<p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.2197" attr-version="policy:1.2197:1772672862" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.2197/legacy_image_248285.jpg?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">(Divulgação)</span></p> <p data-end="20" data-start="0"><strong data-end="20" data-start="0">Dinheiro público</strong></p> <p data-end="648" data-start="22">Será que é tão difícil entender que, enquanto fazemos o papel de torcida esportiva, defendendo nossos times do coração, os reais problemas seguem sem solução? Quem faz as leis que permitem o repasse de dinheiro público para o Carnaval? Deputados e senadores. Quem ainda não fez lei que proíba homenagens a políticos vivos nos Carnavais? Deputados e senadores. Quem não unifica as eleições brasileiras e acaba com os “carnavais eleitorais” a cada dois anos, reduzindo drasticamente o fundo eleitoral e as despesas do processo? Deputados e senadores. Quem realmente acha que somos idiotas? Fica a pergunta para cada um de vocês.</p> <p data-end="672" data-start="650"><em data-end="663" data-start="650">Rubem Silva</em> - Santos</p> <p data-end="683" data-start="674"><strong data-end="683" data-start="674">Selic</strong></p> <p data-end="1197" data-start="685">Além do pessimismo global econômico, março seria o momento ideal para uma redução da taxa Selic. O Copom irá se reunir nos dias 17 e 18 e muita coisa pode acontecer. Há um dilema para o Copom: uma redução alta da taxa pode descontrolar a inflação, mas uma pequena redução de 0,5 p.p. pode ajudar diversos setores com menores juros nas linhas de créditos, mais entradas de capital estrangeiro e até uma redução gradativa dos preços. Além disso, com uma taxa menor, haveria menos ganhadores em cima de juros altos.</p> <p data-end="1232" data-start="1199"><em data-end="1220" data-start="1199">Juliano Soares Lins</em> – Santos-SP</p> <p data-end="1250" data-start="1234"><strong data-end="1250" data-start="1234">Nossa guerra</strong></p> <p data-end="1829" data-start="1252">Por óbvio, a guerra iniciada pelos EUA contra o Irã nos traz preocupação; afinal, este mundo é pequeno. Mas a nossa guerra é com o clima. Enchentes sucessivas e violentas atingem todas as regiões do Brasil. Também lidamos com as queimadas e a mão do homem diretamente ligada ao fogo. Até ciclones e tornados já tivemos. Como vencer essa guerra contra algo tão poderoso quanto a natureza? Dialogando com ela, entendendo suas necessidades e refletindo sobre o que fazer para aplacar sua “ira”. Conseguiremos? Poderia dizer que só o tempo dirá, mas o tempo também está contra nós.</p> <p data-end="1868" data-start="1831"><em data-end="1859" data-start="1831">Marcus Aurelio de Carvalho</em> - Santos</p> <p data-end="1880" data-start="1870"><strong data-end="1880" data-start="1870">Santos</strong></p> <p data-end="2539" data-start="1882">Estamos em 2026, mas os buracos seguem surgindo em número crescente em Santos, além daqueles herdados de anos anteriores. Precisamos de esclarecimento, pelo Poder Executivo, da situação das ruas onde os buracos não são reparados. Eles estão em vários bairros, com cones de sinalização, como se isso resolvesse o problema. O IPTU aumentou, mas falta dinheiro, mão de obra ou material para os consertos? Onde está o respeito ao munícipe, que se vê obrigado a fugir de verdadeiras armadilhas para os veículos e, muitas vezes, arca com gastos imprevistos? Parece que a Secretaria de Obras só faz reparos nos pontos que são denunciados. Onde está a fiscalização?</p> <p data-end="2566" data-start="2541"><em data-end="2557" data-start="2541">Roberto Xavier</em> - Santos</p> <p data-end="2578" data-start="2568"><strong data-end="2578" data-start="2568">Sabesp</strong></p> <p data-end="3013" data-start="2580">Dois anos após a Sabesp ter realizado um serviço de desentupimento e contenção de vazamento, com restituição da calçada em frente ao número 301 da Rua Benjamin Constant, em Santos, o passeio voltou a afundar, deixando várias lajotas soltas e gerando um risco aos pedestres que por ele transitam. Desde o dia 2 de janeiro estamos tentando solucionar o caso com a Sabesp, mas sequer somos atendidos. O descaso é realmente muito grande.</p> <p data-end="3049" data-start="3015"><em data-end="3040" data-start="3015">Ednéia Scrássulo Delfim</em> - Santos</p> <p data-end="3061" data-start="3051"><strong data-end="3061" data-start="3051">Guerra</strong></p> <p data-end="3670" data-start="3063">As forças combinadas dos EUA e Israel mataram o ditador do Irã. Definitivamente, o modo de vencer as guerras mudou no mundo moderno. Rússia e Ucrânia, por exemplo, há anos lutam usando drones. Dessa forma, entendo que não seja mais necessário o uso de milhares de jovens inocentes em campos de batalha, lutando uns contra os outros porque assim decidiram seus líderes. Cada líder deve responder por suas decisões, algo mais justo. Imaginemos: se na Segunda Guerra Mundial os ingleses dispusessem das condições atuais e eliminassem Hitler, não teríamos que lamentar até hoje as mais de 60 milhões de vítimas.</p> <p data-end="3709" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3672"><em data-end="3698" data-start="3672">Lázaro Biazzus Rodrigues</em> - Mongaguá</p>