(SSP/SP/Divulgação) As flores e as cartas de M. Suzane Gil Frutuoso me encantou com sua linda crônica na última edição do domingo+. Não sei se por ter vivido no tempo em que mandar e receber cartas era comum, tenho até hoje o hábito de registrar tudo em cadernos, com letra cursiva, antes de usar o notebook. Já fiz aos meus entes queridos cartinhas surpresas, mandadas pelo Correio, pelo simples prazer de experimentar a sensação gostosa de abrir um envelope lacrado. Para completar, a sugestão da música da banda Melim, Amores e Flores, fechou com chave de ouro a linda crônica. Daisy Zamari Pereira - Santos Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Empreendedorismo na rede de ensino Agradecemos ao jornal A Tribuna por acreditar nos alunos da Escola Estadual Armando Victório Bei e permitir a divulgação, neste espaço, de uma feira de empreendedorismo que eles promoveram recentemente. A iniciativa foi tão assertiva que fomos convidados para outra feira, que será realizada em São Vicente no próximo domingo. O evento contará com a participação da pediatra Keiko Teruya. Ainda neste semestre, trabalharemos o conceito de empreendedorismo com a nossa horta escolar, com o objetivo de complementar a alimentação dos estudantes com temperos e hortaliças orgânicos. No final do semestre, esses itens serão vendidos à comunidade para darmos continuidade ao projeto. Rosangela Ferreira dos Santos Hatz - São Vicente Mecânico ajustador No final de 1964, eu recebi o diploma do primário como 1º lugar da minha classe, 1º lugar no Colégio Walter Scheppis e 3º lugar no município de Guarujá. Em meu peito, havia tantas medalhas que eu até parecia um soldado graduado por méritos. Naquele ano, Jaime Daige era deputado estadual e me perguntou o que eu queria ser como profissional. Como eu gostava muito de mecânica de autos, disse que desejava ser engenheiro mecânico. Em resposta, ele garantiu que a bolsa de estudos seria por conta dele e pediu para que eu me dirigisse à Fábrica de Blocos. Contudo, por não ter como pagar o transporte, fui obrigado a desistir desse sonho. Só não abri mão de ser mecânico e hoje sou aposentado como mecânico ajustador de máquinas pesadas, um cargo que sempre me deixou muito feliz, com direito a uma longa jornada na antiga Cosipa. Josemilton de S. e Silva - Guarujá Quem fiscaliza? Matéria jornalística do portal UOL informa que existem mais de 4 mil reclamações, das mais diversas, no portal Reclame Aqui sobre a empresa aérea Voepass. Não há proatividade das agências reguladoras, não houve da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Imperioso o consumidor registrar as reclamações? Sim, claro, mas o mais importante seria a Anac, por exemplo, ter uma equipe específica para consultar as redes sociais e os sites de reclamações, fazendo uma análise das queixas e conversando com quem reclamou nessas plataformas. É preciso inverter essa ordem e abandonar a reatividade. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Abandono Gostaria de comentar neste espaço a matéria “Mais bebês ficam sem ter pai no registro”, publicada por A Tribuna na última segunda-feira. Esse fato representa um tipo de “aborto” praticado por homens, desde que o mundo é mundo. Essas crianças ficam sem o convívio da figura paterna, que é de fundamental importância na formação do caráter. Isso sem falar do aspecto financeiro, que as pobres mães desamparadas têm que arcar sozinhas, como muito bem explicado na reportagem. Homens “abortam” há muito tempo, não fetos ou embriões, mas crianças de diversas faixas etárias. E, por incrível que pareça, a grande maioria deles é contra a legalização do aborto. Pelo menos é isso que tenho observado como médico há mais de 40 anos. Édison José de Aguiar - Cubatão Uma questão de mobilidade A Tribuna abre este importante espaço para que cada indivíduo possa exercer o direito de se expressar sobre os mais variados assuntos e também como meio de comunicação dos munícipes com os gestores dos municípios da região. Nesse sentido, mais uma vez venho tocar na questão da acessibilidade nas vias de responsabilidade da Prefeitura de Santos, como é o caso da calçada defronte da Escola Leonor Mendes de Barros, na Praça Fernandes Pacheco, no trecho que coincide com a Avenida Marechal Deodoro. Uma placa instalada no local dá conta da reforma da escola, com orçamento de quase R\$ 5 milhões, que, imagino, contemple a reforma dessa calçada, como exige a Lei Complementar 1.087/2019. Cheia de irregularidades, a calçada não oferece hoje condições adequadas para mobilidade de pedestres, em especial pessoas com deficiência visual, cadeirantes e pedestres com carrinhos de bebê. Álvaro Raymundo - Santos