<p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.445280" attr-version="policy:1.445280:1747166329" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.445280/Pepe Mujica Reprodução Senado do Uruguai.jpg?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">(Reprodução/Senado do Uruguai)</span></p> <p data-end="815" data-start="135"><strong data-end="150" data-start="135">Pepe Mujica</strong><br data-end="153" data-start="150" /> Morreu Pepe Mujica, ex-presidente do Uruguai, símbolo de ética e simplicidade na política. Conhecido mundialmente por seu estilo de vida austero, sua retórica humanista e seu firme compromisso com a justiça social, Mujica deixou um legado que transcende fronteiras. Durante seu mandato como presidente do Uruguai, desafiou os padrões tradicionais de poder ao adotar práticas que refletiam coerência entre discurso e ação. Morava em uma modesta chácara, dirigia um Fusca de 1987 e doava cerca de 90% de seu salário a causas sociais e instituições de caridade. Descanse em paz, Pepe. Seu exemplo continuará inspirando gerações.<br data-end="781" data-start="778" /> <em data-end="815" data-start="781">Gilberto Pereira Tiriba – Santos</em></p> <p data-end="1457" data-start="817"><strong data-end="828" data-start="817">Destino</strong><br data-end="831" data-start="828" /> O destino dos povos e das instituições depende do sentido que tomam as multidões, o que exige cuidado na educação, aproveitando as oportunidades em todos os setores da vida social. Educar é inserir no caráter a formação de personalidade e solidariedade. Como elementos educacionais, ressaltamos a família, a escola, os métodos de ensino e o livro. Reunidos, consciente e construtivamente, exigirão certas restrições, como renúncia aos bens fáceis e privilégios, apelo à solidariedade e participação de todos no bem comum, nesta ordem: família, classe, escola, sociedade e nação.<br data-end="1412" data-start="1409" /> <em data-end="1457" data-start="1412">Grupo de Proteção da Família e da Cidadania</em></p> <p data-end="2185" data-start="1459"><strong data-end="1467" data-start="1459">INSS</strong><br data-end="1470" data-start="1467" /> Eu me divirto com as narrativas da esquerda festiva de shopping sobre o golpe bilionário no INSS, que chegam a ser infantis. O golpe começou no governo passado e esse governo descobriu? Só esquecem de dizer que, mesmo com inúmeras reclamações, esse governo nada fez, mesmo com o rombo aumentando enormemente. Cai o ministro e colocam o número 2 na hierarquia da Previdência como seu substituto. Por que deputados votaram contra a PEC feita pelo ex-presidente Bolsonaro para controlar esses empréstimos? Agora, teremos de pagar o rombo duas vezes e os causadores disso ficarão impunes, pois não serão condenados. Saudades de quando escândalo era andar de jet-ski e importunar baleias.<br data-end="2156" data-start="2153" /> <em data-end="2185" data-start="2156">André Durante – São Vicente</em></p> <p data-end="2853" data-start="2187"><strong data-end="2202" data-start="2187">Futebol (1)</strong><br data-end="2205" data-start="2202" /> Em 3 de novembro de 1957, tinha início o famoso tabu de dez anos de invencibilidade do alvinegro praiano diante do alvinegro paulistano em partidas do Campeonato Paulista. Nesse dia, o Peixe empatou com o rival em 3 a 3, no Pacaembu. Pelé, então com 17 anos, marcou os três gols. Durante o tabu, o Peixe venceu 16 partidas e empatou seis, marcando 67 gols e sofrendo 30. Os principais artilheiros do time foram Pelé (28 gols), Coutinho (13) e Pepe (10). Nesses dez anos, o Peixe goleou o rival em três oportunidades, duas vezes por 6 a 1 e uma por 7 a 4. Santos, quanto mais conheço teus feitos, mais eu te amo.<br data-end="2819" data-start="2816" /> <em data-end="2853" data-start="2819">Guilherme Gomez Guarche – Santos</em></p> <p data-end="3508" data-start="2855"><strong data-end="2870" data-start="2855">Futebol (2)</strong><br data-end="2873" data-start="2870" /> No Brasileirão de 2024, três dos quatro clubes que estavam na zona de rebaixamento após a 8ª rodada acabaram caindo. Não foi acaso. E o Santos está seguindo essa trilha com precisão cirúrgica. O que vemos hoje é um clube implodido por dentro, resultado de anos de gestões desastrosas, contratações amadoras e decisões administrativas que beiram o delírio. A incompetência acumulada ao longo da última década transformou o Santos em uma caricatura do que já foi. Se não houver uma ruptura imediata com esse ciclo de amadorismo, o destino será a Série B. Time grande afunda — e sem gestão, afunda de vez.<br data-end="3478" data-start="3475" /> <em data-end="3508" data-start="3478">Arnaldo Luiz Corrêa – Santos</em></p> <p data-end="3885" data-start="3510"><strong data-end="3523" data-start="3510">Segurança</strong><br data-end="3526" data-start="3523" /> Lá vem mais gente querendo gastar dinheiro público para ver a sigla PM, de Polícia Municipal, nas viaturas e fardas municipais das GCMs. Qual o motivo? O que interessa mesmo são as atribuições dos guardas municipais, seus objetivos e limites jurídicos, não o nome da corporação. Isso vale para todos os municípios.<br data-end="3843" data-start="3840" /> <em data-end="3885" data-is-last-node="" data-start="3843">Rubem de Carvalho Pereira Silva – Santos</em></p>