Terracom contabilizou 113,50 toneladas de resíduos recolhidos na faixa da areia das praias, no Réveillon (Arquivo/ATribuna.com.br) Lixo na praia Recentemente, ao caminhar pela praia, deparei-me com uma cena desoladora: apesar do rastelo de limpeza ter passado há pouco tempo — evidenciado pelo equipamento ainda presente no local —, a areia já estava novamente com lixo. Copinhos descartáveis, canudos plásticos (que, apesar da proibição, ainda são utilizados) e incontáveis bitucas de cigarro poluíam o ambiente. É inconcebível imaginar o que leva uma pessoa a descartar lixo na areia da praia. Será que fazem o mesmo em suas próprias casas? O que muitos ignoram é o destino final desses resíduos aparentemente inofensivos. Canudinhos plásticos e outros detritos acabam alcançando o mar, um habitat vital para milhares de espécies, que podem confundir esses objetos com alimento e ingeri-los, com consequências fatais. O mesmo ocorre com bitucas e outros lixos. Essa situação é triste e lamentável. Precisamos urgentemente de uma conscientização coletiva sobre a importância de preservar o meio ambiente. Que cada um reflita sobre seu papel e suas atitudes, pois a proteção das nossas praias e oceanos depende de todos nós. Maria de Lourdes Neves - Aparecida - Santos Ambíguo O presidente dos EUA assinou um decreto classificando cartéis mexicanos e venezuelanos de traficantes como organizações terroristas. A medida, que à primeira vista parece correta, esbarra na falta de critérios bem definidos no decreto assinado com o termo “terrorista”. Juristas de Direito Internacional e especialistas em segurança apontam a ambiguidade no uso do decreto como a maior ameaça à soberania dos países. Ao não estabelecer critérios claros para determinar quais organizações serão enquadradas, a medida se torna ainda mais perigosa, podendo justificar pressões financeiras, sanções e até ações militares contra países da América Latina. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Servidores Entramos no 2º mandato do prefeito Rogério Santos e, como servidores públicos concursados, seguimos vendo declarações como a publicada em A Tribuna no último dia 30, que dá conta que a Prefeitura ainda não havia feito “todos os estudos sobre a pauta de reivindicações dos servidores”. Como ainda não fizeram? A pauta é conhecida desde outubro ou novembro de 2024 e a data-base é 1º de fevereiro. Não somos prioridade? Rubem de Carvalho Pereira Silva - Santos Abril vermelho Infelizmente, o MST tem um “anjo da guarda” que lhe assegura impunidade. Diferentemente do que aconteceu em 8 de janeiro de 2023, no ano de 2006 o MST invadiu as dependências do Congresso, causando prejuízos sem que nenhum desse fosse preso e responsabilizado pelos danos causados. Agora, o MST promete invasões no “abril vermelho” objetivando a reforma agrária prometida pelo governo petista. Consta na Constituição que “o direito de propriedade é sagrado”, mas impunemente durante anos acontecem invasões de propriedades rurais, em muitos casos, causando danos materiais e também em pesquisas para inovações e desenvolvimento da agropecuária brasileira. Humberto Schuwartz Soares - Vila Velha (ES) Política Se pesquisarmos todos os vereadores, deputados estaduais, federais, senadores, prefeitos e governadores de direita no país, teremos um denominador comum entre eles – não possuem legado. Não fazem nada em prol da sociedade para a qual foram eleitos. São Paulo nunca teve um governador de esquerda, porém, seus eleitores vivem elegendo políticos que, uma vez no poder, nada fazem em prol da sociedade. São 30 anos de poder, com déficit de 37 mil policiais civis, militares e rodoviários. Saúde com falta de hospitais e leitos comuns e de UTI. Educação sucateada. Mas, o eleitor “esperto” vota com medo do comunismo que nunca existiu em São Paulo nem no Brasil. Rafael Moia Filho - Bauru (SP)