<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-end="18" data-start="0"><strong data-end="18" data-start="0">Ensino público</strong></p> <p data-end="825" data-start="20">Participo da política do meu país como cidadão e me importo com a sociedade ao ponto de nunca ter conseguido dizer “esse é o meu candidato” com tranquilidade. Talvez porque considere a educação algo primordial. E talvez por isso ainda não consegui enxergar muitos homens públicos tratando-a como prioridade real. Até mesmo professores e pessoas vindas da própria área da educação, durante campanhas, acabam frequentemente priorizando disputas individuais e temas que geram mais visibilidade e votos. A educação costuma aparecer no discurso, mas raramente ocupa o centro das transformações. Defendo a educação como fim: o caminho pelo qual todos os outros meios deveriam ser usados para o benefício da sociedade. Porque sem educação transformadora, o restante costuma ser apenas administração de problemas.</p> <p data-end="851" data-start="827"><em data-end="851" data-start="827">Ricardo Murça - Santos</em></p> <p data-end="867" data-start="853"><strong data-end="867" data-start="853">Militância</strong></p> <p data-end="1206" data-start="869">Professores que são políticos, políticos que são professores. Esquerda x direita. Isso não é doutrinação ideológica? Aqueles são contra escolas cívico-militares são os mesmos que apoiam institutos federais. Não podemos aceitar como normal haver dois pesos e duas medidas. Temos que formar futuros cidadãos, não formar futuros militantes.</p> <p data-end="1246" data-start="1208"><em data-end="1246" data-start="1208">Luiz Guillermo R. B. Fierro - Santos</em></p> <p data-end="1265" data-start="1248"><strong data-end="1265" data-start="1248">Copa do Mundo</strong></p> <p data-end="1867" data-start="1267">A cada quatro anos, o mundo paralisa diante do altar absoluto do futebol. Um território onde alguns desembarcam como soberanos e partem relegados ao esquecimento, enquanto outros sequer tocam a glória, sucumbindo antes do primeiro grande teste. É nesse tablado que impérios caem, estrelas despertam e lendas gravam seus nomes na eternidade. A história prova que nem mesmo os predestinados escapam do abismo. Afinal, a Copa nunca foi um mero torneio; é um campo de batalha entre nações. Um solo sagrado onde orgulhos são despedaçados, gigantes vão ao chão e somente os eternos alcançam a imortalidade.</p> <p data-end="1903" data-start="1869"><em data-end="1903" data-start="1869">Gilberto Pereira Tiriba - Santos</em></p> <p data-end="1920" data-start="1905"><strong data-end="1920" data-start="1905">Santos 500+</strong></p> <p data-end="2429" data-start="1922">Foi com certa preocupação que li que o evento Santos 500+ de sexta-feira será o último. Falo isso porque os assuntos discutidos são da maior importância para o desenvolvimento da região. Peço a todos que não deixem que o sonho de milhares de santistas morram nem que as melhorias tão debatidas e assumidas pelas autoridades presentes nos fóruns sejam esquecidas, em especial o túnel Santos-Guarujá. Nossos filhos e netos terão muito a ganhar com a realização de obras tão discutidas para o futuro da região.</p> <p data-end="2474" data-start="2431"><em data-end="2474" data-start="2431">Rogério Luiz F. de Oliveira - São Vicente</em></p> <p data-end="2488" data-start="2476"><strong data-end="2488" data-start="2476">Política</strong></p> <p data-end="3099" data-start="2490">“Observamos seu otimismo em relação às próximas eleições de outubro e sua generosa oferta de colocar uma equipe de transição à nossa disposição, caso seja eleito”. A frase acima é do secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, e consta da carta enviada por ele ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência. Inacreditavelmente, um senador que pleiteia governar o Brasil oferece uma equipe de transição à disposição de outro país. A indignação, a estupefação, a ojeriza e o asco que esse conteúdo desperta em mim não me permitem dar sequência ao meu texto sem incorrer em impropérios.</p> <p data-end="3138" data-start="3101"><em data-end="3138" data-start="3101">Marcus Aurelio de Carvalho - Santos</em></p> <p data-end="3150" data-start="3140"><strong data-end="3150" data-start="3140">Golpe?</strong></p> <p data-end="3635" data-start="3152">Acho interessante, na narrativa da esquerda festiva, o uso da palavra golpe. Para eles, um monte de pessoas, incluindo vendedores de cachorro quente e mulheres com batom, são golpistas, mas aqueles que pegaram em armas e tentaram instaurar o comunismo no Brasil são heróis. Estes últimos mataram, roubaram, foram anistiados e ganham dinheiro para isso. Além disso, a esquerda tem o descondenado, que sempre está no poder quando estouram os maiores escândalos de corrupção desse país.</p> <p data-end="3666" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3637"><em data-end="3666" data-is-last-node="" data-start="3637">André Durante - São Vicente</em></p>