(Matheus Tagé/AT) Fila da balsa Com relação aos problemas causados aos usuários da travessia Santos-Guarujá, devo lembrar a quem desejar processar a empresa responsável por eventuais prejuízos que o correto é cobrar o CPF e não o CNPJ. A empresa não tem absolutamente culpa de nada, posto que ela não tem vida própria. Sendo assim... Pedro dos Santos Neto - Santos Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Vergonha A coluna Dia a Dia destacou no dia 19 que a Câmara Municipal solicitou devolver o prédio da Escola Acácio de Paula Leite Sampaio à Prefeitura de Santos, após não ter sido capaz de recuperá-lo e utilizá-lo como sede da Escola do Legislativo e Cidadania. A Prefeitura respondeu que não aceita de volta. Enquanto o impasse persiste, o imóvel segue abandonado e deteriorado. Já no dia 26, fomos informados de que o Memorial José Bonifácio está fechado há mais de um ano devido à falta de manutenção. É inacreditável que a previsão de reabertura seja apenas para o segundo semestre do próximo ano. Ao ler essas notícias, fico em dúvida se os políticos agem assim por má fé ou por incompetência. Maria de Fátima Alves dos Santos - Santos Leis (1) A lei municipal voltada a pessoas com hipersensibilidade auditiva e que visa disciplinar abusos em Santos é complexa. Questiono, principalmente, o grande volume de leis em vigor, sendo que algumas delas são descartáveis. Vivemos em um país com 25% da população na fila de fome e miséria, com dívida impagável de R\$ 9 trilhões e carências de todo tipo. O brasileiro tem pressa e é necessário priorizar as carências, ensinar o cidadão a pescar e demonstrar que o trabalho constrói. Assim, ele não dependerá de filas, abonos e cotas. Competir é parte da vida para que mais tarde, no pôr do sol, não tenhamos de nos queixar de uma mixaria de aposentadoria. Valter José Vieira - São Vicente Leis (2) Sobre projeto de lei da vereadora santista Telma de Souza (PT) para melhorar as condições dos acompanhantes de pacientes, apesar das boas intenções, entendo que ela deveria ter visitado os hospitais públicos e privados da Baixada Santista para conhecer a rotina de internação dos pacientes e como é feito o acolhimento aos acompanhantes. Um leito, depois da alta, precisa passar por desinfecção antes que uma nova internação ocorra. Imagine se ele for ocupado por um acompanhante e no meio da noite haja necessidade de desocupá-lo para que seja feita a desinfecção e posterior ocupação por outro paciente? Há hospitais com quartos onde cabem confortavelmente quatro camas, mas são colocadas seis devido à necessidade de oferta de vagas, o que torna o ambiente com pouco espaço de circulação aos profissionais da Saúde. Sugiro o uso de poltronas reclináveis ou pequenos sofás aos acompanhantes. Abomino a falta de empatia com familiares dos doentes, porém precisa haver bom senso. Sandra Maria Tamashiro - São Vicente Opinião Vendo a descabida e desastrada defesa feita pela deputada federal de nossa região a respeito do inelegível, agora também indiciado pela Polícia Federal devido à armação de golpe de Estado, fica comprovado que a maioria do povo de Santos fez a escolha certa no segundo turno das eleições municipais. Lamentável. Richard Ghibu - Santos Violência contra mulher A última segunda-feira foi marcada por ser o Dia da Luta pela Eliminação da Violência contra a Mulher. Não se trata de um dia comemorativo, embora o número de casos de feminicídio em algumas localidades tenha caído, pois é uma vergonha celebrar a queda dessa violência, que nunca deveria ter existido. Enquanto tiver um só caso em que a mulher sofra violência pelo único fato de ser mulher, não teremos o que comemorar. Essa violência geralmente é cometida por pessoas covardes, que prevalecendo de sua natureza física geralmente mais forte que as vítimas praticam essas atrocidades com desculpas apoiadas no ciúmes, na possessão e no autoritarismo. Paulo Lacerda - São Vicente Ainda estão nisso? Com a estreia do ótimo filme Ainda Estou Aqui, a ditadura militar volta a ser citada nas redes sociais, com postagens explicando a história retratada brilhantemente no filme. Além do filme, existe também o fator Bolsonaro, que figura nas notícias por uma grande conspiração contra a democracia, um erro horrível e que se torna ainda maior quando há a descoberta de uma conspiração para matar três pessoas. Trata-se de um reflexo do que é uma ditadura. Nela, se você não concorda com a opinião de quem está no poder, há dois caminhos: exílio ou tortura. O filme mostrou qual caminho eles preferiam. O simples fato de eu poder escrever esse texto mostra como a democracia é crucial em nossas vidas. Kauê Rocha - Santos