(MPA/Comunicação) Farmácia Popular Em observação a uma carta publicada neste espaço, as drogarias conveniadas com o programa Farmácia Popular continuam entregando os remédios que constam na lista sem nenhuma interrupção e gratuitamente. Eu e minha esposa pegamos mensalmente em qualquer unidade, bastando levar a receita prescrita pelo nosso médico. Observamos também que muitas pessoas fazem o mesmo. Sobre o corte de verba desse programa, isso aconteceu sim, mas nos quatro anos do ex-presidente, hoje inelegível. Com ele, havia gastos de cartões corporativos, passeios de jet ski, motociatas e até joias em troca de refinarias. Antonio Sergio de Jesus - São Vicente Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Bagunça organizada De quem será que foi a ideia de bagunçar as numerações das camisas dos times de futebol? Antigamente, as camisas da formação do time que começava o jogo iam do 1 ao 11, a 12 era destinada ao goleiro reserva e as seguintes também obedeciam ao mesmo conceito. Hoje em dia, com tudo bagunçado, já vi centroavante com a camisa de número 13. Será que são os jogadores que exigem isso ou se trata de uma imposição das equipes? Josemilton de S. e Silva - Guarujá Poupatempo Fui ao Poupatempo para dar início ao processo de obtenção da minha Carteira de Identidade Nacional (CIN). Tive o cuidado de pré-agendar pelo site o atendimento e cheguei ao local com antecedência em relação ao horário agendado. Retirei minha senha (para atendimento preferencial) e sentei-me a esperar. Depois de uma hora, achei que era demasiada desorganização. Fui ao balcão dos atendentes pedir explicações e só me disseram que deveria esperar. É muito descaso. O governador Mario Covas, criador do Poupatempo, deve estar se revirando em seu descanso eterno por ver a que ponto chegou a desordem de algo que, um dia, foi exemplar. José Carlos da Silva Caridade - Santos Águas gaúchas Presenciamos a maior enchente da história do Rio Grande do Sul e muitos tentam explicar como isso ocorreu. Tenho viajado pelo Brasil, sempre que possível no modal rodoviário, para poder conhecer de perto nossa terra. Sem medo de errar, posso afirmar que nosso país, com exceção de grande parte da Floresta Amazônica, tudo está desmatado. Os que se dizem amantes do capitalismo moderno justificam isso alegando que o Brasil é o celeiro do mundo e precisar alimentar a humanidade, custe o que custar. Pois bem, aí está outra vez a natureza cobrando seu preço e destruindo cidades. A cada dia isso se tornará mais comum do que imaginamos. Temos responsabilidades com as atuais e futuras gerações, precisamos dar um basta nesse cenário e buscarmos um planejamento familiar radical, reduzindo drasticamente a população aos longos dos próximos séculos e refazendo as florestas destruídas. Elias Carneiro Jr. - Santos Sul O desastre no Rio Grande do Sul ofereceu à classe política brasileira uma excelente oportunidade de demonstrar algum civismo se abrisse mão do fundo eleitoral de R\$ 4,96 bilhões para a reconstrução da infraestrutura do estado. Só que não. Pelo contrário, um grupo de parlamentares preferiu viajar aos EUA com dinheiro público, pedindo palco no Congresso norte-americano para atacar as instituições brasileiras. Um senador eleito pelo Rio Grande do Sul desapareceu, surgindo após bom tempo para dizer que não tem função de ajudar. O deputado que é filho do ex-presidente inelegível foi até lá, mas para filmar as cidades inundadas, não socorrendo nem uma lagartixa. Os políticos só se mobilizaram para votar contra os projetos do governo, festejando até a falta de regras claras contra fake news. Quem perde com isso não é o Lula nem o PT, mas o Brasil. Richard Ghibu - Santos Ruas A proposta do vereador santista Roberto Teixeira (Republicanos) para que a história da cidade, hoje vista nas placas das ruas e avenidas, seja compilada de forma detalhada em livro já existe para as mulheres. O Clube Soroptimista Internacional de Santos produziu um livro, de excelente qualidade, contando a história das mulheres que dão nome às ruas de Santos. José A. M. Almeida - Santos Cobranças Em carta com o título “Cobranças”, um leitor pede que nosso grupo cobre os congressistas, mencionados como omissos, e quer que citemos nomes. Esclarecemos que não fazemos cobranças. Damos sugestões às autoridades e nunca iremos mencionar nomes nem classificar ninguém como omissos em respeito ao público, pois cada pessoa tem sua linha política partidária. Nós seguimos sem ligação com o segmento político, como já ocorre há 37 anos. Acreditamos que o termo autoridades engloba todos dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. De nossa parte, encerramos o assunto com elevada estima aos leitores. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania