[[legacy_image_283296]] Dopamina pinkNesses dias tão cinzas que estamos vivendo, em que qualquer assunto vira polêmica, mi-mi-mi ou até processo na Justiça, recebo essa crônica da Fernanda Lopes como uma brisa suave de cor pink. Que bênção poder olhar para um acontecimento sem tecer nenhum comentário negativo! Que bênção perceber que em qualquer circunstância podemos encontrar motivo de alegria. Ainda que nem todos nós gostemos das mesmas coisas, defendamos as mesmas causas, podemos, sim, olhar o diferente com respeito. Acho que um bom exercício de vida, que poderia mudar o mundo, seria calar quando não tem nada de bom a falar. Deixemos que cada um viva suas próprias experiências e forme a sua própria opinião. Acho que não teríamos um mundo “pink”, mas certamente não tão “cinza”. Parabéns, Fernanda, por sempre soprar sobre nós essa brisa refrescante com sua alegria de viver. Sua sempre fã.Maria Angélica Scabin Macedo - Praia Grande Barbie e futebolFui assistir ao filme da Barbie, despretensiosamente, para me divertir. O filme, que não é para crianças, surpreendeu-me positivamente pela mensagem transmitida, de que homens e mulheres podem conviver em harmonia, sem precisarem competir entre si ou mesmo submetendo o outro num patriarcado ou matriarcado. A boneca mostra que as mulheres podem ser o que quiserem e não pude deixar de lembrar das nossas jogadoras que estão na Copa do Mundo feminina. São mulheres que amam jogar futebol, o fazem muito bem e merecem todo reconhecimento, inclusive financeiro, quando comparado ao masculino. Espero que a sociedade preze por uma convivência harmoniosa e justa entre homens e mulheres, tanto no futebol quanto em todas as áreas, como preconiza a Barbie do filme.Maria de Fátima Alves dos Santos - Santos EditorialParabéns ao jornal A Tribuna pelo editorial deste sábado, “Diversidade nas quatro linhas”, uma abordagem diferente para uma área que, em geral, é tratada apenas nos espaços esportivos. O futebol feminino, no Brasil e no mundo, conquistou seu espaço graças à garra de mulheres de 40, 50 anos atrás, que enfrentaram toda sorte de preconceito. Hoje, vemos que os espaços destinados às mulheres ainda são insuficientes para um mundo que deveria ser igual. Falar sobre futebol feminino é falar sobre gênero, sim, é falar sobre igualdade de direitos e respeito. Parabéns ao jornal pela abordagem tão certeira. Marco César Reis Taveira -Guarujá A esquerdaNa ótica política, a esquerda se caracteriza pela defesa de uma maior igualdade social. Ela envolve uma preocupação com os cidadãos que são considerados inferiores, econômica, social e culturalmente, em relação aos outros e que há desigualdades injustificadas que devem ser reduzidas ou abolidas. Confesso que estou admirando esse tal comunismo, que está baixando o dólar, baixando a gasolina, baixando até a cesta básica. Um comunismo que fechou até agora R\$ 140 bilhões com parcerias comerciais. Aquele projeto que previa que pessoas que moram em casas com mais de 60 m² teriam que abrigar famílias sem moradia graças a Deus era fake news. Segue o jogo!Gilberto Pereira Tiriba - Santos CastelinhoO vereador Carlos Teixeira Filho, de Santos, disse à coluna Dia a Dia que por ter já 12 anos, o Castelinho (Câmara de Vereadores em Santos) foi remodelado e está precisando de uma nova remodelação por “desgaste natural”. Eu ia citar as pirâmides do Egito, que têm mais de 4 mil anos, mas deixa para lá. Pedro dos Santos Neto - Santos Operação ComboioDuas visões distintas de um mesmo problema: comboio. O missivista sr. Gilberto criticava a falta de fiscalização na organização das filas do pedágio, e o por que de não existir comboio na subida da Imigrantes e a descontração dos policiais rodoviários frente ao, nominado pelo sr. Gilberto, caos instalado. Já o missivista sr. Alexandre apressou-se em criticar a crítica do sr. Gilberto, talvez não conseguindo interpretar parte da crítica feita em relação à falta de fiscalização e ordenamento nas filas do pedágio, bem como a descontração dos policiais militares rodoviários frente a balbúrdia do momento. Fato é que o problema existe. Motoristas mal educados transformam a “organização” do comboio em um verdadeiro caos. Também é verdade que não são coibidos por nenhum policial rodoviário, muito menos pela Ecovias. Outro ponto que igualmente me intriga é por qual motivo não há comboio na subida da Imigrantes em dias de denso nevoeiro. Quanto a retornarem de passeios e publicarem suas “fotinhos”, creio que foge, e muito, do interesse da coletividade sobre os comboios.Marcus Aurelio de Carvalho - Santos