(Fábio Maradei/SantosFC) ONU O Pacto para o Futuro, aprovado domingo na Assembleia-Geral da ONU, é mais uma daquelas tentativas da comunidade internacional de se alinhar aos desafios globais de hoje, mas já nasce com o peso da responsabilidade nas costas. Foram meses de negociações entre países, resultando em um documento de 56 páginas. Um acordo ambicioso. Fim de combustíveis fósseis, alívio de dívidas, desarmamento, novas regras para o Conselho de Segurança e a regulação das tecnologias emergentes. Um pacote completo para um mundo cada vez mais complexo. No papel, o Pacto para o Futuro é um avanço, um mapa para onde a comunidade internacional quer ir. Mas será que o mapa vai bater com o terreno? O futuro, meus caros, é incerto, mas uma coisa é certa: sem ação concreta, o pacto pode virar apenas mais um documento arquivado nas gavetas da história. Gregório José - Uberlândia (MG) Canais Os canais de Santos são um patrimônio da cidade, tanto em termos de história quanto de funcionalidade. A iniciativa do engenheiro sanitarista Saturnino de Brito foi de extrema importância para combater as epidemias e melhorar as condições de vida da população, transformando a cidade e o Porto. Hoje, esses canais não só cumprem funções de drenagem e controle de enchentes, mas também se tornaram espaços de convivência e lazer, com ciclovias e calçadas que atraem moradores e turistas. Cobrir os canais pode afetar o ecossistema local, prejudicando a fauna e flora que dependem desse ambiente. É interessante ver como eles se tornaram marcos de localização na cidade, refletindo a identidade dos santistas. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Futebol Estranho, muito estranho. Você passa uma vida inteira chamando a casa do Santos Futebol Clube de Vila Belmiro. É a Vila mais famosa do mundo. De repente, sem mais nem menos, a coisa vira e o novo nome é Vila Viva Sorte. Há algo de muito estranho no Reino da Dinamarca. Oremos. João Horácio Caramez - Santos Merecemos Neste último fim de semana, notei que bares, restaurantes, botecos e afins estavam lotados de clientes, em pleno fim de mês. Em uma famosa pizzaria, a fila de espera, certamente, tinha o dobro de pessoas já instaladas. Que bom que as pessoas possam se divertir, encontrar amigos e fazer o comércio gastronômico faturar, gerando empregos e renda para a cidade. Temos muito a melhorar, merecemos. E na segunda-feira voltamos a reclamar dos problemas, faz parte. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Cannabis Desde a última semana de 2023, a Lei 17.618 permite a distribuição de medicamentos a base de cannabis pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em São Paulo. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, pacientes em tratamento para síndromes de Dravet, Lennox-Gastaut e esclerose tuberosa foram os primeiros a ter acesso aos remédios em São Paulo. Diferentemente do THC, que altera o estado de consciência do usuário em uso recreativo, o canabidiol, substância extraída para a fabricação do remédio, tem potencial terapêutico em muitos quadros, como epilepsia, esquizofrenia, Parkinson e Alzheimer. Mesmo que com pequenos passos, o avanço da informação, da ciência e da tecnologia permite novos conceitos em relação a um assunto marginalizado ao longo do tempo, com qualidades encobertas por preconceito e ignorância. Rosaly Avelar - São Vicente Miscelânea de casos Se fosse hoje, nosso querido Stanislaw Ponte Preta, autor do Samba do Crioulo Doido nos anos 60, estaria sendo processado por racismo, pois está tudo errado em nosso País. Na desgovernança atual, o ministro Silvio Almeida foi demitido sem chance de defesa e a nova ministra de Direitos Humanos, Macaé Evaristo, é ré em processo de superfaturamento de kits escolares. Vivemos uma miscelânea de problemas. A ministra do Meio Ambiente virou ministra da fumaça, com as queimadas em volume nunca visto antes. E se isso ocorresse na época do governo do presidente Jair Bolsonaro? Estariam pedindo impeachment. E o que falar do desfile do 7 de Setembro ou da viagem da “primeira-ministra-dama” para um evento de educação no Catar? Onde estava o ministro da Educação nessas horas? Isso sem contar o vexame brasileiro no posicionamento sobre a eleição do “amigo leal” Maduro na Venezuela. Stanislaw, que sorte a sua não estar aqui. Luiz Vinagre - Santos