(Divulgação) Golpe de Estado A gravidade da descoberta do plano de assassinato do presidente da República, vice-presidente e do ministro do STF não tem paralelo na recente história democrática do País. Militares das forças especiais denominados kids pretos e um agente da Polícia Federal seriam os executores da macabra empreitada, ainda em investigação sobre os mandantes e financiadores do golpe. Nunca foi e nunca seria dentro das quatros linhas da Constituição se obtivessem sucesso no golpe de Estado. Àqueles que ainda acreditam que seríamos uma “democracia” e que teríamos “liberdade de expressão”, esqueçam isso. Podemos divergir sobre economia, costumes, judiciário, parlamentares e tantas outras pautas, mas nunca sobre nos mantermos unidos em prol da democracia. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Fatos x artefatos Antes de tudo, deixo claro que sou contra atos violentos. Destaco isso antes de falar sobre o caso da semana passada, ocorrido em Brasília e que já serviu para que fosse dado o veredicto sobre o projeto de lei que visa anistiar a maioria dos inocentes úteis envolvidos nos atos de janeiro de 2023, presos mesmo sem terem usado um martelo sequer, sem defesa e sem julgamento na instância correta. Voltando ao incidente recente, que não pode ser tachado de ato terrorista, alguns falaram que o homem envolvido seria um lobo solitário, mas acho que se trata de um burro solitário, pois usou bombinhas adquiridas em casa de fogos de artifício que vendem itens até mesmo a crianças. Acho muito estranho usarem essa infeliz iniciativa num momento que o País está sem comando, gastando o que não tem, sem um corte sequer no Orçamento e com mais dinheiro na Lei Rouanet, quase 40 ministérios e muito mais. Como se diz, tem boi na linha! Luiz Vinagre - Santos Incêndio Como a casa do vândalo que atazanou Brasília na semana passada, tentando matar ministros, pega fogo? Onde estava a Polícia Federal? Será que na casa não existiriam mais provas? Ou será que alguém colocou fogo na casa por algum motivo? Marieta Barugo - São Paulo Vizinho fofoqueiro A extrema direita é igual ao vizinho fofoqueiro. De todo jeito, ele vai falar e se não tiver nada para falar, vai inventar. Vive criando histórias para se manter relevante. A extrema direita muitas vezes recorre à desinformação, distorções e exageros para alimentar suas narrativas. É uma tática para desviar o foco dos problemas reais e confundir quem busca entender a verdade. A melhor forma de lidar com isso, seja na política ou no dia a dia, é manter a calma, buscar a verdade e não dar espaço para esses “fofoqueiros”. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Nobel da Paz Foi lamentável o presidente da Rússia, Vladimir Putin, não comparecer à reunião do G20, no Rio de Janeiro, pelo risco de ser preso devido ao mandado de prisão por crime de guerra. Seria uma oportunidade de Lula, postulante ao Nobel da Paz, exigir de Putin paz e indenização à Ucrânia por todos os males causados. Humberto Schuwartz Soares - Vila Velha (ES) Alerta A vitória de Donald Trump nos EUA e as eleições municipais brasileiras servem de aviso ao presidente Lula e à esquerda brasileira para reforçarem suas bases e propostas ao Brasil. São tímidas as mudanças estruturais do governo Lula, principalmente devido ao Congresso e Senado. Entretanto, existem perfis nas redes sociais incumbidos de difamar a atual administração federal, entre outras artimanhas. Ou o atual governo aprende e usa esses novos meios de comunicação ou será derrotado nas próximas eleições. Daniel Marques - Virginópolis (MG) Acácio Agora a Câmara de Santos quer devolver o prédio da antiga escola Acácio de Paula Leite Sampaio? Por quê? Por haver uma ameaça de punição por parte da Justiça, tardia a meu ver? Por que a Câmara Municipal não utiliza nesse prédio parte dos recursos que, anualmente, devolve para a Prefeitura? Só em 2023, foram R\$ 36 milhões, mais que suficientes para isso. Ou há algum interesse em não reformar o prédio? Rubem Silva - Santos Ruas Sobre carta enviada à coluna, gostaria de dizer que fico chocado, mas infelizmente é mais comum do que se imagina observar comentários que igualam em importância pessoas em situação de rua, ratos e lixo. Li também o adjetivo “caridosas” entre aspas e roedores obesos. É esse tipo de pensamento higienista com viés fascista que me assusta. Pessoas precisam de ajuda em ações isoladas, ações coordenadas por grupos e políticas de saúde pública, sem outras formas de “limpeza” (sim, com aspas). Renato Caetano de Jesus - Santos