[[legacy_image_354616]] JocaA morte do cão Joca, que embarcou em Guarulhos e deveria ir para Sinop, mas foi parar em Fortaleza, causou comoção nacional pelo fatídico erro que levou o animal a óbito. Enquanto o mundo avança e o reconhecimento da importância do animal na vida do ser humano se acentua, acontece uma tragédia dessa, que desestimula e entristece os simpatizantes a transportar seus filhos caninos. Os animais, há muitos anos, são reconhecidos como familiares e tratados com amor, carinho e muito cuidado pelos humanos. Já se foi o tempo em que o cão era para guardar a casa e o gato servia para caçar ratos. Esse episódio deve servir para que companhias aéreas se organizem e revejam esse tipo de transporte em que os pets são transportados como mercadorias, em compartimentos que mal dão conta de seu corpo, sem espaço e refrigeração adequados. Nada trará o Joca de volta, mas esse fato deve servir como exemplo para que não haja mais omissões e tragédias como essa que ceifou a vida do querido cão, não pela sua beleza e belo porte, mas por ser um animal e merecer toda atenção e cuidado, o que não aconteceu nessa triste viagem. Paulo Lacerda - São Vicente Amizades obscenasAtendendo a pedido do Poder Executivo, o bom amigo Cristiano Zanin concedeu liminar monocrática suspendendo a desoneração da folha de pagamento de 17 setores. O ocorrido é um bom exemplo do problema estrutural brasileiro. Enquanto radicais se hostilizam na apologia dos dois ídolos de pés de barro, os políticos se regozijam porque isso os deixa fora do foco da discussão do que realmente interessa. Só conheceremos o amadurecimento político e o desenvolvimento com uma Constituinte civil que, além de acabar com todos os privilégios obscenos dos três poderes, crie normas que encerrem essa forma de nomeação de ministros do Supremo e do STJ, assessores parlamentares e todas as estruturas que facilitam a legalização da corrupção e da roubalheira. Essa é a luta que interessa: uma Constituinte que mude essa estrutura corroída e corrompida do estado brasileiro. Persio Boschetti Júnior - Santos Impeachment?Um presidente, em ato público, com verba do contribuinte, pedir votos para um companheiro não seria caso de impeachment? Carlos Alberto Gaspar - Santos Cerco fechandoSensível o baixo comparecimento de adeptos do presidente Lula na comemoração do 1º de Maio. Foi-se o tempo da Vila Euclides, quando metalúrgicos abarrotavam aquele estádio. Hoje, Lula e sua trupe estão acuados, perdidos, sem prestígio, sem apoio internacional (exceto das “potências” Venezuela e Cuba), sem plano de governo, com inflação em alta, gastos públicos (e privados) sem controle, sem maioria no Congresso e ‘queimado’ dentro do próprio PT, enfrentando denúncias de corrupção nos ministérios, enquanto a ‘ditadura’ do STF cresce e enoja o Brasil. Parece que o palanque ainda não foi desmontado, mas é certo que a plateia está cada vez menor. Evandro Duarte - Santos Qualificação médicaEm relação ao excelente e pontual editorial de A Tribuna publicado na última semana, fica demonstrado o triste diagnóstico da piora da qualificação médica no Brasil. A quem interessa esse aumento de faculdades e residências com o domínio de um governo de cunho socialista? Vejamos o exemplo da Inglaterra pós-Segunda Guerra: foram formados médicos para servir em batalhas, mas eles não conseguiram atuar com dignidade nos anos seguintes, obrigando o governo britânico implementar cinco medidas. São elas: redução na admissão, controle de crescimento com fechamento de cursos ruins, incentivo à Medicina de família e cuidados primários, revisão da formação médica e monitoramento da força de trabalho. O exemplo existe. Cabe à sociedade escolher seus rumos. O Brasil está envelhecendo e precisamos melhorar a qualidade, sem formar agentes de saúde em série, como Cuba, com títulos de médico. Basta! Eloi Guilherme P. Moccellin - Presidente do Sindimed Santos e Região RancorHá leitores que, nessa conceituada coluna, se valem do espaço para lacrar, expondo todo o ressentimento e ranço que têm em relação ao atual governo. Uma sugestão a eles: que tal explorar algumas alternativas? Por exemplo, em vez de focar apenas nas críticas, que possamos discutir possíveis soluções para os problemas enfrentados pelo País, como políticas econômicas mais eficientes, medidas para reduzir a desigualdade social ou iniciativas de preservação ambiental. Ou, talvez, explorar histórias inspiradoras de pessoas ou comunidades que estão fazendo a diferença em suas áreas, destacando exemplos positivos de engajamento cívico e colaborativo. Creio que seria mais salutar e todos teríamos mais satisfação em ler os artigos. Pensem nisso! Gilberto Pereira Tiriba - Santos