(Divulgação) Crenças e identidades Tanto a extrema direita quanto outras ideologias extremistas podem ser responsáveis por práticas de desuma-nização e opressão. Cada movimento político tem seu próprio contexto histórico e social, que influencia suas práticas e seus discursos. O nazismo e o fascismo, por exemplo, têm legados de violência extrema e genocídio que são amplamente condenados. Outros movimentos políticos também possuem histórias de intolerância, mas podem se manifestar de maneiras diferentes. É essencial basear as análises em evidências concretas e observar como discursos e políticas se traduzem em ações reais. A eficácia de um movimento ou ideologia pode ser medida pela forma como suas retóricas e práticas impactam a vida das pessoas. Promover um diálogo construtivo é fundamental para abordar questões de intolerância e violência. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Orgulho? De que se orgulha o povo francês até hoje? Da ignorância de Rousseau sobre o pecado original? Da soltura do criminoso Marquês de Sade na Tomada da Bastilha? Das calúnias de Voltaire contra Jesus Cristo? Para saber o que realmente foi a Revolução Francesa, é preciso ler Cem Mensagens Para a Alma, As Verdades que Nunca te Contaram sobre a Igreja Católica, O Conde de Chanteleine e A Última ao Cadafalso, que deu origem ao célebre filme Diálogo das Carmelitas, com Jeanne Moreau. Liberdade, igualdade e fraternidade? Ajudar outros países, como no genocídio de Ruanda em 1994, com vergonhosa participação da França? Ana Maria de Freitas Leal - Santos Emendas secretas Li em A Tribuna um editorial sobre o tema emendas secretas. O fato de elas existirem pode considerado uma aberração. O tema nem deveria ter sido colocado em pauta pelos nossos representantes, mas como temos no Brasil partidos que, na realidade, estão partidos em vários pedaços ideológicos, temos que conviver com direita, extrema direita, esquerda, extrema esquerda, Centrão e o tal do Partido Comunista, que o presidente anterior ao atual dizia diuturnamente que todos eram contra ele. Como seria bom se todos os partidos brasileiros tivessem ideologia, já que muitos que lá estão votam de acordo com o que os donos dos partidos mandam. Não sabem o que é ter ideologia nem entendem as palavras jurídicas. É assim que são aprovadas essas aberrações, que logo vão parar no Supremo. Depois dizem que tudo se judicializa no Brasil. Claro, pois alguém tem que limpar a sujeira de nossos tendenciosos representantes. Cesar Tavares da Cunha - Santos Era meu pai De uma triste beleza, impossível o texto publicado na quinta-feira nesta página A-2 não emocionar. Meu pai nos deixou há alguns meses, anos depois de minha mãe. Eles foram os melhores pais de todas as encarnações por que passei e não lembro. O próximo domingo será o primeiro sem ele, fisicamente. Mas em meu coração e na minha mente, ele está comigo frequentemente. Ele e minha mãe. Eles estão. Renato Caetano de Jesus - Santos Cannabis e Colombo A história da Cannabis estende-se por milhares de anos e abrange diferentes culturas e usos. Na China, em 2.900 a.C., a Cannabis já era usada, e o mesmo ocorria com os antigos egípcios. Na Idade Média, a Cannabis foi mencionada em textos médicos árabes e era usada tanto como medicamento quanto para recreação. A Europa se encontra em processo de liberação do uso recreativo da Cannabis. E lá, a multa em muitas cidades é pesadíssima a pessoas flagradas fumando maconha. Há punições duras até a quem é pego consumindo bebidas alcoólicas. A história da Cannabis é um reflexo de suas múltiplas facetas, desde planta medicinal e ritualística até símbolo cultural e político. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Quem resolve? Quem poderia ajudar a solucionar uma situação que notei no cruzamento da Avenida Ana Costa com a Rua Carvalho de Mendonça, em Santos? Nesse local, há uma pessoa em situação de rua fazendo suas necessidades na calçada do antigo ponto de bondes. O local está com cheiro muito ruim. Renato Luiz Ramos - Santos Valores As pessoas que fazem questão de ver seus feitos destacados, muitas vezes, escondem a vaidade no âmago, o que prejudica seu relacionamento social e familiar. Por maiores que pareçam seus feitos, por mais que tentem pôr em evidência um disfarçado desprendimento, a vaidade acaba por traí-las. Obras beneméritas feitas para apenas satisfazer vaidades têm pouco valor moral para o acervo de seus autores. As pessoas verdadeiramente desprendidas nada fazem por vaidade, nem esperam outra recompensa que não seja a satisfação de terem praticado o bem. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania