(Arquivo/PMS) Final dos tempos Incêndios no Pantanal, enchentes no Sul e a seleção jogando aquele futebolzinho. Final dos tempos... Oremos! João Horácio Caramez - Santos Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Santos FC (1) É indiscutível a qualidade técnica de alguns jogadores do Santos, mas bastante questionável a titularidade de outros que sempre são trocados para o time melhorar. O desentrosamento é visível, principalmente quando o Peixe vai ao campo adversário, com recuos de bola constantes e lançamentos para ninguém. Os adversários dão um show de fôlego e entrosamento, com jogadas ensaiadas e infiltrações na defesa santista. Esse sucesso só é atingido com treinamento e a responsabilidade é da direção técnica. Qualquer esporte coletivo treina intensamente antes de competir, mas há boatos de que o Santos treina pouco, como se os atletas fossem os melhores por estarem vestindo uma camisa que já encantou o mundo. Camisa não ganha jogo e aumenta a responsabilidade de quem a utiliza. O técnico atual é fraco e os medalhões anteriores, piores ainda. Sugiro tentar pessoas novas e com motivação, como o Elano, como exemplo. Hernani Pinto de Lemos Junior - Santos Santos FC (2) No Santos, a sequência de dois jogos sem perder, com uma vitória na Vila e um empate como visitante, deu uma sobrevida ao técnico Fábio Carille após quatro derrotas consecutivas. Mas o desempenho em campo segue muito abaixo do esperado. A fase conturbada é impulsionada por uma série de fatores. O clube subestimou a importância da parte física na Série B e entrou no modo “zona de conforto” após o vice paulista. Agora, diante de uma situação adversa na tabela, distante três pontos do líder América-MG, o Santos precisará lidar com a pressão para voltar ao G4 e não perder os primeiros colocados de vista. No ano passado, seis times chegaram na última rodada brigando pelo acesso d tudo leva a crer que será assim em 2024. Avaí, Guarani, Coritiba, Brusque, Amazonas, Vila Nova, Ponte Preta e Guarani (2 vezes) já trocaram de treinador. Carille que se cuide! Guilherme Rodrigues Simões - Santos Segurança (1) Segurança é tema sério e de ímpar relevância. Se existirá “zona de segurança máxima” em Santos, essa novidade implica reconhecimento de segurança mínima em todas as outras zonas. Não há de ser seletivo, tampouco temporário, e sim igualitário e permanente. Nicanor Rocha Silveira - Santos Segurança (2) Coisas estranhas acontecem neste Brasil varonil. A nova secretária de Segurança de Santos disse que promoverá mudanças estruturais para melhoria na Cidade. Já os responsáveis pelo sistema de transporte férreo tiveram a excelente ideia de aumentar alguns metros nos lados das linhas férreas para “coibir furtos”. O estranho é que nenhuma dessas partes falou em cobrar dos congressistas, os quais são pagos regiamente por todos nós, leis mais duras contra esses criminosos. O que impediu essa atitude? Pedro dos Santos Neto - Santos Paz Todos querem paz, mas o que fazem para tê-la? Para uns, ter paz é possuir dinheiro e gastá-lo como achar melhor. Para outros, é ter sólido emprego e vida familiar tranquila. Para poucos, ter paz é algo mais amplo. São os que anseiam pelo entendimento entre os semelhantes, aceitando-se uns aos outros como são. Esses trilham o caminho do amor fraterno e são percebidos aqui e acolá como pessoas de bem. O mundo precisa desse tipo de paz, com seus habitantes, como atores do teatro da vida, a desempenhar o papel que lhes cabe, sem ódio, inveja, rivalidade e malquerenças. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania Zeca Pagodinho Inaceitável o deboche do esquerdista Zeca Pagodinho ao saber que “estava rico” por receber aposentadoria de R\$ 4 mil da Previdência. Milhões de brasileiros gostariam de receber mensalmente esse valor como forma de suprir as necessidades básicas. Se o Zeca, queridinho da mídia, acha que R\$ 4 mil são “nada”, avalie os brasileiros que vivem com o salário mínimo de R\$ 1.412,00. Parece que os Zecas, Ivetes, Ludmilas, Xuxas, Chicos e outros que nadam na grana arrotam nacionalidade, mas moram no exterior sem preocupação com o País. Para eles, R\$ 4 mil são dinheiro de pinga. Evandro Duarte - Santos Corrupção Primeiramente, devemos ser honestos em não generalizar todos os postos de combustíveis. Há quem, deliberadamente, se utilize dos estabelecimentos para malfeitos. Em diversas situações ligadas a casos de corrupção, é possível observar postos citados como “lavadores” do dinheiro. Foi assim na Lava Jato, agora no caso do desembargador do TJ-SP e do crime organizado. E aquele que se utiliza sistematicamente dos postos de combustíveis para conseguir uma nota fiscal fria é tão corrupto ou mais, pois se vale de sua áurea de honestidade para perpetrar e alimentar esse círculo vicioso do crime. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos