(Bruno Vaz/Santos FC) Punições exemplares O recente caso dos pacientes transplantados que receberam órgãos de doadores portadores do vírus HIV abalou profundamente a credibilidade do processo de doação. A recuperação dessa credibilidade só estará completa com a punição dos envolvidos. Mais do que qualquer outro escândalo, este exige punição exemplar dos responsáveis pelo laboratório de análises, além de responsabilização do governador do Rio e de seus secretários, de alguma forma envolvidos nesse lamentável ocorrido. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Propagandas É com muita tristeza que vemos Santos ser um dia muito bonita, com os postes pintados todos de branco, e no dia seguinte notar que pessoas indevidamente colocam seus nomes e telefones com cartazes nos postes, anunciando empréstimos financeiros e criando um ambiente desagradável de poluição visual e danos aos cofres públicos. Depois, cabe à gestão local arcar com as despesas de retirar estes cartazes e voltar a pintar os postes. Cremos que é necessária uma ampla campanha das secretarias municipais no sentido de se coibir e multar estes infratores, fazendo-os arcar com as despesas de remoção dos cartazes e pagando uma nova pintura nos postes. Só deste modo acreditamos que o problema poderá ser solucionado a contento. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania Menina de maio Como uma rosa de aço polido espelhando toda beleza de seu sorriso, vem ficar comigo. Abençoada por Deus, tu és a menina de maio, menina da minha vida. Um anjo no espaço perdido que entre as flores da primavera insiste em se ocultar. João Horácio Caramez - Santos Educação O que está acontecendo nas entradas e saídas das escolas de Santos é algo que só contribui para o trânsito ficar cada vez mais complicado. Algumas pessoas têm a petulância de ficar com o veículo parado no meio da rua, esperando a criança sair ou entrar. São carros estacionados dos dois lados e quem está atrás não consegue passar ao lado. Tudo bem que educação nada tem a ver com a posição social, porém quem faz este tipo de coisa esquece que a criança que vai de carona acabará tendo como exemplo uma pessoa que tenta ser superior na sociedade, achando que poderá fazer o que bem entender quando for adulta. Cesar Tavares da Cunha - Santos Golpe do BC Foi noticiado pela imprensa que ontem era o último dia para o saque de valores esquecidos nos bancos, que somam R\$ 80 bilhões. Em um país onde os órgãos como Receita Federal, Polícia Federal e Supremo Tribunal Federal conseguem localizar praticantes de crimes diversos, por que ninguém consegue achar os correntistas que verão seus valores ficarem sob posse do governo? Ora, se a Justiça Eleitoral consegue se conectar com vários órgãos para impedir sonegações e fraudes de candidatos, como o Banco Central não faz isso por meio do CPF das pessoas e o dinheiro parado passa a ser chamado de esquecido? A quem interessa ficar com esses astronômicos valores pertencentes ao povo? Sugiro à OAB que exige do BC o depósito compulsório desses valores nas contas de seus titulares. Martinho Leonardo - Santos Lei sancionada Quanto ao projeto de lei sancionado sobre o Dia da Música Gospel, nada contra. Mas cadê a capacidade de raciocínio e trabalho da Câmara dos Deputados? O cidadão vota para isso? Os problemas no Brasil acabaram? Ai ai. Volta, Sérgio Porto! Socorro! Jenifer Pinheiro - São Vicente Peixe O hino oficial do Santos Futebol Clube começa com a célebre frase “sou alvinegro da Vila Belmiro”. Será que, nos dias atuais, teremos que mudar a letra para “sou amarelo da Vila Viva Sorte”? Eu, como santista dos mais tradicionais, não gostei de ver a equipe em campo algumas vezes nesta temporada com a camisa amarela. Na derrota contra o Goiás, parece que jogou com essa cor de propósito. E o novo nome do estádio? Perguntem ao atacante Guilherme se a Vila tem dado sorte. Só contra o Mirassol, foram três bolas na trave. Eis aqui o meu protesto. Agostinho Neves - Guarujá Acorda, cérebro! O cérebro humano é surpreendente. Por quatro anos, passa adormecido, sem lembrar em quem votou para prefeito ou vereador. Depois, passa quatro anos sem lembrar quem foram os preferidos para comandar Câmara Federal, Assembleia Legislativa, Senado, Governo do Estado e Governo Federal. Às vésperas do pleito, ele acorda e começa a reclamar dos eleitos ao Executivo. E os integrantes do Legislativo, que não veem seus nomes lembrados em reclamações, se portam como flores que só abrem de ano em ano e acham as ruas novamente. Josemilton de S. e Silva - Guarujá