(Fernando Frazão/Agência Brasil) Celular nas escolas Muito oportuna a matéria do pesquisador Michel Carvalho, publicada com o título "Celular proibido nas escolas" no dia 4. A desconexão mental causada pela presença constante do celular pode prejudicar nossos laços afetivos e a qualidade de nossas experiências. Estabelecer limites é fundamental, como definir momentos específicos para usar o celular ou criar “zonas livres de tecnologia” durante interações com amigos e familiares. Isso ajuda a promover conexões mais profundas e a valorizar os momentos que passamos juntos. Além disso, cultivar a consciência sobre o uso da tecnologia e refletir sobre como ela impacta nossas vidas pode nos ajudar a fazer escolhas mais saudáveis. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Relações harmônicas Há muitos meios de se contornar contrariedades, muitas maneiras de se evitar aborrecimentos. Acontece que boa parte das pessoas não procura a forma ou o modo correto para bem viver. Viver, todos vivem, o difícil é viver com arte, com compreensão e tolerância sendo constantes nos relacionamentos humanos. A vida, em suma, tem muita importância se a pessoa sabe pensar e raciocinar sobre o que fala e faz. Sendo compreensiva e tolerante com os semelhantes, ela sente e compreende as diferenças de gostos e as inclinações de temperamentos, de modo a ter uma convivência perfeita ou estudar uma forma inteligente de aparar as arestas do trato diário. Quem isso não fizer, não terá as relações harmônicas que proporcionam melhor qualidade de vida para todos. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania Marco legal Um porto com movimentação anual de cargas de US\$ 166 bilhões e que detém 35% de tudo o que se movimenta no País, convenhamos, causa cobiça. Regulações sempre são bem-vindas, desde que distribuam de forma justa, entre os atores portuários, deveres e direitos. Vimos, como exemplificado por Sergio Aquino, leis que causaram profundas mudanças no equilíbrio laboral – em minha opinião, desfavorecendo em grande parte o trabalhador portuário. Não é de agora a busca pelo poder da gestão portuária, com a defesa da “descentralização da administração”. Contudo, interessa mais aos privatistas gerir o Porto de Santos ou lidar com as tarifas (US\$ 1,5 bilhão)? Marcus Aurélio de Carvalho - Santos ONU (1) Infelizmente, exercer o direito de opinião nem sempre é acompanhado de coerência e justiça. Basta ler algumas publicações para notar o viés ideológico dos autores. Querem colocar nossos problemas na conta do Governo Lula, mas não dizem nada sobre o Congresso Nacional, de onde saem as leis que o presidente e sua equipe devem obedecer, incluindo as emendas impositivas, que manipulam quase 50% do Orçamento, muitas vezes para adubar currais eleitorais de deputados e senadores. Triste ver o Brasil como um time de futebol: quando ganha, todos são maravilhosos, mas quando vai mal, culpam o treinador, independente de o time não estar colaborando ou não gostar do método em vigor. Rubem de Carvalho Pereira Silva - Santos ONU (2) Há limites que não devem ser ultrapassados em hipótese alguma. Quando a delegação diplomática brasileira, na abertura da 78ª Assembleia-Geral da ONU, retirou-se do plenário, dando as costas ao discurso do premiê israelense, deixou clara a posição do País de não compactuar com nenhuma forma de terrorismo. E mais: adotou essa postura enquanto famílias brasileiras choravam a morte de seus parentes e compatriotas, vítimas de bombardeios indiscriminados de Israel contra civis em Beirute. Acima dos negócios, estão a integridade e o respeito aos cidadãos brasileiros. Mauro Silva - Santos Nova Vila Como fazem o que querem impunemente, agora o plano é aumentar o estádio do Santos Futebol Clube. Mesmo depois de vários incidentes na vizinhança, com depredação de UPA, ônibus queimado, carros danificados e outras selvagerias. Será que haverá um Estudo de Impacto de Vizinhança honesto para autorizar isso? Silvio de Barros Pinheiro - Santos Trânsito Semanas atrás foi divulgado que os semáforos em Santos começaram a ser sincronizados para melhor fluidez do trânsito. Contudo, parece que o trânsito na Cidade se tornou ainda mais caótico e demorado. Atravessar todo o Canal 5, nos dois sentidos, exige grande dose de paciência, assim como na avenida da praia. Isso sem falar nas imprudências cometidas por motoqueiros em quase todos os semáforos, causando enorme risco a quem pretende atravessar a pé. Cristina Ferreira - Santos