(Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil) Segurança pública A reportagem publicada no dia 19 sobre o Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública de 2024, referente aos dados de 2023, mostra que houve uma queda por três anos seguidos no número de mortes violentas intencionais. Não só isso: desde 2018 há uma tendência de queda, como o próprio Fórum publicou em 2020. Além disso, segundo os dados oficiais, há um aumento de 227% no registro de armas de fogo no Sinarm desde 2017. Apesar de uma clara tendência de aumento do registro de posse de armas e de uma clara tendência de queda nos homicídios, tenho certeza que ainda veremos muitas matérias relacionando o número de mortes com o aumento das armas registradas, o que é cientificamente impossível. Está na hora de acabarmos com esse mito e já há dados no Brasil que permitem eliminá-lo de vez. João Paulo Calife Vernieri - Santos Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Parque Valongo Demorou 20 anos para Puerto Madero deixar de ser uma das zonas mais deterioradas de Buenos Aires, repleta de destroços, entulhos e ruínas, para se tornar um dos pontos mais visitados da Argentina. Isso foi possível graças à criação de uma empresa igualitária dos governos nacional e local para uma intervenção naquela área, salvando-a da decadência. O fato de vários empresários terem acreditado no projeto e investido centenas de milhões de dólares em hotéis, lojas comerciais, prédios residenciais e de escritórios impulsionou definitivamente o sucesso de Puerto Madero. O Porto Valongo, há décadas sonhado e inviabilizado por querelas políticas dos donos de plantão no Governo Federal, somente agora passou a respirar ar puro, dando sinais de vida consciente e responsável. Não cabe ceticismo ou críticas neste momento. O que importa é nos solidarizarmos com o primeiro passo já dado, de forma alentadora e positiva. Projetos dessa envergadura são demorados e custosos. Nossa querida Santos agradecerá. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Reforma tributária A reforma tributária, depois de mais de 40 anos, foi corajosamente levada adiante pelo Governo Lula. Na gestão passada, Paulo Guedes, aquele das duas granadas no bolso do funcionário público, enviou projeto que instituía o tributo CBS, com alíquota de 12%, em substituição ao PIS e à Cofins, ambos impostos de responsabilidade do Governo Federal, e os estados não participariam da nova reforma. Ou seja, o CBS teria arrecadação exclusiva para a União. Na efetiva reforma tributária, para acomodar as necessidades dos governos estaduais, foi criada a alíquota IBS, agregada em uma única alíquota IVA máxima de 26,5%. Esses são os números, essa é a verdade, o resto é ladainha do “zapzap”. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Memórias e tecnologia Na última semana, uma carta de Adalberto Alves me deu créditos sobre um evento que estamos organizando para homenagear o nosso querido Colégio Canadá, em seus 90 anos de existência. Gostaria de compartilhar este reconhecimento com o grupo organizador, do qual fazem parte Cristiane Delgado, Leda Fonseca, Braz Antunes e Flávio Viegas, todos dando o melhor. Mas foi graças às redes sociais que conseguimos localizar e conectar um vasto grupo de ex-alunos que, utilizando as ferramentas do Facebook, possibilitou o encontro virtual de várias gerações que passaram pela escola. Hoje, nossa comunidade virtual, orgulhosa de ter esse passado em comum, celebra a alegria e orgulho de ser canadense. Karl K. Bagger - Santos Política Eu gostaria de saber o motivo de, no Brasil, as leis mais duras para a direita andarem bem devagar, quase parando, enquanto para a esquerda, além de tudo andar mais rápido, parecem ser sempre mais duras. Falo isso por ver e ouvir diariamente provas do que o inelegível fez quando ainda era presidente e até não sendo mais. Quase todos os dias as TVs e os jornais mostram para o povo o que a família Bolsonaro fez. Até os advogados, que deveriam defendê-los, estão implicados. Isso tudo porque o povo o colocou, por 28 anos, numa cadeira na Câmara Federal. Josemilton de S. e Silva - Guarujá O tempo passa! Adoro ler A Tribuna todos os dias, pois sei que ela conta com jornalistas de alto gabarito. Gosto muito da coluna A Tribuna nos anos 80, pois nela é possível constatar que nada mudou e as coisas continuam as mesmas. Também posso ler missivistas que sonham com Bolsonaro e extrema direita. Eles, de esquerda, é que deliram. Há casos que nem vale a pena discutir. Sempre existiu polarização no Brasil e quem conhece um pouco de história sabe disso. Antes era PT x PSDB, até os tucanos mostrarem realmente quem são, o que inclui um ex-governador, que já teve meu voto e hoje posa com boné do MST. Petistas esquecem tudo o que fizeram e taxam os de direita daquilo que sempre foram. Bolsonaro ficou inelegível por uma reunião com embaixadores. Pode isso? André Durante - São Vicente