O leitor Marcus Aurelio de Carvalho, de Santos, escreveu sobre Donald Trump (Divulgação) Exibicionismo Além do quebra-quebra do 8 de Janeiro, a população tem mais um motivo para se envergonhar. O retorno da prática de adulterar escapamentos de motos tem deixado, principalmente, pessoas idosas, doentes e animais sem o sossego e descanso necessários nas madrugadas. Na Zona Noroeste de Santos, a noite de Natal foi um inferno. Peço que as autoridades competentes possam coibir esses infratores, baderneiros e exibicionistas com punições para que a paz retorne ao nosso convívio o mais rápido possível. Ghislaine de Oliveira - Santos Trump: só ódio O articulista Arnaldo Pazetti, em sua crônica “Trump: amor e ódio”, destacou a arrogância como um dos traços mais evidentes da personalidade do próximo presidente dos EUA. Obviedade dizer que essa característica também é marcante em uma parcela significativa de seus eleitores. No rastro da arrogância, desponta a avocação, outro traço profundamente enraizado na identidade dos norte-americanos. Se analisarmos com atenção, o discurso de não priorizar as mazelas do mundo reflete também uma tentativa de subjugar aqueles que já se encontram em situação de vulnerabilidade. Não gosto do Trump e se fosse americano não teria ajudado a elegê-lo. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Daniel Silveira Daniel Silveira perdeu o mandato, foi preso e virou fantoche na mão do Alexandre de Moraes. Um espelho da “ordem e do progresso” no Brasil, país “sem privilégios”. A nova prisão do ex-deputado seria algum tipo de obsessão? Marieta Barugo - São Paulo Jornalismo O exercício profissional de um jornalista é muito importante e deve ser levado a sério. Foi esclarecedora a entrevista concedida por Alexandre Garcia, ao completar 84 anos, à filha Júlia Garcia, que lhe perguntou “o que diria para o seu neto se ele quisesse ser jornalista?” Resumidamente, repasso a resposta: “O jornalista é escravo de verdade, fiel à verdade, ética, com responsabilidade e sem invenções com o que diz ou escreve, sem alterar os fatos. A nobre função do jornalista é sempre divulgar a veracidade dos acontecimentos”. Humberto Schuwartz Soares - Vila Velha (ES) Lição para o mundo Já tive oportunidade de me opor, nesta coluna, a uma comparação entre Islândia e Brasil gerada a partir de uma opinião eivada de parcialidade política. Em contraste, agora, entra em cena Botsuana, na África. Num mundo tão conturbado política e ideologicamente, o presidente Mokgweetsi Masisi, após derrota na eleição, fez um discurso reconhecendo o resultado, sem questionar o sistema eleitoral, a mídia ou qualquer teoria conspiratória, colaborando de imediato com uma tranquila transição de governo. Assumiu que errou aos olhos do povo: usou recursos de forma inadequada, enfrentou acusações de corrupção e falta de postura presidencial. Uma demonstração patente de que a democracia é o mais importante regime de governo, onde se pode corrigir o curso quando seus governantes não cumprem com as expectativas. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Tempo de tolerância Que os sentimentos de união, amor, felicidade, caridade e bondade estejam sempre juntos nesta época, quando comemoramos o nascimento Daquele que veio nos mostrar que devemos viver em paz. Que todos os sonhos sejam realizados. Feliz Natal e Boas Festas! Roberto Paulino - Santos Estudo No exercício de qualquer profissão, é preciso que as pessoas tenham consciência do quanto também podem mudar. Estudem e se atualizem para acompanhar o progresso que observam no ambiente de trabalho. Nunca é tarde demais para estudar. As pessoas podem e devem procurar obter mais conhecimento, melhorar a cultura, o que é muito importante. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania