(Reprodução) Praia Há 100 anos, nosso enorme Vicente de Carvalho foi agente da proteção de nossa praia. Hoje, infelizmente, sua homenagem está de costas para ela e o impede de perceber o desaparecimento de nossa querida faixa de areia. Com tantos pesquisadores indicando que uma das principais causas para isso é o aumento da profundidade do canal do porto, causa-me desespero ver gestores cobrando agilidade para aprofundá-lo ainda mais. O que restará a nós, santistas, se não tivermos mais nossa praia? Ponta da Praia, Aparecida e Embaré já são apenas memórias, Boqueirão caminha para fim semelhante. A ganância não pode apagar quem somos. Antônio Fernandes - Santos Indústrias Gostaria de saber o que leva o brasileiro a aplaudir uma privatização de uma estatal que estava dando certo. Falo aqui da antiga Cosipa, que até o final dos anos 70 contava com faixas na sua entrada dizendo que gerava lucros diariamente. Porém, de uma hora para outra, as mesmas pessoas que nas reuniões aplaudiam a estatização apareceram dizendo que era melhor privatizar tudo. Para onde foi indo toda aquela produção de aço que havia nos anos 60 e 70? Josemilton de S. e Silva - Guarujá Falas Não vou falar mal do ex-presidente, atual presidiário, só reproduzir algumas de suas falas, como “chega de frescura, de mimimi. Vão ficar chorando até quando?”, “esse é um país de maricas” e “eu não vou esperar f... a minha família toda, de sacanagem, ou amigos meu, porque eu não posso trocar alguém da segurança (...) Vai trocar. Se não puder trocar, troca o chefe dele. Não pode trocar o chefe dele? Troca o ministro”. Resumindo: em termos de frases infelizes, o páreo é duro. William Clarindo Rangel - Santos Eleições Lula, com seu projeto de reeleição comprometido e na tentativa de recuperar a popularidade, adotou ofensas aos EUA sem medir as consequências e por motivos banais, alfinetando Donald Trump com frequência. Humberto Schuwartz Soares - Vila Velha (ES) Educar sem bater “Eu apanhei e estou aqui”. A frase costuma encerrar qualquer debate sobre o bater como método educativo. Mas sobreviver não é o mesmo que ter aprendido da melhor forma. Durante muito tempo, bater foi socialmente aceito. Hoje sabemos que a punição física pode até interromper um comportamento no momento, mas não ensina o que fazer no lugar. Ensina medo, ressentimento ou submissão. Educar é construir repertório: diálogo, limites claros, consequências coerentes e exemplo. Quando a agressão vira ferramenta, ela não forma caráter — apenas interrompe pela força. Muitas vezes, a defesa da palmada revela menos convicção pedagógica e mais falta de recursos emocionais para lidar com frustração e conflito. Se existem formas mais humanas e eficazes de educar, por que insistir na dor como método? Ricardo Murça - Santos Agradecimento Agradeço e parabenizo a GCM e a empresa Terra Santos pela retirada dos pertences de pessoas em situação de rua em dois pontos da Av. Epitácio Pessoa, em frente a uma farmácia e na esquina com a Rua Colômbia. Infelizmente, outros pertences voltaram aos mesmos locais, cerceando o direito de ir e vir. Nova solicitação foi feita junto à GCM. Um trabalho incansável. Tal situação ocorre a apenas uma quadra do maior jardim de orla de praia do mundo. Marta de Azevedo Silvares - Santos Leis Concordo com a missiva do leitor Antônio Sergio de Jesus sobre a lei ter de ser igual a todos. Mas o fato é que ela não é. O descondenado não tem nível superior e ficou em uma sala da PF dando entrevistas, recebendo quem queria. Poucos têm essa primazia. E quanto tempo demora para um caso “normal” ser julgado no STF? Como ele conseguiu ficar livre tão rápido? André Durante - Santos