(Matheus Tagé/Arquivo AT) Elegância Muitas vezes, a ideia de elegância é reduzida à aparência, mas ela vai muito além das roupas ou da marca que se usa. A verdadeira elegância é uma questão de postura, atitude e valores que vêm de dentro. É um trabalho constante de cuidar de si mesmo, não apenas fisicamente, mas também emocional e espiritualmente. Ser elegante implica em tratar os outros com respeito, ter empatia e cultivar a dignidade, o que, de fato, exige esforço e compromisso. A elegância é mais sobre o que somos e como nos relacionamos com o mundo do que sobre o que vestimos. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Taiwan O governo da República Popular da China (RPC) considera Taiwan uma parte inalienável do território chinês. Para a RPC, a Política de Uma China significa que há apenas um governo legítimo que representa toda a China, incluindo Taiwan. A maioria dos países e organizações internacionais, bem como as Nações Unidas, não reconhece Taiwan como um país independente. A comunidade internacional adota diferentes posturas, mas é majoritariamente alinhada com a China, exceto, é claro, os Estados Unidos. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Obesidade Após ler a matéria sobre obesidade, no último domingo, o fato é que temos um longo e difícil caminho pela frente. O Brasil é a terra da aparência e da plástica. Nada contra, mas sempre foi assim. Todo ano é a mesma coisa: comer o ano inteiro e emagrecer no verão, mas fechar a boca ninguém quer. Que tal tornarem o tratamento acessível para o público? Jenifer Pinheiro - Santos Taxação Vivemos em uma democracia e a taxação tem que ser igualitária entre todos. Se a pessoa é super-rica, milionária (o que não é o meu caso), sorte dela, que com certeza cumpre com suas obrigações financeiras (impostos). O governo que não seja tão voraz, fominha e gaste menos o dinheiro alheio. João Horácio Caramez - Santos Amor Praticar o amor ao semelhante em toda sua sublimidade é tarefa as vezes difícil, pois não há ninguém que a tenha realizado da noite para o dia. Essa realização se dá com o desenvolvimento paulatino do amor fraterno e o esforço empregado, assim, culminará quando o ser humano for capaz até de amar os que o odeiam. A pessoa que emite pensamentos de ódio é infeliz e precisa prontamente ser ajudada, por encontrar-se à beira de um abismo. Quem por ele se interessar poderá oferecer-lhe solidariedade afetuosa feitas com serenidade e interesse, de maneira a que certa dose de amor possa valer-lhe. O amor é força que pode operar grandes prodígios, por meio de quem dela dispõe e a saiba aplicar. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania Santos (1) Não sou nascido em Santos, mas aqui casei, constituí família e escolhi como lugar para viver há 30 anos. Nesse tempo, não vi melhoras significativas em pilares como saúde, educação e segurança. As reclamações são as mesmas nessas áreas, como demora para consultas e exames, professores desestimulados e medo de sair de casa. Na parte estrutural, basta uma chuva mais forte para que as ruas fiquem alagadas. Isso sem falar no trânsito, cada vez mais caótico graças aos semáforos. Mesmo assim, li que o metro quadrado dos imóveis em Santos é o mais caro do Estado e um dos mais altos do País. Resumindo, temos um serviço de terceiro mundo com custo de vida de Beverly Hills. Antonio Tadeu Torres - Santos Santos (2) Apesar de alguns criticarem nossa cidade, alegra-nos saber que um estudo recente da Connected Smart Cities, que analisou 656 municípios com maior potencial de desenvolvimento do Brasil, colocou Santos em primeiro lugar no eixo Urbanismo e pela terceira vez consecutiva com a classificação máxima, resultado dos investimentos em infraestrutura, mobilidade urbana e tecnologia. Santos também obteve um selo, ao lado de capitais como Belo Horizonte, Fortaleza, Curitiba, Goiânia, Maceió e Rio de Janeiro, em reconhecimento às boas práticas em cidades inteligentes. Parabéns, Santos. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Futebol O nosso futebol, que era um dos mais bonitos em épocas passadas, está virando um festival de cenas teatrais, das mais bizarras possíveis. Basta o time estar ganhando para que os jogadores do adversário nem possam encostar nos atletas e as cenas chulas aconteçam. O que se vê não são mais jogadores, e sim atores. Tudo isso para que o árbitro da partida se comova e aplique ao adversário um cartão amarelo. Se o árbitro cair nessa, o jogador adversário passa a ser perseguido até tomar um cartão vermelho. A beleza de nosso futebol já era. Josemilton de S. e Silva - Guarujá