<p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.260150" attr-version="policy:1.260150:1775000680" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.260150/legacy_image_4191.jpg?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">(Marcelo Camargo/Agência Brasil)</span></p> <p data-end="21" data-start="0"><strong data-end="21" data-start="0">Qualidade de vida</strong></p> <p data-end="684" data-start="23">A expressão qualidade de vida, tão em voga atualmente, deveria ser entendida não apenas por números oficiais referentes a saúde, educação, saneamento básico, segurança e outros importantes indicadores, mas também pelas percepções das pessoas relativas a clima (sensação térmica), paisagem urbana (poluição visual) e deslocamento entre pontos do município - incluo nesse quesito não só o transporte coletivo, mas também fatores que dificultam ou facilitam o transporte individual, como condições das vias urbanas, respeito às regras de trânsito e sincronização semafórica. Acredito que sem esse conjunto de fatores não há, na verdade, uma real qualidade de vida.</p> <p data-end="727" data-start="686"><em data-end="727" data-start="686">Augusto Luiz Oliveira da Costa - Santos</em></p> <p data-end="752" data-start="729"><strong data-end="752" data-start="729">De parar o trânsito</strong></p> <p data-end="1425" data-start="754">No último sábado, embarquei na linha 938 da BR Mobilidade. No entanto, no Canal 2, esquina com a Rua Euclides da Cunha, o condutor resolveu estacionar o ônibus por cerca de 20 minutos, à revelia dos demais passageiros, para aguardar uma passageira com quem, aparentemente, possui alguma relação de intimidade. Não deu outra: ela acabou parando uma via importante da nossa cidade, rota de serviços de emergência. Quem dera minha mãe tivesse essa mesma preferência — ou, se não for pedir muito, que idosos e pessoas com necessidades especiais também tivessem esse mesmo “poder” de parar o trânsito. É a síndrome do pequeno poder do condutor. Com a palavra, a BR Mobilidade.</p> <p data-end="1457" data-start="1427"><em data-end="1457" data-start="1427">Thiago Silva Santos - Santos</em></p> <p data-end="1478" data-start="1459"><strong data-end="1478" data-start="1459">Gleisi Hoffmann</strong></p> <p data-end="1975" data-start="1480">Com todo respeito à ministra Gleisi Hoffmann, aquela que não tem envolvimento algum na Lava Jato e gosta de falar dos outros, é claro que, com a alta do senador Flávio Bolsonaro nas mais recentes pesquisas, a faria começar com esse papo de que ele tem envolvimento com milícias. Como não voto em nenhum dos dois, posso escrever à vontade sobre esse tema. Afinal, o Brasil está sem futuro e seguirá assim, mas com muito mais ódio no futuro. Quem viver, confirmará. E olha que não sou Nostradamus.</p> <p data-end="2005" data-start="1977"><em data-end="2005" data-start="1977">Marieta Barugo - São Paulo</em></p> <p data-end="2022" data-start="2007"><strong data-end="2022" data-start="2007">Sergio Moro</strong></p> <p data-end="2844" data-start="2024">A trajetória de Sergio Moro revela um percurso marcado pela conveniência. O juiz que se projetava como guardião da ética hoje circula por estruturas partidárias que destoam do discurso que o consagrou. Após decisões que ganharam os holofotes e foram questionadas quanto ao rigor técnico, deixou a imparcialidade da toga para ingressar no jogo político. Sua passagem do Judiciário ao Executivo e para o Legislativo sugere um movimento contínuo em busca de novos espaços de poder, agora com ambições voltadas ao Governo do Paraná. A tentativa de preservar a imagem de paladino da justiça soa cada vez mais frágil: é como tentar manter intacto um bloco de gelo sob o sol intenso do meio-dia. A forma se dissolve, a coerência se esvai, mas o personagem persiste em sustentar um enredo que o próprio tempo começa a desmentir.</p> <p data-end="2880" data-start="2846"><em data-end="2880" data-start="2846">Gilberto Pereira Tiriba - Santos</em></p> <p data-end="2900" data-start="2882"><strong data-end="2900" data-start="2882">Esclarecimento</strong></p> <p data-end="3791" data-start="2902">O Sindicato dos Médicos de Santos, São Vicente, Cubatão, Guarujá e Praia Grande (Sindimed) reafirma ser o legítimo representante da categoria, nos termos legais, sendo inaceitável qualquer tentativa de deslegitimar sua atuação diante da mobilização real dos profissionais. Causa ainda mais estranheza que, ao mesmo tempo em que se questiona essa representatividade, sejam divulgados valores de remuneração que não refletem a realidade da maioria dos médicos da rede pública de saúde em Santos. A referência a ganhos de R\$ 19 mil é absolutamente descontextualizada, pois decorre de situações específicas, como acúmulo de vínculos, jornadas ampliadas e verbas acessórias, não podendo, em hipótese alguma, ser utilizada como parâmetro da remuneração da categoria. O debate público exige responsabilidade, compromisso com a verdade e respeito às entidades que, de fato, representam os médicos.</p> <p data-end="3847" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3793"><em data-end="3847" data-is-last-node="" data-start="3793">Elói Guilherme P. Moccellin - Presidente do Sindimed</em></p>