Obed Zelinschi de Arruda falou sobre o fórum A Região em Pauta, que tratou sobre segurança (Vanessa Rodrigues/AT) Nova geração A jornalista Vera Leon, em uma de suas aulas de autoconhecimento, disse que continuamos nascendo com sentimentos, emoções e necessidades que contemplam corpo e alma. A nova geração está desprotegida do que é vício e do que é virtude. Convém ressaltar, no entanto, que essa nova geração que nos sucede vem de um lugar que conhecemos ou deveríamos conhecer: nós mesmos. Estar no mundo, indagar o que é o bem, não ignorar o mal, desenvolver o senso de justiça, praticar a empatia e construir valores são pontos que nos aproximam da virtude. Em tempos não distantes, pedíamos a bênção aos pais, sentávamos todos juntos para comer (o que tivesse), não afrontávamos os mais velhos e limpávamos o quarto, uma responsabilidade que era nossa. Que habilitem a nova geração ao discernimento do que é vício e do que é virtude. É aqui e agora que seremos julgados, segundo as nossas obras. Nossas crianças são nossas obras. J. A. Nogueira de Sá - Santos A Região em Pauta Mais um evento A Região em Pauta, proporcionado pelo Grupo Tribuna, trouxe importante contribuição à população da Baixada Santista. Desta vez, os temas foram Proteção à Vida e ao Patrimônio e Segurança. Diante do exposto, a participação dos munícipes é fundamental para aprimorar a segurança. O programa Vizinhança Solidária é uma eficaz ferramenta que permite aos moradores comunicarem à PM situações suspeitas. Para cada delito, é importante fazer um BO, municiando a polícia para a distribuição do policiamento. Temos vários Consegs (Conselhos de Segurança) para que a população possa denunciar pessoalmente problemas de segurança inerentes ao bairro às autoridades presentes nas reuniões mensais. Para a convivência em harmonia, é imprescindível a participação popular. Como diria Caetano Veloso, “a praça é do povo, como o céu é do avião”. Parabéns à jornalista Arminda Augusto por comandar brilhantemente o evento. Obed Zelinschi de Arruda - Santos Generosidade A benevolência e a solidariedade são fundamentais para construir uma sociedade mais harmoniosa e empática. Quando nos colocamos no lugar do outro e buscamos ajudar, não só estamos contribuindo para o bem-estar coletivo, mas também enriquecendo nossa própria vida. Ao cuidarmos do meio em que vivemos e entendermos como nossas ações impactam os outros, desenvolvemos uma consciência mais ampla e responsável. Isso nos leva a fazer escolhas mais conscientes e a agir de forma mais compassiva. Além disso, praticar a generosidade e ajudar o próximo traz benefícios emocionais e psicológicos para nós mesmos, fortalecendo nossos laços sociais, aumentando nossa sensação de propósito e gratificação pessoal. Se cada um de nós fizer a sua parte, buscando sempre fazer o bem ao próximo, certamente estaremos contribuindo para a construção de um mundo mais justo, solidário e acolhedor. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Sugestão De tanto ler, ver e ouvir falar que os rios, as marés e os oceanos estão cheios de lixo, principalmente garrafas plásticas, gostaria de dar uma sugestão: por que as indústrias plásticas não começam a fazer em conjunto com as prefeituras e os estados uma espécie de “grelhas de plástico”, já que as de ferro são roubadas? Com essas “grelhas” aparafusadas nas guias, como ocorre na frente da minha casa, o local que antes ficava cheio de lixo está bem melhor e nunca mais chamei o serviço de limpeza. Esse serviço, além de sair barato para as prefeituras, diminuiria e muito o emporcalhamento de rios, mares e oceanos. Josemilton de S. e Silva - Guarujá Demora Tenho registrado várias reclamações no setor de Ouvidoria da Prefeitura de Santos. Algumas são atendidas, outras não. A demora no atendimento das reclamações pelos setores responsáveis, na minha opinião, é injustificável e decepcionante. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Postura Concordo com o colega que diz que não há necessidade de o presidente ir ao local da tragédia para ser informado da gravidade dela. Deveria, sim, confiar em seu ministro e agir com rapidez, responsabilidade e respeito, tentando sanar os problemas ou minimizando o sofrimento desse povo. Independentemente de serem vermelhos ou azuis, somos todos brasileiros. Mas o que se viu em muitas ocasiões foi desleixo em relação aos problemas da nação, inclusive com declarações infelizes, como “um dia todos iremos morrer”. É como se você estivesse em sua casa com a família, fazendo churrasco, o imóvel do vizinho pegasse fogo e você dissesse à própria consciência que já mandou ligar para o Corpo de Bombeiros. E se ocorresse na sua casa? Como você gostaria que seu vizinho agisse em relação aos seus? Falta amor ao próximo e sobra para os familiares. Cadê a empatia de um chefe de governo remunerado para com o povo que um dia o elegeu? Arlindo Caseli de Oliveira - Santos