<p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.481895" attr-version="policy:1.481895:1773279784" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.481895/0U9A6824 (2).jpeg?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">(Sílvio Luiz/AT)</span></p> <p data-end="13" data-start="0"><strong data-end="13" data-start="0">Corrupção</strong></p> <p data-end="664" data-start="15">O Brasil está em queda livre, com os poderes envolvidos em corrupção. No Executivo, Lula é chamado de ladrão em aparições e vê o filho Lulinha ser acusado do receber propina. No Legislativo, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, blinda sucessivos pedidos de impeachment e agora vai enfrentar o pedido do seu próprio afastamento pela Comissão de Ética. No Judiciário, o STF, a mais alta corte do País, que deveria ser exemplo na defesa da Constituição, se encontra desgastado e sem credibilidade, com ministros envolvidos no caso Master e advogado pessoal de Lula virando membro. A República virou um mar de lama nunca visto desde sua implantação.</p> <p data-end="690" data-start="666"><em data-end="681" data-start="666">Gilberto Ruas</em> - Santos</p> <p data-end="704" data-start="692"><strong data-end="704" data-start="692">Política</strong></p> <p data-end="1392" data-start="706">Uma carta publicada ontem é exemplar amostra da nossa esquerda, que diz que a direita entrega o retrocesso, mas está presa a obsoletos ideais dos anos 60. Que diz que a direita é avessa à cultura, à universidade e ao pensamento crítico, enquanto domina nossas universidades públicas e reprime opiniões contrárias vindas do corpo discente. Que diz repudiar o ódio, mas classifica todos que pensam diferente como inimigos. Que corretamente critica 1964, mas apoia foices, martelos e ditaduras que lhe convém, ignorando genocídios executados em nome de sua ideologia. Nada mais que uma extrema-direita tingida de vermelho. No quesito democracia, igualdade e liberdade, ambas são uma farsa.</p> <p data-end="1425" data-start="1394"><em data-end="1411" data-start="1394">Vicente Vazquez</em> - São Vicente</p> <p data-end="1438" data-start="1427"><strong data-end="1438" data-start="1427">Anistia</strong></p> <p data-end="2073" data-start="1440">O texto do sr. Marcus Aurélio de Carvalho publicado ontem nos dá a oportunidade de fazer alguns esclarecimentos: o governo militar instituído em 1964 atendeu a um pedido da população e quase a totalidade da mídia de maior relevância à época. Os golpistas da ocasião, romanticamente chamados de guerrilheiros, poderiam também ser chamados de terroristas porque mataram a sangue frio, estouraram bombas, roubaram bancos, sequestraram etc. Essas pessoas tinham o objetivo de derrubar o governo militar para instaurar a ditadura do proletariado. Essas pessoas têm anistia, enquanto um grupo com Bíblias e bolinhas de gude continua preso.</p> <p data-end="2112" data-start="2075"><em data-end="2097" data-start="2075">Ailton Pereira Bueno</em> - Praia Grande</p> <p data-end="2129" data-start="2114"><strong data-end="2129" data-start="2114">Futebol (1)</strong></p> <p data-end="2767" data-start="2131">Na Copa de 2010, Dunga não convocou Neymar e optou por Grafite, Josué, Michel Bastos e Felipe Melo. Também não levou Ronaldinho Gaúcho, ainda em forma. Carlo Ancelotti, em sua última temporada no Real Madrid, tinha no elenco Modric, já com quase 40 anos. Usou o craque moderadamente, com minutagem reduzida. Obteve conquistas. Na Copa de 2022, pela seleção croata, Modric, então com 37 anos, ajudou na eliminação do Brasil. Não podemos repetir o erro de 2010. Em um jogo de Copa, com a seleção perdendo e faltando 30 minutos, o treinador poderá olhar para o banco e ver meia dúzia de atletas normais e Neymar. Ancelotti saberá escolher.</p> <p data-end="2794" data-start="2769"><em data-end="2783" data-start="2769">Silmar Gomes</em> - Itanhaém</p> <p data-end="2811" data-start="2796"><strong data-end="2811" data-start="2796">Futebol (2)</strong></p> <p data-end="3469" data-start="2813">Juan Pablo Vojvoda destacou a resiliência do Santos contra o Mirassol, após o Peixe reagir nos minutos finais da partida e arrancar um empate improvável. Mas resiliência quem tem mesmo é o torcedor santista. Porque aguentar João Schmidt como titular, ver Thaciano improvisado na ponta, assistir à zaga batendo cabeça e, ainda assim, não desligar a TV nem surtar nas arquibancadas é a mais pura demonstração de força. Para superar adversários mais fortes, será preciso apresentar organização tática, padrão de jogo e consistência defensiva. Seguimos resilientes. Mas não ingênuos. Ou o Santos melhora coletivamente ou amargará mais uma temporada agonizante.</p> <p data-end="3508" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3471"><em data-end="3499" data-start="3471">Guilherme Rodrigues Simões</em> - Santos</p>