(Alexsander Ferraz/AT) Terreno do INSS na Aparecida Para que o pleito fique registrado desde já e as autoridades competentes e sociedade se atentem: que nessa aventada permuta do imóvel do INSS na Aparecida, em Santos, fiquem estabelecidas pelo menos três obrigatoriedades. Uma: preservação das árvores e área verde ali existentes. Outra: conservação da praça que serve de passagem de pedestre, entre as vias Armênio Mendes e Epitácio Pessoa. A terceira: que as edificações atuais, de arquitetura modernista, sejam mantidas. Não é possível que aquele oásis em um entorno de concreto seja destruído para receber mais arranha-céus. Que os exemplos do Parque Augusta e do Parque Bixiga, na Capital, nos inspirem por aqui. Wagner de Alcântara Aragão - Santos Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Canalhices O presidente da República, na falta do que fazer e incapaz de sair do palanque, continua sua saga de proferir tolices para uma plateia de ignorantes que aplaudem suas insensatezes. A mais recente declaração resultou em um ataque à Vale, uma empresa da qual todo brasileiro que não é submisso ao governo ou vive às custas dos outros se orgulha. O eterno candidato argumenta que a Vale não tem dono e que, se alguém precisar falar com a empresa, não encontrará ninguém. Esta afirmação é de uma ignorância que só pode vir da boca de um cidadão com o nível de inteligência de Lula. Ele sabe muito bem o que significa uma corporation, mas no fundo sente falta de mais uma estatal onde possa colocar aquela horda de incompetentes que pertencem ao seu partido e nunca fizeram nada de proveitoso para o Brasil. Quando vamos nos livrar dessa corja? Arnaldo Luiz Corrêa - Santos Eleições de 1994 O debate político nas eleições de 1994 no Brasil foi um marco. As famílias se reuniam em frente às TVs para ouvir as propostas e discutir os rumos que o Brasil deveria tomar. Entre os principais candidatos, havia Enéas, Lula, FHC e Brizola, cada um trazendo suas ideias e promessas para um futuro melhor. Os debates eram intensos e cheios de ideias, com discussões também acirradas entre eleitores, porém havia um respeito mútuo que hoje parece distante. As pessoas comentavam fervorosamente no dia seguinte no trabalho, nas escolas, nas mesas de bar. Naquela época, os políticos pareciam ter uma conexão mais próxima com a vida das pessoas, e todos sentiam que tinham uma voz no destino do Brasil. É nostálgico pensar nos tempos em que o respeito entre os políticos perdurava e havia uma maior confiança na capacidade de transformação do País através do debate democrático. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Tempo perdido Foi-se há muito tempo as campanhas eleitorais que traziam consigo ideias, projetos, discussões sobre política com “P”. Hoje, presenciamos acusações, delírios, mentiras e a disseminação do ódio contra adversários ou segmentos políticos. Os políticos e seus partidos perceberam que os eleitores não exigem discussões em torno de projetos e da exequibilidade dos mesmos. Logo, passaram a deixar de lado completamente o que poderiam e deveriam fazer, caso eleitos. Os eleitores em geral não pesquisam quem são os candidatos e o que já fizeram na via ou na política, o que facilita os enganadores no caminho da eleição. Depois de eleitos, em especial os do espectro de direita, vão trabalhar para seus representantes, apoiadores financeiros e de forma alguma vão fazer algo que venha a beneficiar a sociedade. Assim tem sido nos últimos anos, décadas de tempo perdido. Rafael Moia Filho - Bauru (SP) E-Título Sobre a matéria do dia 19 a respeito do aplicativo e-Título, gostaria de reforçar que diversas pessoas já me relataram que deixaram de votar devido a não encontrar o título e não foram exercer seu direito democrático. O eleitor precisa se atentar a isso. O Brasil avançou nas questões eleitorais, acompanhando as novas tecnologias, através do app e também da biometria, garantindo maior acesso e segurança ao processo tão importante. Viva a democracia! Leonardo Novaes - Praia Grande Medalha O deputado estadual Paulo Mansur (PL) foi agraciado com a medalha “3is” (imbrochável, imorrível e incomível) do Bolsonaro e deve ter deixado orgulhosos os que votaram nele. Silvio de Barros Pinheiro - Santos Cheia de moral A deputada federal Gleisi Hoffmann (PR-PT) agora resolveu falar mal da Michele Bolsonaro (PL). Ela está cheia de moral para isso? No Brasil, a maioria dos políticos se aproveita daquela expressão “façam o que digo, não façam o que faço”. Marieta Barugo - São Paulo