(Divulgação) Políticos Ao ler textos aqui publicados, fico em dúvida se os autores falam sério ou se estou diante de “pegadinhas”. Defender com tanto ardor uma figura no mínimo controversa beira a má-fé. Afinal, político algum deve ser defendido, e sim cobrado. Dizer que o dito cujo não roubou e não é corrupto até aceito, pois não tenho provas do contrário. Mas é demais ler que essa pessoa respeitou e valorizou a família, a pátria e Deus. Comparar a dengue com a pior pandemia da era moderna chega a ser desonesto. Em 2024, lamentavelmente morreram 6.041 pessoas por dengue, número próximo ao de mortes diárias no auge da covid, antes das vacinas tardiamente compradas. William Clarindo Rangel - Santos Onde estacionar? Bastou começarem a falar em uma área para estacionamento de caminhões que já apareceu gente contra. Esse pessoal talvez nem saiba que o que eles comem, bebem, vestem, calçam e constroem é transportado sob chuva e sol pelos valentes caminhoneiros. Eu aprendi muito cedo a dirigir carros e caminhões e lembro que não via a hora de ir para a estrada com um veículo de carga pesada. Em 1971, já com 2 anos de habilitação, fiz a minha 1ª viagem junto com um amigo. Levamos uma carga de fogões para o Sergipe. É ruim para um profissional do volante não contar com um lugar para estacionar, descansar e esperar a vez de descarregar. O pior é escutar que os caminhoneiros atrapalham. Josemilton de S. e Silva - Guarujá Machado de Assis Machado de Assis é um tipo incomum de gênio - alcançou a fama antes de publicar suas grandes obras. Na década de 1860, com 20 e poucos anos, era um jornalista cultural respeitado e temido. Pregava que o teatro tinha “uma missão nacional, uma missão social e uma missão humana”, e que por isso os palcos precisavam de histórias mais realistas. A fama como crítico literário lhe rendeu um cargo rotineiro à época, hoje em dia odiado: agente da censura. Machado foi censor do Conservatório Dramático, o órgão da corte do imperador dom Pedro II encarregado de julgar as peças que poderiam ser levadas ao público. Entre 1862 e 1863, avaliou 17 peças, proibindo três delas. A Mulher que o Mundo Respeita não ganhou a licença porque o censor achou a comédia “um episódio imoral, sem princípio sem fim”, “uma baboseira”. Com tanta peça ruim hoje em dia, um censor como Machado de Assis não seria nada mal. João Horácio Caramez - Santos Justiça Restaurativa Santos avança na construção de uma sociedade mais harmoniosa e justa com o fortalecimento da Justiça Restaurativa. A retomada do núcleo central dessa iniciativa na Secretaria de Educação reforça uma política pública essencial para a cidade. Santos desempenhou um papel fundamental na história da Justiça Restaurativa no Brasil, sempre com o apoio do TJ-SP. Diferente do modelo punitivo tradicional, a Justiça Restaurativa busca reparar danos e restaurar relações por meio do diálogo e da escuta ativa. Com o compromisso de toda a sociedade e o apoio do prefeito Rogério Santos, podemos ampliar essa abordagem, promovendo um ambiente com mais diálogo, menos conflitos e menos violência. Esse modelo tem o potencial de transformar vidas e fortalecer comunidades. Juntos, seguimos construindo uma sociedade mais justa e pacífica. Audrey Kleys e Liliane Claro de Rezende – Santos Santos Gostaria de um posicionamento da área competente da Prefeitura de Santos referente às pessoas em situação de rua que estão na Rua Marcílio Dias, no Gonzaga. O local conta com muita gente nessa condição, passando o dia inteiro nas calçadas, dormindo, ocupando barracas e incomodando as pessoas que por ali passam. Isso é um perigo a pedestres, a quem tem comércio na via e a quem mora nas imediações. Quais ações a Prefeitura pode tomar para a retirada dessas pessoas e devido encaminhamento às cidades de origem delas ou a um centro de recuperação? Mauro Albanezi Júnior - Santos