<p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.433678" attr-version="policy:1.433678:1730417072" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.433678/Captura de tela 2024-09-11 135529.png?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">(Rafael Ribeiro/CBF)</span></p> <p data-end="18" data-start="0"><strong data-end="18" data-start="0">Infraestrutura</strong></p> <p data-end="738" data-start="20">O cruzamento da Rua Ana Santos com a Avenida Nossa Senhora de Fátima vive alagado, com as calçadas intransitáveis e pedestres se arriscando ao dividir a ciclovia com as bicicletas e mais as motocicletas que invadem essa faixa para poder transpor o trecho alagado. Trata-se da lei do mais forte, parece terra de ninguém. Para piorar, a 900 metros do local temos a Prefeitura Regional da Zona Noroeste. Agora, para que ela serve? Talvez em 2028, ano eleitoral, algo seja feito. Enquanto isso, os buracos no leito carroçável e a água vão danificando suspensões, pneus e latarias dos veículos no referido cruzamento, causando prejuízo a quem paga o IPVA e vê parte desse tributo voltar ao município. Um verdadeiro descaso.</p> <p data-end="774" data-start="740"><em data-end="774" data-start="740">Silvio Alonso Hernandes – Santos</em></p> <p data-end="789" data-start="776"><strong data-end="789" data-start="776">Congresso</strong></p> <p data-end="1294" data-start="791">Temos visto o quanto parte do Congresso trabalha para impedir o crescimento do Brasil e a diminuição das contas públicas. É uma aberração atuar em benefício próprio, aumentando impostos, criando burocracias desnecessárias e elevando o fundo partidário. Precisamos reverter esse quadro. Como? Não reelegendo em outubro nenhum desses políticos de carreira que aparecem em escândalos e depois pegam helicópteros, abraçam prefeitos e vereadores e pedem votos. Ou renovamos tudo ou a coisa ficará ainda pior.</p> <p data-end="1332" data-start="1296"><em data-end="1332" data-start="1296">Daniel Marques – Virginópolis (MG)</em></p> <p data-end="1345" data-start="1334"><strong data-end="1345" data-start="1334">Racismo</strong></p> <p data-end="2156" data-start="1347">Os esportes mudam, o padrão se repete e a complexidade jurídica global revela um contraste importante. No Brasil, o racismo é crime inafiançável e imprescritível. Na Europa, leis contra discurso de ódio são rigorosas, mas dependem da identificação individual do agressor. A lei existe, mas a aplicação varia. E a reincidência revela que punição simbólica não gera transformação estrutural. E nesse ponto que Vinícius Junior muda o jogo. Ele não aceita o “faz parte”. Ele internacionaliza o debate. Ele pressiona federações, patrocinadores e tribunais a se posicionarem. Ele transforma o constrangimento em pauta global. O que antes era tratado como episódio isolado agora é reconhecido como problema sistêmico. Não é sobre um jogador. É sobre um sistema. Entre leis, protocolos e realidade, onde está a falha.</p> <p data-end="2184" data-start="2158"><em data-end="2184" data-start="2158">Jorge Fernandes – Santos</em></p> <p data-end="2201" data-start="2186"><strong data-end="2201" data-start="2186">Futebol (1)</strong></p> <p data-end="2980" data-start="2203">O Santos Futebol Clube vive de improviso. Mas não o improviso de um drible ou de uma jogada inesperada. Vive o improviso de uma agremiação administrada sem um projeto claro, que investe milhões em jogadores decadentes, sem demonstrar convicção e coerência na hora de contratar. De brinde, recebeu um transfer ban da Fifa após empurrar com a barriga até não poder mais o pagamento de João Basso ao Arouca, de Portugal. O clube não foi surpreendido com a punição, ao contrário do discurso adotado pela diretoria. O clube foi simplesmente castigado. As narrativas se repetem: o presidente fala em reconstrução; o treinador fala em aprendizado. O Santos, de fato, aprendeu tanto a sofrer que transformou o sofrimento em rotina. Mas o último capítulo é sempre o mesmo. Sempre cruel.</p> <p data-end="3019" data-start="2982"><em data-end="3019" data-start="2982">Guilherme Rodrigues Simões – Santos</em></p> <p data-end="3036" data-start="3021"><strong data-end="3036" data-start="3021">Futebol (2)</strong></p> <p data-end="3400" data-start="3038">Certamente, Juan Pablo Vojvoda não deu liga no Santos. Com um esquema tático e uma equipe a cada jogo, não se podia esperar uma equipe entrosada. Treinar o Fortaleza não é o mesmo que comandar uma equipe do eixo Rio-São Paulo-Minas. A cobrança sobre imprensa, torcida e jogadores é totalmente outra. Caso seja demitido, que seja agora e não no meio da temporada.</p> <p data-end="3441" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3402"><em data-end="3441" data-is-last-node="" data-start="3402">Sergio da Rocha Soares Filho – Santos</em></p>