Pode isso? É maçante ler e ouvir o discurso da esquerda festiva fashion, aquela que adora Paris para morar, e nunca Cuba. E o que falar da extrema esquerda, que de tão velha é jurássica? Ambas não viram que o mundo mudou, distorcem fatos e esquecem que tentaram matar candidato a presidente. Fizeram o “nós contra eles” e não têm um projeto de governo, só de poder. Os maiores escândalos de corrupção foram e são nos governos do PT. Um grupo que pegou em armas e fala em democracia. Logo eles, que batem continência a Gaddafi, Fidel, Maduro e Chávez. André Durante - São Vicente Impunidade nacional Os políticos de partidos de extrema direita no Congresso, alguns ministros do STF, autoridades e empresários nefastos que vivem criticando o governo enquanto se beneficiam das isenções fiscais transformaram Brasília e o andar de cima da República numa orgia. Há tentáculos poderosos que conseguem protegê-los, com plena impunidade. As denúncias se multiplicam, com áudios de candidato à Presidência pedindo milhões de reais ao dono do Banco Master e um deputado federal conversando com esse mesmo banqueiro e demonstrando tanta intimidade que o chama de Dani. Mas, por mais imoral que sejam os fatos e as denúncias, poucos serão investigados, julgados e condenados. Rafael Moia Filho - Bauru (SP) STF O comício de 7 de setembro travestido de manifestação em São Paulo, com direito a discurso do candidato Flávio Bolsonaro, escancarou a maior obsessão deles: implodir o STF. Pelas falas de todos, se ganharem a eleição, terão cinco ministros novos no STF alinhados ao superevangélico. Caso percam, mas consigam um Senado favorável a eles, os nomes dos indicados por Lula serão todos reprovados, como foi com Jorge Messias. Sendo vitoriosos para presidente e com ampla maioria no Senado, a destruição da democracia será rápida e irreversível. Comemorar a Independência do Brasil com um boneco inflável gigante de Donald Trump deixou evidente, além da contradição inexplicável, que há um alinhamento visceral com o presidente dos EUA, que só se interessa pelo fim da nossa soberania. Antonio Sergio de Jesus - São Vicente Eleições O presidente do Senado, constitucionalmente, é único que, democraticamente, tem o dever e a obrigação de alertar, punir ou desfazer deslizes do STF quanto à Constituição. O STF é o guardião da Carta Magna, mas é useiro e vezeiro em desrespeitá-la sem sequer ser importunado pelo presidente do Senado, devido à sua omissão. Há dezenas de pedidos de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, mas o comandante do Senado os engaveta ao invés de colocá-los na pauta. Precisamos renovar, elegendo em outubro só os candidatos ao Senado sem vínculo partidário ou pessoal com o atual presidente do Brasil. Humberto Schuwartz Soares - Vila Velha (ES) Gestão portuária Enquanto os gestores debatem estacionamentos, cruzeiros e obras demoradas e cheias de carências, a comunidade portuária clama em constantes matérias publicadas por A Tribuna por uma visão sistêmica do Porto de Santos. O Brasil deixa de gerar empregos e riquezas por falta de estratégia. Até quando o setor será liderado por discursos de comunicação em vez de gestores com metas claras, autonomia administrativa e financeira para entregar o que a sociedade precisa? Aluisio de Souza Moreira - Santos Primeiro golpe Erudito, dinâmico e à frente de seu tempo, o imperador dom Pedro II foi derrubado pelo primeiro golpe militar do Brasil, orquestrado pela elite conservadora da época. Esse episódio inaugurou uma cultura golpista que se estende até hoje. Os herdeiros dessa oligarquia apoderaram-se das estruturas do Estado e das terras devolutas do País. Gilberto Pereira Tiriba - Santos