[[legacy_image_357051]] Crime gravíssimoA disseminação em massa de fake news começou em 2017. A campanha capitaneada por Carlos Bolsonaro percebeu que seu pai, com espaço diminuto nas propagandas de rádio e televisão, precisava de algo a mais para ter chances. Agências foram contratadas e milhões de mensagens acabaram disparadas nas redes sociais e aplicativos de mensagens. Favorecidos pela ignorância e pelo ódio contra a esquerda, os bolsonaristas venceram a eleição. De lá até hoje, o esquema permanece e as fake news continuam sendo utilizadas contra todos que não sejam de direita ou extrema direita. A lista é enorme. Agora, com a tragédia no Sul, elas voltaram para desinformar, desacreditar o que o atual governo está fazendo e, acima de tudo, levar pânico e ódio a todos os cantos. Disseminar fake news é crime e deveria haver punição com máximo rigor. Rafael Moia Filho - Bauru (SP) IrresponsabilidadeQuando o ex-presidente Bolsonaro disse em alto e bom som “chega de mimimi” sobre a pandemia que matava diariamente seres humanos, demonstrava absoluta insensibilidade diante do crescente número de mortes e imitava os doentes que não conseguiam respirar, estaria cometendo atos de irresponsabilidade? Faço essa pergunta ao leitor Zureia Baruch Jr., após ler uma carta dele neste espaço. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Somos todos gaúchosMinha namorada é gaúcha, tenho amigos em Porto Alegre. Por diversas vezes chorei ao ver depoimentos e imagens da querida Porto Alegre que aprendi a amar. Mal consigo dormir angustiado, com coração apertado. Minha namorada está segura, mas de alguma forma todos sofremos com uma tragédia de proporções bíblicas que se abate sobre o Rio Grande do Sul. A sociedade civil, o povo, empresários, todo mundo dentro de suas possibilidades fazendo o possível e às vezes o impossível buscando ajudar. Muitas vezes criticado, o dono da Havan teve duas lojas inundadas em Porto Alegre, não demitiu ninguém, antecipou 13º salário e plano de distribuição de lucros a todos os funcionários. Aqui, eu e meu pai, com seus 92 anos, mandamos via transportadora aproximadamente 300 kg de alimentos. Foi pouco, mas era o que estava ao nosso alcance. Enquanto isso, tem gente torcendo para o Internacional e para o Grêmio e rindo com um possível Plano Marshall. Como eu queria que à frente de nosso país houvesse hoje um Winston Churchill, mas infelizmente temos só um Luíz Inácio. Marcos Mendonça - Santos AgradecimentoElogio e agradeço pelo excelente atendimento que tive na Beneficência Portuguesa de Santos, em cirurgia de correção das pálpebras e suspensão da face que realizei em 15 de abril. Todo o corpo clínico é de excelência. Um elogio especial ao meu médico, o cirurgião plástico Flávio Antônio de Azevedo, pela competência profissional e dedicação em todos os instantes da minha recuperação. A todos, meus parabéns e que Deus os proteja! Roberto Luiz Rufo e Silva - Santos EnchentesSobre o Rio Grande do Sul e as enchentes, é importante destacar que a legislação ambiental foi desmantelada nos últimos anos, diminuindo as reservas legais. A boiada passou e o Leite derramou... O governador de plantão trabalhou muito para que essas mudanças legais fossem aprovadas, sucateou os órgãos ambientais gaúchos, não fez manutenção nas comportas e bombas do sistema de diques do Rio Guaíba e agora posta fotografia impecável com colete da Defesa Civil. Muita coisa deveria ter ser feita preventivamente. Elmar de Paiva Borges - Santos Crítica A expressão “barrigas de borracha” era comumente usada na beira do cais para aqueles que só olhavam para si. No último dia 2, foi aprovado pela Camara Municipal o novo regulamento interno e, pasmem, tiveram a ousadia de implantar o 13º salário. Reforma faraônica, aumento de salário, 13º... Isso tudo sugere que está sobrando muito dos nossos impostos e aquela devolução de dinheiro para a Prefeitura se torna o canto do cisne da vereança santista. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos HomenagemNo último domingo, celebramos o Dia das Mães. Data que lembra a pessoa mais importante em nossas vidas, tão importante que sem ela nós não existiríamos. Aquela pessoa que nos amou e acompanhou desde a nossa fecundação, nos carregou na barriga e nos colocou no mundo em um sublime ato de amor. Que nos amamentou, nos educou e nos preparou para o mundo, sempre lutou pela nossa felicidade, ficava feliz com nossas vitórias e sofria com nossas dificuldades. A minha, em especial, sempre exaltou minha inteligência, meu sucesso e minha beleza, e mesmo sabendo que não era a realidade, mãe é mãe e sempre tem razão. Embora ela não esteja mais presente em corpo físico, nunca morrerá em nossas lembranças pela dedicação, carinho e cuidado que dedicou a mim e a meus seis irmãos. Paulo Lacerda - São Vicente