[[legacy_image_239574]] SemáforosSe a falta de sincronia de semáforos atrasa deslocamentos por automóvel nas vias de Santos, como demonstrou A Tribuna no último domingo, para quem anda de ônibus a morosidade é ainda mais prejudicial devido à ineficiência do sistema. Além da parada em cada cruzamento, os coletivos ficam uma eternidade em cada ponto, afinal a configuração dos veículos - ônibus de piso alto, duas portas, transmissão manual, motor dianteiro e chiqueirinho atravancando a entrada - torna as operações de embarque e desembarque lentas. Sem falar que a falta de incentivo (falta de bilhete único) para o uso de cartão exige cobrança da tarifa pelo motorista, e este fica impedido de seguir viagem até que receba o valor e devolva o troco. Para completar, não há muitas faixas exclusivas para o transporte e as raras exceções são timidamente sinalizadas e de funcionamento parcial. Wagner de Alcântara Aragão - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Travessia e escadasAinda inconformada com a "solução" encontrada por Prefeitura, Rumo e Autoridade Portuária com a construção de passarela na travessia de barcas, ao lado do prédio da Alfândega, em Santos. Em pleno século 21, escadas são mantidas para que trabalhadoras e trabalhadores continuem se sacrificando depois da jornada de trabalho e estudo. Acham que um elevador com capacidade para 16 pessoas dará conta de atender idosos e pessoas com baixa mobilidade? Por que não instalaram escadas rolantes e consultaram os usuários do serviço? O lucro que a ferrovia e o Porto trazem para a Cidade não é suficiente para garantir algum conforto? Cidinha Santos - Santos PolíticaTenho lido todos os dias as cartas que os leitores de A Tribuna enviam à redação e noto que, hoje, quem votou em Jair Bolsonaro passou a ser chamado de bolsonarista, golpista e terrorista. Já quem apoiou o atual presidente Lula é classificado como corrupto e defensor de condenado e ex-presidiário. É muito triste estarmos passando por tudo isso. Não sou a favor de depredação e atos de vandalismo. Os culpados devem ser presos, sem proteção. Mas aproveito para cobrar: como ficou a situação das pessoas ligadas ao MST que anos atrás atacaram o prédio onde morava a ministra do Supremo Rosa Weber? Cada vez mais dou razão à frase "o Brasil não é um país sério". Jorge da Silva Yanez - Santos Ataque à democraciaFico a pensar: o que desejavam os invasores da Praça dos Três Poderes, já que o atual governo havia tomado posse? A invasão só faz sentido se vista como uma tentativa de repetir nos trópicos a invasão do Capitólio. Uma ação de pura encenação desvinculada de qualquer realidade, marcada por uma excitação imitativa. Parece que muitos dos invasores estavam envolvidos em uma brincadeira, não em uma intervenção política séria. Pareciam querer imitar os rebeldes americanos, mas foram longe demais. Edison José de Aguiar - Cubatão Fora da realidadeLamentável ler nessa coluna narrativas sobre a invasão ocorrida dia 8, em Brasília. O sr. Arnaldo Haddad faz, erroneamente, comparações às prisões, na ditadura, no navio Raul Soares. Ele narra que, em Brasília, foram presas crianças e mulheres. Quero salientar ao missivista que muitas mulheres foram presas, estupradas e mortas na frente de seus filhos na ditadura. No navio-prisão Raul Soares, houve muitas mulheres torturadas na frente de crianças. Confesso que, ao escrever essa carta, as lágrimas me vieram, pois tive meu pai perseguido por ser presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Administração Portuária e defensor incansável dos direitos dos trabalhadores portuários. Repudio quem apoia a volta da ditadura e sugiro a esse leitor que se informe melhor, pois está totalmente fora da realidade. Gilberto Pereira Tiriba - Santos ConsciênciaA pessoa tem na consciência o juiz de seus atos. Quando pratica o mal, a consciência lhe dói, insurge e protesta. Só fica em paz com a consciência quando suas ações afinam pelo comportamento correto, legal, em plena consonância com a moral. Quando insiste em proceder mal, a consciência vai cada vez doendo menos, a ponto de parecer que está morta. Já quando a pessoa se esforça e anda pelo caminho do bem, consultando a cada passo a consciência, ela se torna sensível. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania