(Reprodução) Idosos Passamos a vida inteira ouvindo de nossos pais e professores que o crime não compensa. Contudo, hoje, já fazendo parte da terceira idade, me vi obrigada a registrar um boletim de ocorrência e denunciar na Ouvidoria da Prefeitura os ataques que vez ou outra idosos recebem em locais públicos simplesmente porque envelheceram. Sofremos etarismo. No caso das mulheres idosas, também acabamos sofrendo com o machismo embutido e estrutural. Chego à conclusão que o crime compensa, algo que meus pais e professores jamais imaginaram. Compensa muito e para muitos, pois continuamos sendo atacados. Margareth da Conceição Peppe - Santos Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Política Sobre o anúncio da pré-candidatura de José Luiz Datena à Prefeitura de São Paulo, tem um velho jargão que diz: “o povo quer saber”. Como uma pessoa pode trocar um salário de cerca de R\$ 300 mil como apresentador de TV por uma remuneração de cerca de R\$ 35 mil como prefeito? Será que é por amor a São Paulo? Carlos Alberto Gaspar - Santos Refugiados Muito interessante os dados sobre pedidos de refúgio no Brasil em 2023, na matéria publicada ontem em A Tribuna. Notaram que a esmagadora maioria dos solicitantes de refúgio vem das ditaduras socialistas de Cuba e Venezuela? Com certeza fogem do excesso de democracia e da plena segurança alimentar destes países. João Paulo C. Vernieri - Santos Seguro em licitações Pertinente o projeto de lei apresentado pelo vereador santista Sérgio Santana (PL) que obriga o prestador de serviço a contratar um seguro em favor da Prefeitura para garantir o cumprimento integral dos contratos oriundos de licitações. Aprovado em segunda discussão na Câmara, segue para sanção do prefeito Rogério Santos (Republicanos). Caso se concretize, os comuns aditivos (complemento de verbas) praticamente deixarão de existir, pois as seguradoras buscarão garantias. Com isso, o município de Santos ficaria livre do atraso e da interrupção das obras. E o principal, não oneraria ainda mais o suado dinheiro da população. Antonio José de Santana Pimentel - Santos Aborto É extremamente preocupante ver projetos de lei como o 1.904/24, do deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), que equipara o aborto de gestação acima de 22 semanas ao homicídio. Os projetos com urgência podem ser votados diretamente no Plenário, sem passar antes pelas comissões da Câmara. Tal projeto representa uma ameaça aos direitos e à saúde das mulheres, especialmente das meninas e adolescentes vítimas de estupro. É crucial que a voz das mulheres seja ouvida e respeitada em questões que afetam diretamente suas vidas e seus direitos. Projetos de lei como esse não apenas violam os direitos fundamentais das mulheres, mas também perpetuam a injustiça e a violência contra elas. Além disso, é essencial lembrar que o aborto é uma questão de saúde pública. Criminalizá-lo apenas leva a práticas clandestinas e inseguras que colocam em risco a vida das mulheres. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Oposição A oposição no atual Congresso é formada, em geral, por um bando de parasitas medíocres, que não faz nada pelo País e ainda viaja ao exterior à custa do contribuinte para falar mal do Brasil. Silvio de Barros Pinheiro - Santos Tia Neuza São Vicente perdeu no último sábado uma de suas comerciantes mais dedicadas, persistentes e conhecidas na Cidade: Tia Neuza, dos doces e salgados. Com um pequeno comércio familiar, ela dividia com seu casal de filhos o comando e a responsabilidade de sua pequena empresa. Neuza tocou o comércio localizado na Avenida Antonio Emmerick por 30 anos, passou por muitas dificuldades e as venceu, principalmente na pandemia da covid, que levou à falência centenas de empresas de pequeno porte em todo o País. Descanse em paz, Tia Neuza, a Neuza da perua escolar, da loja de salgados e, principalmente, a Neuza mãe, pessoa bondosa e guerreira, que deixou amigos, clientes e admiradores, sempre tratados com simpatia e simplicidade. Paulo Lacerda - São Vicente Escolas cívico-militares O Ministério Público Federal (MPF) desprezou o objetivo de termos uma educação com princípios como ética, disciplina e respeito ao emitir parecer contrário às escolas cívico-militares em São Paulo. No entendimento do órgão, elas contrariam o modelo nacional de educação. Ficamos na dúvida: como os conceitos fundamentais trazidos por essas unidades, que balizam uma sociedade em desenvolvimento cultural, podem ferir nossa Constituição? Wilson de Almeida Filho - Santos