Embaré Como moradora da Rua Coronel Proost de Souza, no Embaré, em Santos, observo o crescimento de prédios e do trânsito local. Essa pequena rua, por exemplo, vai acolher mais dois prédios de múltiplas unidades. Por isso, sugiro à CET-Santos mudanças em duas ruas locais. No caso, a Proost de Souza, que hoje tem mão dupla, passaria a ter mão única, no sentido da Rua Sampaio Moreira para a Rua Oswaldo Cochrane, e a Rua Sampaio Moreira teria a mão invertida, ficando no sentido da Avenida Epitácio Pessoa para a praia. Acredito que essa mudança levaria fluidez ao tráfego local e evitaria contratempos em rua de mão dupla. Patrícia Ruas Gomes - Santos Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Orçamento O Orçamento de Santos segue, ano a ano, superando o anterior e a inflação, mas não apresenta valorização real aos servidores públicos concursados. Nem mesmo o Descongela ainda foi feito por aqui. Outro ponto importante e que não recebe a devida atenção são as vias públicas, cheias de buracos e remendos. Quem anda de moto sabe e cito como exemplo a Avenida Nossa Senhora de Fátima, sempre alagando e esburacada. Vamos aguardar e cobrar. Rubem Silva - Santos Jorge Messias Que ninguém se engane: com o ativismo petista que assistimos todos os dias, Jorge Messias seria mais um ventríloquo do PT no falido STF, que hoje tem crédito zerado. Marieta Barugo - São Paulo Comédia A comédia escrachada caracterizada pelo deboche exagerado foi o mote do ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato à Presidência, para tentar ser notado. Ele já usara o mesmo expediente com o Governo Federal ao renegociar com vantagens sua dívida de R\$ 180 bilhões com a União, número que por si só demonstrava a ineficiência da sua gestão. A dívida consolidada de Minas é a maior do Brasil. A realidade dos fatos desmonta discursos autoelogiosos e as zombarias desnecessárias. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Ócio criativo Observa-se nas pessoas ideologicamente à direita uma posição radicalmente contrária à diminuição da jornada 6x1 para 5x2, tema este em debate no Congresso. Afirmam, baseadas nos “achismos de WhatsApp”, que esta mudança “será um retrocesso” e “trará queda na produção do País”. Trata-se de um discurso que, de certo modo, reporta àquele contrário ao fim do trabalho escravo, há quase 150 anos. Pesquisas e experiências empíricas comprovam o contrário. Tanto que os países socialmente mais desenvolvidos adotam a jornada 4x3. Por isso, a ousadia do título remete à festejada obra de Domenico de Masi sobre o tema. Mauro Silva - Santos Gostar de todos Somos obrigados a gostar de todos? Não. Nem eles são obrigados a gostar de nós. O ser humano é social e se constrói na convivência, mas isso não significa afeição automática. Relação não se decreta; se constrói. A base social é o respeito e, para que ele exista, primeiro necessita ser compreendido para que não confundamos o gostar com o respeitar, o viver com o conviver. Existem vínculos difíceis, familiares complexos e afetos que não se desenvolvem. Forçar sentimentos gera culpa, hipocrisia e sofrimento silencioso. Ética não é sentir tudo, é agir com respeito, apesar do que se sente. Convivência saudável não exige amor obrigatório, mas limites claros, responsabilidade emocional e honestidade consigo mesmo. Ricardo Murça — Santos Política Quando se fala que um político é ladrão, de quem você lembra? Há várias opções, mas para muitos o sinônimo atual é Lula. Ainda jovem, lembro que o presidente Getulio Vargas, em 24 de agosto de 1954, tirou a própria vida devido à vergonha e às pressões políticas. Outros tempos. Gilberto Ruas - Santos