<p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.215157" attr-version="policy:1.215157:1751589087" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.215157/legacy_image_264773.jpg?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">(Marcello Casal Jr./Agência Brasil)</span></p> <p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-end="23" data-start="0"><strong data-end="23" data-start="0">Falas e pensamentos</strong></p> <p data-end="649" data-start="25">Sobre afirmações que li neste espaço, cabe frisar que “irracionais” não discursam na ONU nem são convidados para reuniões do G7. Além, disso, quem seria o “outro” candidato sugerido: Zema, Caiado ou, quem sabe, Cláudio Castro? Como afirmar que vivemos atualmente tal qual 1964? Onde estão os desaparecidos, torturados, mortos e órgãos de repressão? Quem está preso tentou golpe de Estado e quem está no exterior fugiu para não responder à Justiça brasileira. Por fim, sobre o Banco Master, importante frisar que ele não começou na Bahia, mas sim no Amazonas, em 1974, e só virou Master em 2019, na transição Temer/Bolsonaro.</p> <p data-end="673" data-start="651"><em data-end="673" data-start="651">Rubem Silva - Santos</em></p> <p data-end="695" data-start="675"><strong data-end="695" data-start="675">Carros elétricos</strong></p> <p data-end="1146" data-start="697">Importante o artigo de Celso Ming em A Tribuna sobre os poucos carregadores ultrarrápidos disponíveis no País. A maioria é lenta e demora horas para carregar um carro elétrico, só que a demanda por este tipo de veículo é grande. Mesmo com a venda de carros elétricos no Brasil tendo triplicado, o número de carregadores continua o mesmo. Como atender o público dessa forma? Quem tem um carro elétrico e faz uma viagem vai enfrentar muitos problemas.</p> <p data-end="1176" data-start="1148"><em data-end="1176" data-start="1148">Cláudio Magalhães - Santos</em></p> <p data-end="1196" data-start="1178"><strong data-end="1196" data-start="1178">Escárnio total</strong></p> <p data-end="1795" data-start="1198">Sob a batuta de Davi Alcolumbre, o Legislativo apertou o botão vermelho da irresponsabilidade fiscal e lançou o Brasil às favas. Foi aprovado um financiamento “de pai para filho” a dívidas do setor rural, está em pauta um reajuste salarial de 275% a médicos e dentistas e ainda há uma PEC para conceder aposentadoria especial a cerca de 370 mil agentes de saúde, com reajustes da ativa. Parece represália tipo máfia siciliana. A pauta-bomba de Alcolumbre fará com que a dívida pública feche já em 2026 com 106% do PIB, exaurindo a possibilidade de investimento nas reais necessidades da população.</p> <p data-end="1836" data-start="1797"><em data-end="1836" data-start="1797">Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos</em></p> <p data-end="1847" data-start="1838"><strong data-end="1847" data-start="1838">Porto</strong></p> <p data-end="2417" data-start="1849">Além dos custos com VTS, navio Professor W. Besnard e túnel, leio que a Autoridade Portuária pode bancar a instalação do novo terminal de passageiros no Valongo. Fica a pergunta: por que não aumentar o investimento em pesquisa e desenvolvimento para hierarquizar prioridades, racionalização e redução de energia e priorizando a expansão para águas profundas, conforme tendência global dos grandes portos? Outro foco deveria ser a elaboração de planos logísticos para melhorar a integração e interação dos componentes do Porto com as cidades e suas áreas de influência.</p> <p data-end="2454" data-start="2419"><em data-end="2454" data-start="2419">Aluisio de Souza Moreira - Santos</em></p> <p data-end="2479" data-start="2456"><strong data-end="2479" data-start="2456">Educação financeira</strong></p> <p data-end="3049" data-start="2481">Há cerca de 20 anos, a educação financeira ganhava força e prometia levar os jovens e as famílias a um novo estágio de desenvolvimento econômico. Gerir um orçamento doméstico, evitar juros e dívidas, mais com menos, viver melhor. Isso me encantou. O que temos hoje? Alienação financeira. O primeiro milhão, o lucro rápido, pirâmides, golpes, explorar o próximo e apenas guardar e guardar mais para, a cada dia, ficar mais rico. A quem interessa? E o que as pessoas têm conseguido? Frustração, ansiedade e burnout travestidos de sucesso. Quem, no fim, ganha de verdade?</p> <p data-end="3075" data-start="3051"><em data-end="3075" data-start="3051">Ricardo Murça - Santos</em></p> <p data-end="3091" data-start="3077"><strong data-end="3091" data-start="3077">Democracia</strong></p> <p data-end="3697" data-start="3093">Quem escreve estas linhas é um convicto torcedor do Santos, com uma vida intrinsecamente ligada ao clube. Contudo, isso não impede um elogio ao Corinthians. Recentemente, o prefeito de Nova Iorque, Zohran Mamdani, exaltou a época da Democracia Corintiana, com especial destaque para Sócrates. Ele lembrou que, em um período ainda sob a ditadura militar, o clube, sob a liderança de Sócrates, do diretor Adilson Monteiro Alves e do presidente Waldemar Pires, iniciou um movimento que transcendeu o próprio Corinthians e, de uma forma ou de outra, atingiu positivamente o ambiente conturbado daquela época.</p> <p data-end="3736" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3699"><em data-end="3736" data-is-last-node="" data-start="3699">Marcus Aurelio de Carvalho - Santos</em></p>