<p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.455036" attr-version="policy:1.455036:1742334225" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.455036/Canva-900x600 (1).png?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">(Reprodução/X)</span></p> <p data-end="585" data-start="0"><strong data-end="16" data-start="0">Intolerância</strong><br data-end="19" data-start="16" /> No Brasil de hoje, expressar uma opinião sobre um livro, um filme, uma peça de teatro ou uma música tornou-se um campo minado. Qualquer comentário pode ser alvo de patrulhamento, cancelamento e ataques de militantes de todos os lados. É lamentável ver como os extremos da nossa política — tão pobres em conteúdo e tão rasos em pensamento — são incapazes de lidar com o contraditório. A intolerância tomou o lugar do debate e o resultado é um ambiente sufocante, onde a mediocridade se impõe pela força do barulho, não da razão.<br data-end="551" data-start="548" /> <em data-end="583" data-start="551">Arnaldo Luiz Corrêa - Santos</em></p> <p data-end="1370" data-start="587"><strong data-end="605" data-start="587">Abril Vermelho</strong><br data-end="608" data-start="605" /> A Constituição de 1988 reconhece o direito à propriedade, mas também estabelece que ela deve cumprir sua função social. Terras improdutivas deveriam ser destinadas à reforma agrária. As ocupações têm caráter político e social, já os atos de 8 de janeiro foram tentativa de golpe de Estado e ataque às instituições democráticas. O chamado Abril Vermelho, jornada nacional em defesa da reforma agrária, é realizada anualmente desde 17 de abril de 1996, em memória do massacre de Eldorado dos Carajás, quando 21 trabalhadores sem-terra foram mortos pela polícia. O debate sobre o MST e a reforma agrária envolve diferentes interpretações sobre direitos e justiça social que, sabidamente, não se encerra em 900 toques.<br data-end="1329" data-start="1326" /> <em data-end="1368" data-is-only-node="" data-start="1329">Marcus Aurelio de Carvalho - Santos</em></p> <p data-end="1495" data-start="1372"><strong data-end="1389" data-start="1372">Discursos (1)</strong><br data-end="1392" data-start="1389" /> É melhor chamar uma mulher de bonita do que de feia e incomível.<br data-end="1459" data-start="1456" /> <em data-end="1493" data-start="1459">Ghislaine de Oliveira - Santos</em></p> <p data-end="1788" data-start="1497"><strong data-end="1514" data-start="1497">Discursos (2)</strong><br data-end="1517" data-start="1514" /> Trecho de uma frase de Lula: “escolhi essa mulher bonita...”.<br data-end="1581" data-start="1578" /> E se fosse Bolsonaro a dizer? Não é preciso imaginar, dias antes o inelegível dissera que mulheres petistas são “feias” e outro adjetivo repulsivo. Quem destila ódio?<br data-end="1750" data-start="1747" /> <em data-end="1786" data-start="1750">Renato Caetano de Jesus - Santos</em></p> <p data-end="2549" data-start="1790"><strong data-end="1804" data-start="1790">Caligrafia</strong><br data-end="1807" data-start="1804" /> A caligrafia é uma arte que, além de produzir escritos belíssimos, conecta gerações e transmite um legado cultural. Ela era vista como um sinal de educação e esmero, algo valorizado tanto na escola quanto no trabalho.<br data-end="2027" data-start="2024" /> Em 1986, quando comecei a trabalhar na Codesp, cheguei a ter como parceiros conferentes que eram exímios escritores com suas letras góticas. Ter uma letra bonita era motivo de orgulho e muita gente se esforçou para aperfeiçoá-la.<br data-end="2259" data-start="2256" /> Com a tecnologia dominando a comunicação, a escrita manual perdeu espaço e a caligrafia refinada tornou-se algo raro. Ainda assim, quem tem uma letra bonita se destaca, e a caligrafia continua sendo apreciada em áreas como design e convites formais.<br data-end="2511" data-start="2508" /> <em data-end="2547" data-is-only-node="" data-start="2511">Gilberto Pereira Tiriba - Santos</em></p> <p data-end="3345" data-start="2551"><strong data-end="2566" data-start="2551">Reportagens</strong><br data-end="2569" data-start="2566" /> Louvamos a iniciativa da Prefeitura de Santos, detalhada em brilhante reportagem da jornalista Arminda Augusto, no domingo, para a Cidade ter mais áreas verdes e melhor qualidade de vida, com reflexos positivos para todos. Mais pessoas desejarão visitar e permanecer num município que tem mais cobertura vegetal e preservação ambiental.<br data-end="2908" data-start="2905" /> Um dia antes, o jornal também trouxe um importante editorial abordando a falta de infraestrutura que deixou centenas de pessoas sem conforto, sem água, sem comida e sem sanitários por mais de 12 horas devido a acidente na Anchieta.<br data-end="3142" data-start="3139" /> Esperamos que o projeto de lei a ser proposto pelos deputados para um plano de contingência nas estradas, detalhado na coluna Dia a Dia, seja aprovado.<br data-end="3296" data-start="3293" /> <em data-end="3343" data-is-only-node="" data-start="3296">Grupo de Proteção da Família e da Cidadania</em></p> <p data-end="3712" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3347"><strong data-end="3358" data-start="3347">Futebol</strong><br data-end="3361" data-start="3358" /> Após o jogo Corinthians x Santos, em entrevista, um jogador santista se disse decepcionado com a arbitragem e foi além, pedindo a contratação de árbitros estrangeiros.<br data-end="3531" data-start="3528" /> Vejo isso tudo como um desrespeito. As pessoas desconhecem os desafios a que são submetidos esses profissionais. Com a palavra, as federações.<br data-end="3676" data-start="3673" /> <em data-end="3712" data-is-last-node="" data-start="3676">Valter José Vieira - São Vicente</em></p>