(Yasmin Braga/TV Tribuna) Trânsito em Guarujá Com relação à resposta dada pela Prefeitura de Guarujá sobre a solicitação de lombada na Rua Iporanga, devo lembrar que a Administração Municipal tem a obrigação de fiscalizar e, por meios estatísticos, averiguar a necessidade de redutores de velocidade, independentemente de solicitação de populares, caso a via tenha problemas. Outrossim, as lombadas devem ter dimensões corretas, o que acredito que não ocorra com nenhuma no Distrito de Vicente de Carvalho. Lembro também que as populares “manilhas” são proibidas nas vias e o dever de fiscalizar essa situação é da Prefeitura. Caso ocorra algum acidente, isso significa responsabilidade do Poder Público. Fabricio Xavier Leonardo - Guarujá Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Zito, o Deus da Raça Ter uma estátua em sua homenagem em frente ao Estádio Urbano Caldeira é uma das muitas provas do reconhecimento de sua passagem pelo Santos Futebol Clube. José Ely Miranda, o saudoso Zito, se vivo estivesse completaria hoje 92 anos. Nascido em plena época da Revolução Constitucionalista de 1932, em Roseira, no Vale do Paraíba, Joselito era seu apelido de infância, quando trabalhava com seu pai em um armazém da família. Veio para o Santos em 1952 e permaneceu no Peixe por 15 anos, conquistando os mais importantes títulos que o clube possui e dois mundiais pela seleção. Era o único dentro das quatro linhas que o Rei Pelé obedecia. Tornou-se o Gerente da Vila por sua personalidade forte e por ser um líder que não gostava de perder nem partidas de “palitinhos”. Como dirigente santista, é ele o responsável pela vinda do garoto Neymar ao Alvinegro, criando a categoria sub-11, que não existia no clube, para poder ter o garoto na Vila. Zito jogou com a camisa alvinegra 733 partidas e marcou 57 gols. Seu nome será eterno na história do Peixe. Guilherme Gomez Guarche – Santos Buraco na rua O asfalto cedeu mais uma vez em Santos e agora há uma cratera no Canal 1. Por sorte, ninguém se feriu. A Sabesp é responsável pela operação e manutenção da rede de esgoto, devendo investigar a causa da falha que gerou a cratera, realizar os reparos necessários e arcar com os custos. Já a Prefeitura tem o papel de supervisionar e fiscalizar a infraestrutura urbana. Mesmo não sendo a responsável direta pelo problema, deve coordenar a comunicação com a população, assegurar a segurança durante o reparo e, possivelmente, auxiliar na gestão dos impactos na comunidade. Ambos os órgãos têm papéis importantes para garantir que o problema seja resolvido de maneira eficiente. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Pensamentos O pensamento em coisas positivas e honestas dá segurança, liberta a pessoa de seguir opiniões alheias. É com pensamentos firmes e vontade inabalável de vencer que a pessoa se lança na vida com determinação e coragem, com a convicção de que será vitoriosa. Há muita gente que não sabe pensar nem dá valor a isso. Temos certeza absoluta de que é no pensamento dirigido ao bem que reside a segurança a todos em seu viver diário. Se todos soubessem pensar bem, a vida seria outra, pois encontrariam em si mesmos a força necessária para vencer os obstáculos que encontrassem pela frente. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania Educação Superar a exclusão educacional é fundamental. Para isso, além do mencionado por Patrícia Mota Guedes em seu artigo publicado na última semana em A Tribuna, cabe acrescentar a valorização da carreira docente, dos professores, a começar por uma remuneração condizente com a importância social da formação dos futuros cidadãos. Basta verificar os salários pagos no vizinho Uruguai e o excelente nível educacional e profissional dos egressos das escolas naquele país. Quando essa constatação será levada em conta por nosso governantes e pelas pessoas, de modo geral? Pedro Paulo A. Funari - Santos Colombo e o ovo em pé Achei interessantíssima a forma como o missivista Marcus Aurelio enfocou a questão sobre Cristóvão Colombo, mas faço aqui algumas pontuações. A história narra algo de uma época com sua respectiva realidade e isso não podemos mudar. Imagino, se assim o fosse, todos os faraós estariam condenados, assim como a Europa inteira, as Américas e seus indígenas, a Ásia, pois o instrumento nefasto da escravidão foi muito utilizado por todos eles. Hoje, isso não tem mais cabimento, assim como inúmeras coisas que mudaram graças ao tempo, à ciência. O cânhamo sempre foi usado para confecção de tecidos, cordas e papel, mas algum esperto anos depois começou a fumar. Ou seja, nesse caso o futuro mudou o cenário para pior. Enfim, medir o passado com a ótica do futuro não tem cabimento. Quanto a nobres praticarem crimes e não serem condenados, bem, isso é assim até hoje, em qualquer lugar do planeta. André Durante - São Vicente