[[legacy_image_309984]] Tudo está mudadoDesde que me entendo por gente, o mundo está de pernas para o ar. Antigamente, o policial andava tranquilo pelo bairro onde morava, com ou sem farda, e podia parar em um barzinho depois do trabalho para tomar um aperitivo sem a menor preocupação. A esposa lavava a farda dele e a deixava pendurada no varal sem medo algum. Contudo, hoje, o trabalhador sem emprego pensa várias vezes antes de tomar a decisão de ser policial. Farda no varal, nem pensar. A bandidagem, por possuir armas talvez até mais potentes que as dos policiais, não tem medo de fazer frente. Os comerciantes dos bairros, se não quiserem ter seus comércios assaltados, pagam para os ‘patrões’ uma cota semanal ou mensal. Quando falamos que tudo está mudado, muita gente ainda não acredita. Josemilton de S. e Silva - Guarujá HomenagemTenho acompanhado com curiosidade as várias manifestações de leitores indignados pela proposta, recém-retirada, de homenagear Jair Bolsonaro na Câmara de Santos. Curioso porque até então não tinha visto manifestação similar contra a banalização que está se tornando a concessão de honrarias na Baixada, tais como o prefeito de Santos conceder medalhas a ex-prefeitos pelos bons serviços prestados à Cidade, que é mínimo que se espera de um alcaide, ou em São Vicente, com auto-outorga de medalha por bom trabalho em prol da comunidade ou para empresários que simplesmente construíram seus negócios na cidade. Fica a dúvida: o problema é a forma trivial das homenagens ou isso depende do indicado para a honraria? Ademir Alonso Rodrigues - Santos Sou Fluminense!Desde menino, meu time carioca sempre foi o Botafogo. Mas, por causa do Rivellino, virei a casaca e passei a torcer pelo Fluminense. Sou Flu. Somos campeões. Parabéns ao Tricolor das Laranjeiras. Em São Paulo, claro, sou Timão! João Horácio Caramez - Santos TréplicaHá mais mistérios entre o céu e a terra, Eustazio Pereira, do que a nossa vã filosofia possa imaginar. De onde se extrai que a sua comparação entre a pequenina ilha Islândia e o continente Brasil, com sua miserabilidade que domina extensa área territorial, está fora da realidade e fundamentação prática. São situações absolutamente distintas, mesmo em se tratando de assunto tão importante como a queda brusca do tabagismo, álcool e drogas, obtidas na Islândia por vias radicais à um povo instruído e com alta qualidade de vida. Nem sempre querer é poder. Com esta tréplica encerro o assunto. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Tarifas de cruzeirosEm atenção à carta do leitor Antonio Tadeu Torres, publicada ontem, a Autoridade Portuária de Santos (APS) informa que o Ministério dos Portos e Aeroportos concedeu um desconto de tarifas para os navios de passageiros que utilizam o Porto de Santos. A recente decisão visa incentivar a atividade que atrai turistas e gera empregos e renda para as populações das cidades litorâneas. A nova tabela aprovada, e que foi proposta pela APS, chega a conceder descontos de até 60% nas tarifas para os navios com mais de 650 passageiros. O leitor certamente recebeu informações incorretas a respeito. A receita geral da APS associada ao segmento de cruzeiros é aproximadamente de R\$ 82,00 por passageiro. Além disso, é importante frisar que cerca de R\$ 50,00 destes R\$ 82,00 são receitas da APS diretamente associadas ao terminal (valores de arrendamento), e não do passageiro nem da empresa de navegação. Assim, apenas R\$ 32,00 são valores associados às tarifas portuárias que remuneram as infraestruturas de acesso aquaviário, acostagem e terrestre. A nova tabela de tarifas da APS também concedeu descontos para navios frequentes, principalmente os navios de cabotagem, e aos chamados navios verdes, que usam tecnologias que reduzem suas emissões. Autoridade Portuária deSantos(APS) Pré-estreias em SantosSe hoje a cidade de Santos se dá ao luxo de receber pré-estreias nacionais, como a do filme sobre Mussum, recentemente, deve-se agradecer ao Cine Roxy, ao produtor cultural André Azenha e ao Santos Film Fest, pioneiros que até hoje nos presenteiam com pré-estreias exclusivas em âmbito nacional e solidificaram essa vocação da cidade como espaço prioritário dos estúdios de cinema na promoção dos filmes. Estive presente em várias, como Turma da Monica Laços, com presença do elenco e diretor; Me Tira da Mira, com Cléo Pires e Fiuk na sessão; Aventureiros: A Origem, com Luccas Neto no evento; e Indiana Jones 5 - as duas últimas no Santos Film Fest deste ano. Todas bem organizadas, lotadas e que levaram o nome de Santos ao País, o que certamente facilitou para que outros eventos, a exemplo do Festival Geek, tenham portas abertas para conseguir essas iniciativas. Precisamos ter memória e dizer muito obrigado. Lauro Oliveira da Silva Júnior - Santos