(Rafa Neddermeyer/Agência Brasil) Esporte e educação Em recente debate, a ex-jogadora de basquete Magic Paula fez uma dura observação: “Infelizmente, o esporte é visto como inimigo da educação”. Em que pese o impacto da fala, ela tem razão. O esporte nas escolas é considerado como recreio e não está integrado à construção escolar do aluno. Esse é o erro. Deixamos de pensar no esporte como fator de crescimento educacional, promovendo não só a saúde física, mas também habilidades sociais, disciplina, trabalho em equipe e resiliência. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Privatizações no Brasil Em resposta ao missivista que pergunta qual privatização deu certo, posso lhe lembrar da comunicação? Ou o missivista preferia a Telesp e seus telefones escassos e com preços que valiam um carro usado? O governo não consegue levar a internet para lugares mais longínquos nos dias de hoje. E respondendo à pergunta do prezado missivista, faço outra pergunta: qual serviço ofertado (bem caro por sinal) pelo governo funciona? André Durante - São Vicente Método divisionista Bolsonaro está promovendo uma retórica que não é nova para ele. Ataques ao Nordeste frequentemente refletem uma tentativa de criar divisões e gerar apoio para sua agenda política. O Nordeste tem mostrado avanços significativos em várias áreas, incluindo educação, com altos desempenhos no Enem e crescimento econômico notável. Investir na região pode ajudar a corrigir desigualdades históricas e promover um desenvolvimento mais equilibrado em todo o Brasil. Em vez de fomentar o preconceito, é importante focar em dados e informações reais para apoiar políticas que beneficiem toda a população. A visão que Bolsonaro apresenta, muitas vezes parece estar desconectada das mudanças reais e dos avanços que ocorreram em várias regiões do país, especialmente no Nordeste. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Seria melhor ficar quieto Tomei conhecimento das declarações do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, que fez comparações desastrosas a respeito de parte da população guarujaense. Senti-me ofendido como alguém que viveu os primeiros 17 anos de vida em Guarujá. Vi essa cidade crescer e se tornar uma das mais importantes do Estado. Tenho raízes no Município e me orgulho disso. Mas também vi Guarujá avolumar problemas. Muitos causados por políticos como este senhor, que mostra sua essência nefasta, negativista, equivocada, preconceituosa e separatista, não apenas como político, mas principalmente como pessoa. Antes de citar, falar, mencionar ou comparar, ele poderia vir a público explicar de forma coerente os motivos que incluíram o seu nome nos episódios conhecidos como Mensalão e Lava Jato. Certamente, a população de Guarujá, bem como toda a Nação, agradeceria. Rogério Stonoga - São Vicente Lula Não bastassem todos os problemas que afligem o mercado brasileiro devido à insegurança que paira sobre o ajuste fiscal, ainda temos que suportar a vergonhosa abstenção do Brasil na reunião da Organização dos Estados Americanos (OEA) que condenou as atitudes do tirano que preside a Venezuela na mais calamitosa fraude eleitoral da história. Só na cabeça de um ignorante como Lula é possível classificar como “normal” as eleições fraudulentas naquele país. A esquerda brasileira é incrivelmente retrógrada e não aprende nada com a sucessão de fracassos. Se tivéssemos um Congresso com um mínimo de vergonha na cara, já teríamos pedido o impeachment de Lula pelo conjunto da obra. Arnaldo Luiz Corrêa - Santos Remédio secular Notícias dos EUA dão conta que analistas dos grandes bancos estão preocupados com o processo de desaceleração da economia diante da queda do mercado de trabalho. Afirmam que o atual patamar das taxas de juros levará o país a uma provável recessão e pedem o afrouxamento monetário. Já não se discute o corte, mas a sua magnitude. No Brasil, o mercado de trabalho está em expansão, com 201 mil vagas com carteira de trabalho criadas em junho passado e 1,3 milhão no primeiro semestre. A taxa de desemprego fechou 2022 em 9,6%, 2023 em 8% e em junho passado estava em 6,9%, a menor desde 2015. O IBGE avalia que houve aumento da qualidade nos empregos com o maior crescimento da massa salarial desde 1995. Mesmo fatores empíricos não sendo analisados, é incrível que, para condições tão díspares, o BC e o Fed continuem ministrando o mesmo remédio secular da variação da taxa de juros, como se na farmácia da economia mundial não houvesse medicamento genérico que aliviasse incertezas e mantivesse emprego, crescimento e inflação baixa. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos