O leitor Fabricio Xavier Leonardo, de Guarujá, escreveu sobre a proibição de celulares nas escolas (Tânia Rêgo/Agência Brasil) Celulares em escolas Mais uma vez as pessoas têm seu direito cerceado pelo Estado. Agora proibiram os celulares nas escolas. Quem o Estado acha que é para decidir o que é melhor para meu filho? Mas eles vão mais longe! Se intrometem na iniciativa privada, proibindo também nas escolas particulares. Não vou entrar no tema se faz mal ou não: meu filho não vai usar mesmo. Mas quem decide somos nós, os pais. E fica a pergunta: quem vai tirar o celular do marmanjo que entrar armado na escola? Chame a policia, dirão. Hoje, amanhã. E depois? Quem vai ser agredido dentro ou fora da escola? O político sentado na sua confortável cadeira de R\$ 2 mil, com ar-condicionado no máximo? Não. É o professor, com seu salário miserável, em salas muitas vezes sem ventilador. “Parabéns”, governantes, por mais uma regra absurda. Tudo começa assim: tira um direito aqui, outro ali... Fabricio Xavier Leonardo - Guarujá Porto Durante décadas, a América Latina foi tratada – ou melhor, esquecida – pelos Estados Unidos nos aspectos social e econômico, interessando-se apenas pelo político. A China acaba de inaugurar, no Peru, o Porto de Chancay, uma obra que custou US\$ 1,5 bilhão, como parte de seus esforços para reinaugurar, em pleno século 21, a nova Rota da Seda. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Política Impressionante a narrativa enviesada que li ontem na Tribuna do Leitor. Permito-me breves correções: troque manifestações pacíficas por bloqueio de estradas às vésperas do segundo turno. Dois meses após eleições, troque por acampamentos fomentados de ódio, aumento de células nazistas no sul do país e tentativa de bomba no Aeroporto de Brasília. Grupos armados sim, com ódio e armas, no nefasto 8 de janeiro, com omissão do governador do DF, partidário do pior presidente, que graças a Deus não foi reeleito em pleito elogiado pelo mundo. “Infiltrados” é o máximo da hipocrisia. Terrorismo é o nome certo para tudo isso. E Lula foi eleito em um processo chamado democrático. Renato Caetano de Jesus - Santos Novo formato Agindo com simplicidade, defino o novo formato de A Tribuna como um jornal gostoso de manusear e ler. Quem saiu ganhando fomos nós, assinantes fiéis do jornal impresso. Nada substitui o prazer de folhear cada página. Parabéns a todos os envolvidos nesse novo formato. Daisy Zamari Pereira - Santos Desnudar do cinismo Com absoluta maestria de raciocínio, em seu artigo “Tesoura sem fio”, o jornalista Rafael Motta desnuda o cinismo e irresponsabilidade do governo e Congresso. Pessoalmente, julgo que as lideranças parlamentares do Congresso, nas legislaturas anterior e atual, são o que de pior já existiu em termos de chantagem e impatriotismo. Vivemos a ditadura do Legislativo federal, onde abundam interesses numa verdadeira subversão inconstitucional do Orçamento, distribuindo emendas, vantagens e isenções, sem que nada seja oferecido em troca ao país ou população. Os grupos mais dissimulados prometem manutenção ou ampliação de vagas de trabalho. Obtidas as isenções, nada acontece, sequer fiscalização. Motta mostrou o descaramento do Executivo, Legislativo e Judiciário, onde o termo diálogo significa verbas, emendas, cargos. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Cigarro eletrônico Estou preocupado, principalmente com os jovens, quando chego perto de bares e baladas. O uso do cigarro eletrônico tem crescido muito. Com sabores e fragrâncias, eles vêm chamando a atenção, como se fizessem menos mal do que o cigarro tradicional. Vale a pena lembrar que a nicotina causa dependência química, câncer, problemas cardíacos e respiratórios. Fiquem longe, isso só causa malefícios. Pedro Filetti - Santos