China Enquanto os EUA estão às voltas com suas atitudes egocêntricas, a China expande suas fronteiras econômicas. Sem tiro, sem bomba, sem achacar ninguém. No Brasil, prioriza o Nordeste. No Maranhão, a State Grid investiu mais de R\$ 18 bilhões. A BYD destinou R\$ 3 bilhões para uma fábrica na Bahia. Ainda na Bahia, os chineses vão erguer a maior ponte da América Latina, orçada em algo próximo de R\$ 11 bilhões. Na Paraíba, estão montando até um radiotelescópio para pesquisa espacial. E a Huawei avança pelo interior, expandindo a rede de fibra óptica. Desenvolvimento silencioso que gera emprego e impulsiona o futuro, o nosso e o deles. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Quem explica? Em carta recente, missivista tendenciosa pergunta sobre a compra de imóveis por Alexandre de Moraes, mas não cita Flávio Bolsonaro ou o pai, com dezenas deles adquiridos com dinheiro vivo. Também não citou Sóstenes Cavalcante e seus R\$ 400 mil guardados em espécie, teoricamente oriundos de compra e venda de imóvel. Respondendo à pergunta do título, talvez a Receita Federal pudesse esclarecer, caso houvesse legislação mais rigorosa e específica sobre a classe política e ocupantes da elite do serviço público brasileiro. Tratar como iguais entes tão díspares é a origem da corrupção que vemos. Rubem Silva - Santos Informação equivocada Uma missivista volta a usar esta coluna para disseminar informações equivocadas, recorrendo a comparações descabidas entre Jesus e a multiplicação dos pães com Alexandre de Moraes e a conta da compra de imóveis. Antes de assumir o cargo de ministro, Moraes e sua esposa já possuíam 12 imóveis; hoje, esse número chega a 17. Ainda assim, observa-se uma indignação seletiva: há quem critique esse patrimônio, mas ignore completamente os imóveis da família de Jair Bolsonaro, incluindo os 51 adquiridos em dinheiro, além da mansão de Flávio Bolsonaro, comprada por cerca de R\$ 6 milhões de reais, com R\$ 3 milhões em dinheiro, e o restante financiado pelo BRB. Não se trata de defender este ou aquele, mas de exigir coerência. Afinal, a indignação não deveria ter lado. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Horizonte esquecido Santos, cidade mais verticalizada do Brasil e marcada por legislação urbanística permissiva, vive um processo de expansão imobiliária que aprofunda as desigualdades socioespaciais. Essa verticalização integra estratégias de agentes promotores e gera impactos sociais, econômicos e ambientais. É dever de todos analisar esses efeitos – como pressão sobre a drenagem, sombreamento, mudanças no microclima, aumento de resíduos, problemas de mobilidade e segregação já em curso – com base em dados de cartas de habitação desde 2012 e estudos de deslocamento. Para a reversão desse quadro, são necessárias políticas públicas comprometidas com justiça socioambiental, garantindo que a verticalização produza benefícios distribuídos de forma mais equitativa. Sergio Fang - Santos O novo engodo Como recordar é viver, lembro aqui mentiras do ex-presidiário. Falar em escala 6x1 é ludibriar o País, que fica atrás de outras nações em termos de produtividade. Suspender a taxa da blusinha depois de prejudicar a população por três anos é outro ponto a ser questionado. E o que dizer da proposta de tirar o FGTS do coitado do trabalhador para pagar dívidas que o governo ajudou a contrair incentivando as bets? Isso sem contar os juros mais altos do mundo, que só servem para aumentar a inadimplência. Na década passada, a Dilma gastou R\$ 200 milhões na campanha. Agora, capaz dele gastar R\$ 2 bilhões para derrubar o Flávio Bolsonaro, com a ajuda de determinado homem da caneta. Por favor, acordem. Querem substituir a picanha pela paca. Luiz Vinagre - Santos