O leitor Juan Manuel Villarnobo Filho, de Santos, escreveu sobre o Parque Valongo (Alexsander Ferraz/AT) Parque Valongo A interpretação errônea da roda-gigante ser a maior atração do Parque Valongo induz a um erro grotesco, ainda que equipamentos do tipo em Las Vegas e em Balneário Camboriú sejam muito frequentados e bem-quistos. O editorial de A Tribuna no dia 5 é inteligente e isento ao esclarecer dúvidas dos céticos de conveniência. Ao invés de armazéns abandonados e degradados, através de uma exitosa articulação, “o Parque Valongo tem potencial para ser o pontapé que faltava a um projeto maior de revitalização de toda área central. Atrair residências, novos negócios, gastronomia e entretenimento o consolidará como iniciativa bem-sucedida”. Evidente que há de ser dado tempo ao tempo. O editorial menciona que “o Porto Maravilha, no Rio de Janeiro, que teve início em 2013, com erros e acertos prosperou e hoje é atração turística”. No nosso caso, trata-se de um projeto visionário, próprio dos grandes idealistas que enxergam além do presente para conceber um grande futuro e engrandecimento para nossa querida Santos. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Fortaleza O brilhante Elcio Secomandi expôs neste jornal sua preocupação, mais do que cabível, com o estado de abandono da Fortaleza de Santo Amaro, situação que se repete no Escolástica Rosa. Entra governo, sai governo, restaurações repetidas se dão no Mercado Municipal, no Teatro Coliseu etc. São imóveis situados em locais inóspitos. Chega de jogar dinheiro fora. Que sejam feitas obras de interesse público. Cito como exemplo o acesso ao Canal 1 para quem vem de São Vicente pela praia. Um trânsito difícil desde cedo, todos os dias, há mais de uma década. Por que não uma obra viária no local? Mais respeito com o dinheiro dos impostos. É o que se espera. Luiz Alberto Reis - Santos Juros Juros da dívida pública. Qual sua origem? O quanto impactam a vida de todos nós? Por que essa dívida não acaba nunca? Engana-se quem pensa que ela é fruto de descontrole fiscal. Essa dívida monstruosa é mantida para atender interesses do setor financeiro, que ganha sem produzir nada. No orçamento federal, há teto de gastos para tudo, exceto para o pagamento dos juros da dívida pública, que consome praticamente a metade do orçamento. Os capitalistas pouco investem no setor produtivo, porque o melhor negócio do Brasil é colocar o dinheiro no setor financeiro. Mesmo durante a pandemia, quando muitas empresas faliram, os bancos continuaram a bater recordes em seus lucros líquidos. É preciso que a sociedade se conscientize sobre esse assunto e cobre de seus representantes ações que mudem esse cenário, pois enquanto vivermos nessa política monetária, estaremos amarrando o desenvolvimento de nosso País. João Jr. Tabosa Bernardo - Santos Lição e democracia O premiê britânico Rishi Sunak, em seu primeiro discurso após a acachapante derrota nas urnas, parabenizou seu sucessor, Keir Strmer, pediu desculpas ao povo pela derrota e fez questão de frisar que ouviu a raiva e a decepção dos britânicos. Discurso de um verdadeiro democrata, que reconhece seus erros e prega que, acima de qualquer outra coisa, está o povo de seu país. Talvez possa servir de exemplo para que nossos políticos e seus radicais seguidores entendam de uma vez por todas que os que pensam diferente, são apenas adversários, não inimigos mortais a serem abatidos. Orlando Machado - Santos Inércia de Lira A posição de Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara Federal, em relação à inclusão da carne na cesta básica reflete um ponto de divergência significativo. Enquanto o presidente Lula expressou apoio a essa inclusão, Lira indicou ser contrário. Na qualidade de presidente da Câmara, ele desempenha um papel crucial na condução das votações legislativas. Ao afirmar que “não vota” em análises no plenário, ele indica que sua função é presidir e garantir a ordem e a condução dos debates, sem emitir sua opinião pessoal de maneira explícita, ficando inerte. Essa postura pode ser interpretada como uma tentativa de manter neutralidade ou distanciamento em temas sensíveis e polêmicos, como a inclusão de produtos na cesta básica, que envolve implicações econômicas e sociais significativas. A não definição clara de sua posição pode ser vista como uma estratégia política para evitar polarizações ou para permitir flexibilidade nas negociações legislativas. No entanto, sua função de liderança na Câmara implica que suas decisões podem influenciar diretamente o resultado de propostas como essa. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Extremismo A professora de Filosofia Carolina M. Puerto, em Florianópolis (SC), trouxe conteúdos sobre estudo de fake news para a sala de aula, conforme preveem os cadernos curriculares da Educação Básica de Santa Catarina. O que aconteceu? O governador Jorginho Mello (PL) a suspendeu por 60 dias. É como age a extrema direita. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos