<p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.521162" attr-version="policy:1.521162:1785273898" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.521162/WhatsApp Image 2026-07-10 at 20.00.44.jpeg?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">(Alexsander Ferraz/AT)</span></p> <p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-end="21" data-start="0"><strong>Acidentes de trânsito</strong></p> <p data-end="203" data-start="23">Quando alguém morre na estrada, morre uma família inteira junto. Muito cuidado com pessoas bêbadas no volante. Denuncie às autoridades policiais. Você pode estar salvando uma vida.</p> <p data-end="243" data-start="205"><em data-end="243" data-start="205">Luiz Guillermo R. B. Fierro – Santos</em></p> <p data-end="259" data-start="245"><strong data-end="259" data-start="245">Tariflavio</strong></p> <p data-end="1162" data-start="261">É indiscutível a sabedoria dos adágios populares, transmitida de geração a geração durante séculos. Um deles ensina: “Dize-me com quem andas e dir-te-ei quem és”. Fotos com o Sicário, Bacelar, T H Joias, Vorcaro, Adriano da Nóbrega, Claudio Castro, todos comprovadamente ligados ou ao Comando Vermelho, ou à lavagem de dinheiro, ou à corrupção ou a milícias no RJ, mostram “com quem ele anda” e traçam perfeitamente o perfil de Flávio Bolsonaro. É assustador que alguém com esse histórico tenha alguma chance de eleger-se presidente. Estamos assistindo à excrescência que virou a política brasileira. A imbecilização do debate político no Brasil levou considerável parcela à estúpida conclusão de que se é de direita é bom e, obviamente, a ideologia apenas, não é parâmetro para definir caráter. Sua eventual eleição seria seríssima ameaça à nossa incipiente democracia. Clama-se por uma terceira via.</p> <p data-end="1198" data-start="1164"><em data-end="1198" data-start="1164">Persio Boschetti Júnior – Santos</em></p> <p data-end="1224" data-start="1200"><strong data-end="1224" data-start="1200">Santos Jazz Festival</strong></p> <p data-end="1812" data-start="1226">Parabéns à comissão organizadora do Santos Jazz Festival! Ao longo de suas edições, o evento firmou-se como um dos mais importantes e vibrantes encontros culturais da nossa região. Manter a excelência artística, a diversidade de estilos e o acesso 100% gratuito não é apenas um marco: é uma verdadeira exaltação da cultura e da democratização da arte. Que o Santos Jazz Festival continue encantando o público, formando novos talentos e reafirmando a música como uma poderosa ferramenta de transformação e inclusão. Que essa chama permaneça viva, fazendo da nossa cidade um grande palco.</p> <p data-end="1848" data-start="1814"><em data-end="1848" data-start="1814">Gilberto Pereira Tiriba – Santos</em></p> <p data-end="1877" data-start="1850"><strong data-end="1877" data-start="1850">Reciprocidade invisível</strong></p> <p data-end="2699" data-start="1879">Quando um país adota políticas ou práticas que nos indignam, existe uma forma silenciosa, pacífica e eficiente de demonstrar nossa discordância: a reciprocidade invisível. É simples. Na hora de comprar um carro, por exemplo, escolher uma marca alemã ou chinesa em vez de uma marca do país que nos ofendeu, mesmo que ambas produzam no Brasil. Ao comprar um tênis, preferir uma marca nacional ou alemã. O mesmo vale para outros produtos e serviços. Não se trata de boicote organizado, mas de uma escolha consciente do consumidor. Algo semelhante já ocorreu em reações a empresas ou produtos de determinados países. A legislação poderia ajudar obrigando constar do rótulo o país de origem da marca. É uma reciprocidade silenciosa, individual e difícil de combater. Se adotada por muitos, pode ser a mais eficiente de todas.</p> <p data-end="2740" data-start="2701"><em data-end="2740" data-start="2701">Valter Domingos Branco Filho – Santos</em></p> <p data-end="2760" data-start="2742"><strong data-end="2760" data-start="2742">Corredor Porto</strong></p> <p data-end="3651" data-start="2762">Está de parabéns a Prefeitura de Cubatão por apresentar e liderar a proposta do corredor Porto-Indústria, iniciativa que busca desafogar as saturadas rodovias Anchieta e Cônego Domênico Rangoni. Ambas enfrentam congestionamentos frequentes, cenário que tende a se agravar com a implantação da terceira pista da Imigrantes. Mais uma vez, a Prefeitura e a Câmara de Santos ficaram ausentes de um tema estratégico, apesar do impacto direto que o projeto terá na cidade. Questionada por A Tribuna, a Prefeitura limitou-se a uma resposta macro e evasiva, embora devesse exercer papel de protagonismo nessas discussões. Essa postura da administração santista não é novidade. O mesmo ocorreu nas definições do traçado do túnel, que hoje preocupam os moradores do Macuco, como também na saída da USP da Cidade. É fundamental que a sociedade acompanhe e cobre uma atuação mais ativa e transparente.</p> <p data-end="3688" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3653"><em data-end="3688" data-is-last-node="" data-start="3653">Gilson Leite da Silva – São Paulo</em></p>