Leitor pede cuidado com os cães quanto à raiva (Vanessa Rodrigues/AT) Cuidados com a raiva A raiva é uma doença viral contagiosa que pode ser contraída por mamíferos, como cães, gatos, morcegos e cavalos. Pode ser transmitida para o homem por meio de mordida, arranhão ou salivação do animal em contato com uma ferida. Os transmissores da raiva urbana são os cães e gatos, enquanto da raiva rural são os morcegos hematófagos (sugadores de sangue). O mês de agosto é o oficial da vacinação contra raiva. Há muitos anos, estudos apontaram que no mês de julho mais cadelas estavam no cio, provocando maior aglomeração de cães e, como conse-quência, em agosto ocorriam mais casos da doença. Por isso, agosto ficou conhecido como o mês do cachorro louco, embora a doença possa aparecer todos os meses do ano. Cães e gatos devem ser vacinados uma vez por ano. Filhotes a partir de três meses já podem receber a vacina e as fêmeas em gestação devem aguardar o desmame dos filhotes. Graças aos órgãos governamentais e aos médicos-veterinários, a nossa região está sem casos da doença há 20 anos, mas não podemos descuidar. Eduardo Ribeiro Filetti - Santos Olimpíada (1) Fala-se tanto de inclusão e respeito, mas de forma jocosa, que fere o sagrado de uma enorme cultura religiosa global. E o ser humano tem este comportamento desde o “olho por olho, dente por dente”. Onde foi parar a sabedoria “não podemos combater o mal com o mal”? Estamos polarizados. Não há mais posicionamento político entre direita, centro e esquerda, só as extremidades. O Brasil está bipolar, mas não é só aqui que isso ocorre. A recente cerimônia de abertura da Olimpíada de Paris foi uma representação viva desta fase de rompimento de padrões. Temos o direito de invadir o sagrado dos milhões de seres humanos que acompanham o Cristo, muito alem das religiões? Creio eu que, se Jesus estivesse aqui novamente, não excluiria ninguém. Ele foi a representação máxima do amor e do não julgamento terreno, símbolo máximo da união humana. Ana Paula Detter - Santos Olimpíada (2) Um trecho da cerimônia de abertura da Olimpíada, celebrando a diversidade, foi erroneamente interpretada como uma referência à obra Última Ceia, de Leonardo Da Vinci, quando na verdade era uma representação da Festa dos Deuses, de Jan Harmensz Van Biljert. A confusão se deu pela diferença de iconografia e pela ausência de Dionísio (Baco), que não estava na performance. Grupos da extrema direita usaram essa interpretação errônea para promover uma narrativa de ataque à religião cristã. Essa tática é uma forma de mobilizar apoio e inflamar sentimentos anti-LGBTQIA+ e antidiversidade. A fake news se propagou rapidamente através de grupos de WhatsApp e redes sociais, exacerbando a polarização e o ódio. De fato, as campanhas de desinformação têm efeitos prejudiciais sobre comunidades já vulneráveis. O estigma e a hostilidade podem intensificar o preconceito e a discriminação. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Olimpíada (3) Sugiro que empresas de propaganda e marketing pensem na possibilidade de instalar telões nas principais ruas da região para que a população possa acompanhar os resultados dos Jogos Olímpicos de Paris-2024. Valter José Vieira - São Vicente Olimpíada (4) Todo gasto com o ser humano é, na verdade, um investimento. Essa máxima se aplica a todos os setores com pessoas que tenham necessidades. Hoje, gostaria de falar sobre os investimentos feitos nas equipes que representam o Brasil na Olimpíada. Recente matéria do Esporte Espetacular, que pude ver na TV Tribuna, mostrou algumas modalidades em que houve investimentos de logística e de centros de treinamento, entre outros. Mas destaco, principalmente, o investimento na pessoa, não só no atleta. É o cuidado com a retaguarda, com aquelas pessoas imprescindíveis na vida de um atleta na jornada até a conquista de uma medalha. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Uma questão de justiça Ser justo é o que há de mais difícil, porque a propensão da pessoa é julgar o semelhante de acordo com seu modo de ser e sentir. Mas, certas vezes, esse modo de ser e sentir não é correto. O julgamento feito por muitas pessoas é quase sempre falho. Raro é aquele que sabe julgar com imparcialidade. No entanto, a Justiça é cega, sendo por isso representada de olhos vendados. O julgamento é feito de acordo com as provas e não deve contar com a simpatia nem a antipatia de quem julga. Ainda que ninguém deva julgar o semelhante, pois todos são imperfeitos, há gente que só faz mal juízo dos outros, que só leva em consideração as aparências, muitas vezes difamando sem justificativa. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania