidade, adotada por nós há exatamente três anos. René Mendes - Santos Olimpíadas e futebol O Brasil não é mais o País do Futebol. ‘Criou fama, deitou na cama’ e não evoluiu como as outras nações, antes inexpressivas, e que hoje são muito melhores. Está na hora de se investir mais nos demais esportes, exemplos temos nas últimas Olimpíadas. Temos potencial para isso, é só descobrir e dar apoio aos mais jovens ou demais atletas atuais. Sandra Maria Tamashiro - São Vicente Um olhar, um sorriso Um dia desses, passando de carro com minha família na Rua Carvalho de Mendonça, em frente ao Lar das Moças Cegas, vi uma equipe de garis, dignamente recolhendo as caçambas com caminhão, com muito lixo espalhado no chão, provavelmente de moradores de rua buscando alguma coisa. E os garis cantando, e até brincando, recolheram tudo com dois pedaços de madeira. Então, falamos: ‘parabéns pelo ótimo serviço’. Responderam ‘obrigado família, boa noite’. Em outro dia, parado em um semáforo, vi duas garis abaixadas; ao levantarem, me olharam, e com um sorriso lindo, falaram, ‘bom dia senhor’. Respondi ‘para vocês também, vocês fazem um ótimo trabalho’. Responderam ‘obrigada’. Em outro dia, fui a uma padaria e uma atendente perguntou com um sorriso lindo e dentes perfeitos ‘olá, o que deseja?’. Fiz meu pedido e falei ‘obrigado pelo seu sorriso lindo e sua atenção’. ‘Volte sempre senhor’, devolveu, sorrindo. No nosso dia a dia, de muitos afazeres, tem dia que não é bom, nada bom, estamos com alguns problemas, afinal quem não os têm? Mas um simples olhar e um lindo sorriso, mudam tudo completamente. Um ótimo dia a todos – sempre sorrindo. Oswaldo Martins Neves Jr - Santos