<p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.397404" attr-version="policy:1.397404:1741129287" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.397404/legacy_image_321809.jpg?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">( Reprodução/Instagram )</span></p> <p data-end="776" data-start="0"><strong>Inflação</strong><br data-end="11" data-start="8" /> Sobre ‘combater’ a alta da inflação aumentando os juros, essa é uma receita questionável, pois o Brasil vive um cenário de prosperidade com a alta de emprego e de consumo. Aumentar os juros seria como punir a população por consumir. Ora, sabe-se quais são os produtos e serviços que concorreram para a elevação da inflação. No caso de produtos, o governo (de viés socialista) deve necessariamente aumentar a oferta para satisfazer a demanda da população. Se a oferta interna não tem como atender a demanda, lança-se mão da importação. Quanto aos serviços, é importante saber que essas variáveis estão quase todas atreladas aos preços ‘controlados’, ou seja, os serviços públicos essenciais tocados pela iniciativa privada.<br data-end="736" data-start="733" /> <em data-end="774" data-start="736">Franz Josef Hildinger - Praia Grande</em></p> <p data-end="1648" data-start="778"><strong>Trânsito (1)</strong><br data-end="793" data-start="790" /> Sugiro à CET-Santos inverter a mão da Rua Dr. Leôncio Rezende Filho, na Encruzilhada. A medida facilitaria o acesso dos motoristas que descem a Av. Washington Luís e desejam ir em direção ao Macuco pela Av. Conselheiro Rodrigues Alves. Atualmente, para ter acesso a esse trecho, o motorista tem que virar na Rua Cunha Moreira, ir até a Rua Luiz de Camões, pegar um trecho dela e da Av. Conselheiro Nébias para contornar o trevo da Rodrigues Alves com a Leôncio Filho. Outra medida necessária é a duplicação da ponte sobre o Canal 3 no entroncamento com a Rodrigues Alves, para que haja uma opção a motoristas que dirigem sentido praia na Washington Luís e desejam ter acesso ao Macuco. Hoje, quem precisa fazer isso vai até a Av. Francisco Glicério, contorna e pega o Canal 3, sentido Centro, congestionando esse trecho.<br data-end="1616" data-start="1613" /> <em data-end="1646" data-start="1616">Renato Bassili José - Santos</em></p> <p data-end="2035" data-start="1650"><strong>Trânsito (2)</strong><br data-end="1665" data-start="1662" /> Não consigo entender o motivo de o semáforo para pedestres localizado na Praça Eng. José Rebouças, na Ponta da Praia, em Santos, estar quase sempre vermelho no ponto em que os carros viram à direita na Avenida Prof. Aristóteles Menezes. Isso ocorre até mesmo em horários em que não há ninguém atravessando a via, como às 6h.<br data-end="1992" data-start="1989" /> <em data-end="2033" data-start="1992">Augusto Luiz Oliveira da Costa - Santos</em></p> <p data-end="2973" data-start="2037"><strong>Argentina (1)</strong><br data-end="2053" data-start="2050" /> É de causar nojo essa visão tendenciosa e rasa de gestões muito diferentes. Erros todos cometem, mas observando aqueles que deveriam ser o principal objetivo de qualquer política, percebemos com facilidade a melhor opção, particularmente entre Brasil e Argentina. Nossa economia (teoricamente ladeira abaixo) cresceu 3,4% e a “hermana” encolheu 1,8%. Ainda assim causa inveja? Teria o invejoso autor que viajar ao país vizinho para fazer compras de mês ou abastecer seu veículo? E a insegurança jurídica? Quem faz leis favoráveis aos aliados e financiadores é o Congresso Nacional, e isso não foi citado. Investimentos estrangeiros? Mais de US\$ 100 bilhões já têm compromisso com nosso País e mais virão. Quando houver um Congresso parceiro do Executivo, talvez haja um cenário ainda mais favorável ao Brasil. Mesmo assim, por enquanto, comparar A com B é muita má vontade.<br data-end="2929" data-start="2926" /> <em data-end="2971" data-start="2929">Rubem de Carvalho Pereira Silva - Santos</em></p> <p data-end="3782" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2975"><strong>Argentina (2)</strong><br data-end="2991" data-start="2988" /> Leio sobre Milei e custo a acreditar. A afirmação de que ele “recuperou a economia” é prematura e caricata, já que a inflação segue altíssima e a recessão se aprofundou. Houve cortes, sim, mas com impactos sociais negativos, como o aumento da pobreza e a perda de poder de compra da população. O governo brasileiro busca aumentar a arrecadação para reduzir o déficit fiscal, mas sem criar novos impostos para a classe média e os mais pobres, incluindo o combate à sonegação e a revisão de incentivos fiscais. Creio que o leitor invejoso de Milei esteja se referindo à criação do imposto sobre grandes fortunas. Tranquilizo-o: o projeto foi rejeitado pelo Congresso e sonegar é crime. Além disso, dívida pública está diretamente ligada à taxa de juros.<br data-end="3745" data-start="3742" /> <em data-end="3782" data-is-last-node="" data-start="3745">Marcus Aurelio de Carvalho - Santos</em></p>