(Rovena Rosa/Agência Brasil Paz e tranquilidade Muitas vezes, a busca por paz e tranquilidade leva a ações que causam mais conflitos e sofrimento. Isso pode ocorrer devido a várias razões. Grupos ou nações podem buscar a paz, mas suas diferentes ambições e interesses podem levar a conflitos, pois as formas de alcançar essa paz podem ser divergentes e até conflitantes. Muitas guerras e conflitos surgem da falta de comunicação eficaz e da incapacidade de entender as perspectivas e necessidades dos outros. Às vezes, a busca pela paz é usada como um pretexto para consolidar poder e controle sobre outros, o que pode levar a mais conflitos e desigualdades. A natureza humana tem aspectos complexos, incluindo a tendência a buscar segurança e controle, o que pode levar a ações que resultam em conflitos, mesmo que a intenção inicial seja promover a paz. Esse ciclo é um desafio constante na história e na sociedade. A verdadeira paz geralmente requer compreensão profunda, compromisso e esforços para lidar com as causas subjacentes dos conflitos. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Guerras Nos últimos anos, milhares de pessoas morreram (e continuam morrendo) por causa de guerras: dona Maria, o dono da banca de jornal, crianças, soldados. Mas a pergunta que não quer calar é: por que quem as provoca permanece vivo? Lembrando que sou 101% contra toda sorte de violência. Pedro dos Santos Neto - Santos Sabesp Desde 3 de julho venho enviando e-mails à Ouvidoria da Sabesp com relação a um aumento desproporcional da conta de água. Em maio, paguei R\$ 79,96. Em junho, R\$ 162,83, mesmo sem um evento significativo para isso. Contudo, até agora não obtive resposta ou contato por parte da companhia. Será que depois da privatização da Sabesp os canais de comunicação dessa empresa pararam de funcionar? Ou seria falta de consideração com seus clientes? Henrique M. C. Cruz - Santos Pautas absurdas A onda conservadora da extrema direita traz pautas absurdas e retrógradas. Homeschooling, armas, mulheres como procriadoras e submissas, redução de direitos trabalhistas... Nas próximas eleições, lembre-se de quem está ao lado do extremismo. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Silvio Santos Infelizmente, o dia chegou. O grande mestre, guerreiro, mentor, gênio e ícone descansou. Por mais que saibamos que esse dia chegaria, nunca estivemos preparados. Exemplo de uma figura insubstituível. Nunca houve e jamais haverá outro Silvio Santos. Suas ideias foram concretizadas, vividas, desenvolvidas e passadas de geração em geração. De lenda viva, passa para a eternidade. Seu legado jamais será esquecido. Do simples, ele fez o sucesso e de um jeito que só ele conseguia fazer. A TV brasileira perde uma de suas essências. Gênios são eternos. E Silvio era muito mais que gênio e mestre da TV e da comunicação. Único e eterno. Só tenho a agradecer pelos domingos alegres em família e pela inspiração para me tornar um melhor profissional e melhor gestor de pessoas. Wagner Fernandes Guardia - São Vicente Temas importantes O jornal A Tribuna nos brindou, na última segunda-feira, com importantes temas, começando pelo editorial, destacando a preocupação com a saúde mental de crianças e jovens. Realmente, o excesso de exposição a telas serve como alerta a famílias, escolas e comunidade, com o objetivo de que trabalhem para impedir o estresse e a ansiedade nessa faixa etária. Em uma reportagem, a jornalista Bárbara Marques alertou sobre a importância ambiental do jundu na faixa de areia, cuja preservação beneficia a todos. O fórum A Região em Pauta acerta ao abordar o comércio varejista, podendo incentivar e apoiar os empregos diretos e indiretos que o setor cria na Baixada Santista. E, por fim, a matéria de Caio Prates sobre os direitos do trabalhador temporário fechou essa edição com chave de ouro. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania Eleições Na política brasileira, o que importa não é o que você é, mas sim o que você pode ser para ganhar uns trocados a mais. Muitos candidatos atuais são “metamorfos”. Eles promovem a autoevolução conveniente da “identidade racial” para terem dinheiro para suas campanhas. Vamos lá: na última eleição você era branco, na seguinte pardo, e agora, quem diria, descobriu que é descendente de quilombola. E não me venha com essa de que foi erro do sistema, porque o sistema pode até errar, mas nunca erra a favor do pobre. Em um país onde a evolução acontece de acordo com a conveniência do momento, a seleção natural foi trocada pela seleção do partido. Enquanto isso, o pobre eleitor permanece inalterado: negro, pardo, branco ou indígena, ele continua a peça mais preciosa do jogo. Mas só até as urnas fecharem, porque depois disso a cor que mais importa é a do dinheiro. Gregório José - Uberlândia (MG)