<p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.448324" attr-version="policy:1.448324:1759272163" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.448324/Fachada_.JPG?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">(Vanessa Rodrigues/AT)</span></p> <p data-end="574" data-start="120"><strong data-end="137" data-start="120">Plínio Marcos</strong><br data-end="140" data-start="137" /> Em meio à lembrança dos 90 anos de nascimento do saudoso escritor, ator e teatrólogo santista Plínio Marcos, morto em 1999, vale salientar o artista por obras de protesto e denúncia às formas de organizações sociais. De família humilde, se destacou por seu modo de ser, de enxergar as pessoas sem qualquer preconceito, na voz refletida entre personagens mendigos, delinquentes e prostitutas com linguagem característica do submundo.</p> <p data-end="884" data-start="576">Admirador do circo e do futebol, Plínio também se apresentou como humorista e serviu à Aeronáutica, foi ator de teatro e novela, revelando-se por livros e peças como <em data-end="770" data-start="742">Barrela - Escola de Crimes</em>, <em data-end="803" data-start="772">Dois Perdidos numa Noite Suja</em>, <em data-end="823" data-start="805">Navalha na Carne</em>, <em data-end="841" data-start="825">A Rainha Diaba</em>, <em data-end="857" data-start="843">Abajur Lilás</em> e <em data-end="867" data-start="860">Querô</em>, entre outros.</p> <p data-end="1064" data-start="886">Parabenizo a Casa das Culturas de Santos pela exibição do documentário <em data-end="992" data-start="957">Plínio Marcos, o Homem do Caminho</em>, na presença do diretor Antônio Muñoz.<br data-end="1034" data-start="1031" /> <em data-end="1062" data-start="1034">Míriam Santiago - Santos</em></p> <p data-end="1268" data-start="1066"><strong data-end="1077" data-start="1066">Guarujá</strong><br data-end="1080" data-start="1077" /> Pergunto a quem de direito na Prefeitura de Guarujá: o que os moradores da Rua Iporanga têm que fazer para que sejam instaladas lombadas nesta rua iguais às colocadas nas ruas paralelas?</p> <p data-end="1611" data-start="1270">Na eleição passada, candidatos passaram por aqui pedindo votos e eu e os vizinhos cobramos uma solução. À época, eles disseram que iriam sanar os problemas. Só que nada mudou até aqui. Hoje em dia, é difícil ver um vereador que goste de atender a população e os eleitores nem sabem quem foi eleito.<br data-end="1571" data-start="1568" /> <em data-end="1609" data-start="1571">Josemilton de S. e Silva - Guarujá</em></p> <p data-end="1943" data-start="1613"><strong data-end="1628" data-start="1613">País pobre?</strong><br data-end="1631" data-start="1628" /> O Brasil é considerado subdesenvolvido e pobre diante das potências do Hemisfério Norte. Mas será mesmo? Um país que concede aposentadoria integral a servidores, transforma punição de magistrados em aposentadoria plena, engorda salários com penduricalhos e socializa fraudes milionárias da Previdência é pobre?</p> <p data-end="2342" data-start="1945">Vejamos as estatais: há mais de um século se fala na ligação Santos-Guarujá, uma obra de R\$ 6 bilhões. Enquanto isso, só os Correios perderam R\$ 4,37 bilhões em seis meses, podendo ultrapassar R\$ 8 bilhões no ano. Em 2024, as estatais — excluindo Petrobras e bancos federais — somaram prejuízo recorde de R\$ 6,7 bilhões, após superávit de R\$ 4,8 bilhões em 2022. Em 2025, o rombo será histórico.</p> <p data-end="2532" data-start="2344">Um país capaz de sangrar bilhões de reais impunemente e ainda sobreviver não é pobre: é um gigante que insiste em se comportar como miserável.<br data-end="2489" data-start="2486" /> <em data-end="2530" data-start="2489">Valter Domingos Branco Filho - Santos</em></p> <p data-end="2909" data-start="2534"><strong data-end="2553" data-start="2534">Obras no Macuco</strong><br data-end="2556" data-start="2553" /> Há seis meses os moradores das ruas Santos Dumont, Rodrigo Silva e José do Patrocínio convivem com obras da Sabesp e da Prefeitura, bem-vindas porque se faziam urgentemente necessárias. Sabemos que os transtornos são inevitáveis, mas eles têm extrapolado, porque as obras seguem em ritmo moroso e parece haver pouca preocupação em mitigar os impactos.</p> <p data-end="3113" data-start="2911">O ambiente é de poeira, lama e entulho, uma bagunça só. Nos trechos com calçadas já recuperadas, só concreto, nenhum verde. Por que esse descaso com o Macuco?<br data-end="3072" data-start="3069" /> <em data-end="3111" data-start="3072">Wagner de Alcântara Aragão - Santos</em></p> <p data-end="3438" data-start="3115"><strong data-end="3136" data-start="3115">A Região em Pauta</strong><br data-end="3139" data-start="3136" /> Fui uma das assinantes do Clube <em data-end="3182" data-start="3171">A Tribuna</em> sorteadas para participar do fórum <em data-end="3237" data-start="3218">A Região em Pauta</em> sobre os avanços e desafios dos 10 anos da Lei Brasileira de Inclusão. Percebi o quanto ainda precisamos educar quem não convive com pessoas atípicas, mas deve compreender e respeitar a diversidade.</p> <p data-end="3740" data-start="3440">Tive no meu convívio o meu cunhado Nelsinho, com deficiência intelectual. Hoje ele não está mais entre nós, mas deixou às minhas filhas um legado de amor e respeito. Inspirou-me também o trabalho da empreendedora Carol Porto e sua Turma do Longinho, que mostra às crianças que o diferente é normal.</p> <p data-end="3954" data-start="3742">Inclusão não se limita à escola — é para a vida. Sou mãe de uma filha celíaca e sei que essa luta também é por espaço e respeito. Falar de inclusão é falar de todos nós.<br data-end="3914" data-start="3911" /> <em data-end="3952" data-start="3914">Viviane Secco Ramos Helio - Santos</em></p>