<p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.496189" attr-version="policy:1.496189:1772578690" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.496189/ebook atribuna.png?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">(Imagem Ilustrativa/FreePik)</span></p> <p data-end="17" data-start="0"><strong>Alerta na corrida</strong></p> <p data-end="442" data-start="21">Faço um alerta aos usuários de táxi em Santos: prestem atenção ao taxímetro. Em várias ocasiões, ao pegar o táxi durante o dia, de segunda a sexta-feira, seja no ponto ou direto da cooperativa, pelo telefone, fui surpreendida com o aparelho já na bandeira 2. Por que será que vem ocorrendo essa ‘distração’ por parte de alguns motoristas? Será porque sou idosa? Tenho minhas dúvidas, mas sei que ser honesto não dói nada!</p> <p data-end="471" data-start="446"><em data-end="462" data-start="446">Marli de Abreu</em> - Santos</p> <p data-end="487" data-start="475"><strong data-end="487" data-start="475">Trânsito</strong></p> <p data-end="1058" data-start="491">Toda vez que as pessoas não cumprem com seus deveres e obrigações, leis são criadas para coibir os abusos, pesando no bolso de todos. É isso que acabará acontecendo com os condutores de bicicletas e ciclomotores elétricos. Haverá emplacamento, multas, apreensões, licenciamentos obrigatórios, códigos de trânsito etc. Serão punidos todos os usuários destes veículos, sejam eles responsáveis ou não. Já está mais do que na hora de impedir os abusos que tanto causam acidentes devido a atos inconsequentes de condutores que consideram qualquer via uma terra de ninguém.</p> <p data-end="1100" data-start="1062"><em data-end="1086" data-start="1062">Sandra Maria Tamashiro</em> - São Vicente</p> <p data-end="1131" data-start="1104"><strong data-end="1131" data-start="1104">Auxílio e penduricalhos</strong></p> <p data-end="1678" data-start="1135">No conchavo dos três poderes em relação aos penduricalhos, notamos uma atuação destacada daqueles que têm como premissa o seguinte mandamento: “o que eu posso obter do meu país”. Isso se trata de um pesadelo para os brasileiros comuns. No Brasil dos 90 milhões que abominam carteira assinada para não perder auxílios sociais, essas pessoas também fazem parte de um grupo unido para não perder seus invejáveis penduricalhos. Por outro lado, felizmente, ainda temos aqueles que pensam sempre de outra forma: “o que eu posso fazer pelo meu país”.</p> <p data-end="1727" data-start="1682"><em data-end="1709" data-start="1682">Humberto Schuwartz Soares</em> - Vila Velha (ES)</p> <p data-end="1755" data-start="1731"><strong data-end="1755" data-start="1731">Guerra pela ganância</strong></p> <p data-end="2462" data-start="1759">Ainda há quem sustente que os EUA bombardeiam nações para “libertar” povos do autoritarismo, uma narrativa que parece saída das páginas do Capitão América. A retórica da liberdade, porém, contrasta com práticas que revelam prioridades menos idealistas. No plano externo, o discurso de defesa da democracia é frequentemente interpretado como parte de uma estratégia de manutenção de poder e influência global. No caso do Irã, o debate ultrapassa valores políticos: envolve reservas energéticas estratégicas, rotas comerciais e a disputa por hegemonia no Oriente Médio. Mais do que mitologia heroica, o tema exige análise crítica das dinâmicas de poder e interesses que moldam a geopolítica contemporânea.</p> <p data-end="2500" data-start="2466"><em data-end="2491" data-start="2466">Gilberto Pereira Tiriba</em> - Santos</p> <p data-end="2517" data-start="2504"><strong data-end="2517" data-start="2504">Irã x ira</strong></p> <p data-end="3075" data-start="2521">A cacofonia desse título é uma grande ironia em meio à tensão vivida pelo mundo e também dentro de nosso Brasil, onde o governo atual faz coisas piores que os aiatolás produziram no Irã ao longo de décadas. Hoje, não vejo como mudar o cenário brasileiro de outra forma que não seja nas urnas, por isso devemos estar atentos às eleições deste ano. Para piorar, li na coluna Dia a Dia que uma vereadora de Santos recriminou os atos dos EUA e de Israel. Gente, basta ver quantos iranianos estão felizes pelo mundo todo com a ação militar do final de semana.</p> <p data-end="3102" data-start="3079"><em data-end="3093" data-start="3079">Luiz Vinagre</em> - Santos</p> <p data-end="3126" data-start="3106"><strong data-end="3126" data-start="3106">Energia no Porto</strong></p> <p data-end="3828" data-start="3130"><strong data-end="3143" data-start="3130">A Tribuna</strong> tem publicado matérias preocupantes sobre o consumo de energia nas áreas portuárias. Em 2013, o Instituto de Energia e Ambiente da USP fez o Inventário Energético do Porto de Santos, provavelmente o primeiro do sistema, concluindo que o consumo de energia elétrica era inferior a 20%, o dos navios atracados se mantinha também na taxa de 20% e o grande consumo (60%) era dos equipamentos e caminhões que operam no Porto, emitindo particulados, gases e toneladas de dióxido de carbono, um dos principais do efeito estufa. Esse trabalho está no acervo do Porto com a proposta de desenvolvimento do Plano Diretor Energético, cujo objetivo era reduzir e racionalizar o consumo de energia.</p> <p data-end="3867" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3832"><em data-end="3858" data-start="3832">Aluisio de Souza Moreira</em> - Santos</p>