[[legacy_image_289205]] MarimexA Tribuna destacou o acordo que viabilizou uma das obras mais aguardadas do Porto de Santos, a construção da pera ferroviária, que certamente irá potencializar o modal ferroviário em nossa região. Isso põe fim a uma disputa de mais de uma década, onde as antigas administrações portuárias tentaram impor suas vontades, desalojando de suas instalações uma das mais antigas, tradicionais e respeitadas empresas que atuam no Porto de Santos, a nonagenária Marimex. Em sete meses, a nova administração, substituindo a força pelo diálogo, conseguiu celebrar acordo que vai possibilitar um maior desenvolvimento portuário, respeitando-se o direito contratual dessa empresa que faz parte da história do Porto Santos, como bem destacado pelo presidente da APS, Anderson Pomini. Marcelo Del Bosco - Santos Sem poder de reaçãoO torcedor do Santos vive dias de angústia e desespero. A derrota por 4x0 para o Fortaleza no domingo já parecia desenhada antes mesmo de a partida começar. Com uma escalação defensiva e pouco ousada, a ideia do estreante Diego Aguirre era segurar a equipe de Vojvoda na etapa inicial e soltar o time no segundo tempo. A estratégia funcionou até os 13 minutos da etapa final, quando o Fortaleza abriu o placar com Pochettino. E o que se viu, dali em diante, foi uma sucessão de falhas individuais da equipe santista. O time do Santos parece preso num looping eterno, onde os mesmos erros se repetem rodada após rodada e absolutamente nada muda. Falta um certo senso de urgência, de indignação, de inconformismo com a derrota. Após uma janela de transferências de muitas promessas, o Santos trouxe apenas um reforço de verdade: Jean Lucas. Mas há ainda jogadores de boa qualidade disponíveis no mercado. Não é hora de medir esforços para trazê-los, independentemente do custo financeiro. Loucura maior será aceitar, passivamente, a página mais triste da história do Santos ser escrita no final do ano. Guilherme Rodrigues Simões - Santos Limpar o BrasilDiante das prisões de alguns dos auxiliares do inelegível, fico na expectativa de que o Exército Brasileiro tome providências no sentido de limpar o nome dessa honrosa instituição militar. Eu gostaria de saber o motivo de, depois de tantas provas, a (in)justiça brasileira não punir esses indivíduos, que tanto esculacham o nome do nosso Brasil. Será que o Ministério da Justiça tem vínculos com a direita e é por esse motivo que, nos últimos anos, só vai preso político graúdo esquerdista para que fosse eleita essa “coisa direitista” que quase desmontou nosso País? Josemilton de S. e Silva - Guarujá ErosãoQuando eu estava na UniSantos, em 2015, alunos da Engenharia Civil e eu preparamos um estudo sobre a erosão na Ponta da Praia, em Santos. À época, A Tribuna publicou uma reportagem com o título “Construção de molhe guia-corrente pode proteger praias da erosão”, tendo até repercussão internacional. Em resumo, era proposta a construção de molhe de pedras para proteger a Ponta da Praia e até facilitar a dragagem do canal com direcionamento das correntes. Contudo, optaram por geobags mais baratos, que nada têm servido e agora querem estendê-los até o Canal 5? Anos antes, quando estava na Unisanta, pesquisamos o fenômeno do transporte de sedimentos e concluímos que o aterro e a pequena ponte construída para acesso à Ilha Porchat, em São Vicente, em 1945, interrompeu a passagem dos sedimentos na maré alta na formação de mar casado. Com isso, acumulou-se areia no Itararé, erodindo a Praia do Gonzaguinha por falta de reposição de areia, que também se acumula na Garganta do Diabo. Propomos até a solução para este caso. Esses relatos falam por si. Gilberto Berzin – Santos MaconhaCom tantos processos parados, envolvendo políticos por corrupção, o onisciente Supremo Tribunal Federal (STF) acha tempo para tratar da descriminalização da maconha para uso pessoal. Fala-se que 60 gramas será o limite permitido, porém, há uma grita de somente alguns, infelizmente, mostrando que tal quantidade excede em muito a pretendida recreação. Não li se os ministros, dentro dos seus infinitos conhecimentos, levaram em consideração a opinião de médicos especialistas sobre os efeitos deletérios que aquela droga causa no cérebro, como também se os policiais deverão levar consigo, na abordagem, uma balança para avaliar se está havendo a transgressão. E por fim, se haverá a criação de um teste aos motoristas para saber se estão sob efeito da erva, em caso de acidentes ou blitz policial, nos moldes do bafômetro, ou se nesses casos os chapados serão descriminalizados. O que surpreende é que já há a Lei 11.343/2006, que proíbe a venda, porte e uso de drogas. Se ela deve ser revogada, por qualquer boa razão, entendo que isto seria atribuição de quem a aprovou, no caso o Congresso. Por que isso agora? Ademir Alonso Rodrigues - Santos