[[legacy_image_358365]] TrânsitoNão é preciso ser muito especialista para perceber que a maioria dos motociclistas e motoristas ignora solenemente as leis de trânsito. Não respeitam semáforo fechado. Motos, várias vezes, são vistas na contramão e com escapamentos abertos, condutores ignoram placas de Pare, estacionam em local proibido... Como velocidade é igual a espaço dividido pelo tempo e a distância não muda, para conseguir ganhar minutos, os condutores correm mais do que o bom senso permite. Aí entra a teoria do "se você faz, eu também posso fazer". Aliada à falta de fiscalização, ela faz surgir a sensação de impunidade e desrespeito às leis de trânsito, que se torna terra de ninguém. O trânsito é uma organização social que exige respeito às leis e à vida, o que está em falta em nossa cidade. Odair de Souza Campos Júnior - Santos DesanimadorÉ realmente desanimador ver um líder desestimulando doações em um momento tão crítico. No meio de uma crise, a última coisa que se espera de um governante é desencorajar a solidariedade e a ajuda mútua. A generosidade da população e das empresas pode ser fundamental para ajudar as comunidades afetadas a se recuperarem. A orientação para doações é crucial para garantir que as necessidades mais urgentes sejam atendidas de maneira eficaz. Coordenar esforços e direcionar recursos para onde são mais necessários pode fazer toda a diferença. É importante que as pessoas continuem a enviar doações, seja de dinheiro, roupas, itens de higiene ou qualquer outra forma de ajuda. A solidariedade é essencial em momentos como este, e o apoio mútuo pode fazer toda a diferença na reconstrução das áreas afetadas. Espero que, apesar das declarações infelizes do governador, a população e as organizações continuem a se mobilizar e oferecer apoio às comunidades do Rio Grande do Sul durante este período tão difícil. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Dia do PedagogoCelebramos na segunda-feira o Dia Nacional do Pedagogo, uma data que enaltece os profissionais dedicados à arte da Educação em todos os seus aspectos e contextos. Trata-se de um lembrete do valor inestimável que os pedagogos trazem à sociedade, moldando mentes e corações das futuras gerações. Em Santos, os pedagogos desempenham papel crucial. São os disseminadores do conhecimento em um ambiente onde o comércio e a troca de ideias são tão vitais quanto as mercadorias que atravessam nosso Porto. No Dia Nacional do Pedagogo, queremos homenagear esses mestres da Educação que, com paciência e dedicação, planejam, executam e avaliam as atividades pedagógicas que formam a espinha dorsal da sociedade. Seja na sala de aula, na gestão escolar, na orientação educacional ou na supervisão, eles são os faróis que iluminam o caminho para o futuro. Jorge Fernandes - Santos EdificaçõesProjetos como os de Balneário Camboriú (SC) têm importantes erros, como edifícios tão altos que a sombra deles não permite aos banhistas tomarem sol. Aqui em Santos, em outros aspectos, também vejo erros por parte de alguns projetistas, que parecem não se preocupar com todos os moradores. Falo de saber se a rede de saneamento está dimensionada para a carga extra e se as ruas conseguem aguentar o trânsito adicional dos veículos. Tem ainda o meio ambiente, com a fauna e a flora. É preciso arborizar nossa cidade. Fernando Martins Braga - Santos PrivatizaçãoAo ver o serviço prestado pela Sabesp, penso que a saída é mesmo a privatização, pois todo lugar onde o Estado põe a mão, a coisa não funciona. Na semana passada, por exemplo, houve um vazamento de esgoto no túnel da Vila Zilda. Conforme noticiado, a Prefeitura do Guarujá fez algo certo e autuou a empresa. Mas, se a Sabesp é uma empresa pública, quem vai pagar a multa não é ela, e sim quem mantém seus impostos em dia. Ou seja: sempre que uma empresa estatal é multada, o contribuinte é punido duas vezes e o Estado, o verdadeiro culpado, nem liga. Fabrício Xavier Leonardo - Guarujá GuerrasCom relação à carta do sr. Carlos Gaspar, publicada sábado, peço vênia para acrescentar mais uma entidade à sua lista: o soldado raso. Aquele que efetivamente, sob ordens superiores, faz a guerra. Se todos os soldados rasos do planeta (não é utopia) dissessem a quem os manda para a guerra “eu não vou, vai tu!”, a guerra não existiria. Fim. Pedro dos Santos Neto - Santos